Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal
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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

3185. Os "profes" em pelota...

Os "profes" em pelota na praça pública.

Ora, repare bem nisto:

Foram 10.000 (arredondados para baixo) os que fizeram as provas.

Desses,

* 14% (1.400) pura e simplesmente reprovaram
* 63% (6,300) cometeu erros ortográficos

* Dos que cometeram tais erros, apenas 10% se deveu ao famigerado AO)
* 15% (1.500) cometeu 5 e mais erros
* 67% (6.700) cometeram erros de pontuação.

Releia os números, agora com mais vagar e... arrepie-se!

É a gente desta, a "distintos profissionais" destes, que têm estado entregues os seus filhos e os seus netos.

E V. que me lê, ainda se zangava com eles, os filhos e os netos, por serem ignorantes e nem saberem escrever em Português minimamente decente?

Perdoe lá os pequenos. Que culpa têm eles?


http://observador.pt/opiniao/temos-maus-professores/

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

2817. Por que razão?


P
or que razão o primeiro-ministro não compreende que -- para falar aos Portugueses, a começar pela Oposição, a continuar nos vários "comentadeiros-entertainers" que por aí proliferam como cogumelos, a dissertar sobre tudo e mais qualquer coisa, generalistas de tudo e especialistas de nada, e a acabar no zé-cidadão -- não pode usar linguagem de verdade, porque ninguém a quer ouvir,
preferindo continuar a viver no logro permanente?


Há tantos anos que os Portugueses são alimentados com mentiras que dela não conseguem libertar-se, sem ela já não sabem viver!

Por que razão o primeiro-ministro ainda não percebeu que não pode dizer que, em face da "infertilidade" dos portugueses e das portuguesas, cada vez há menos meninos e meninas, pelo que não há possibilidade de dar emprego a milhares de professores, por falta de alunos que lhes caibam?

Por que razão o primeiro-ministro diz aos professores sobrantes que a única solução que lhes resta consiste em "reciclarem-se", mediante formação em outros ramos de actividade e aqueles que o não quiserem fazer e persistirem numa actividade em que são excedentes na ordem das dezenas de milhar, devem procurar leccionar em outras paragens?

Por que razão persiste em não mentir a todos, fazendo-os ouvir o que querem ouvir, ainda que o que querem ouvir seja uma descabelada endrominação?

Por outro lado, porque razão, neste caso dos professores, a Frenprof e o seu líder, sempre tão assertivos, tão competentes, tão cheios de "expertize" não o são aqui, propondo soluções que realmente sirvam os seus associados sem logro? Porque têm boa consciência de que, para este problema não há solução, para além daquelas enunciadas.

E, finalmente, por que razão a Frenprof, Mário Nogueira e os descontentes professores não se "empinam" com os homens e mulheres portugueses, incapazes de se erguerem e gerarem filhos que lhes proporcionem emprego?

Porque a raiz do problema está aí. Ou isto ainda não foi percebido, por faltar o desenho?

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

2694. Alguém tem que se mostrar responsável

Câmaras mantêm abertas escolas que o governo mandou fechar - Título do i

- Claro! No meio desta loucura generalizada, alguém tem que mostrar algum sentido de responsabilidade, não?!...

Pena foi não ter sido possível fazer o mesmo com maternidades, serviços de urgência, etc., etc., etc...

... e fechar, isso sim e a cadeado renforcé, tal desgoverno.
...

segunda-feira, 18 de maio de 2009

2202. O salvador "manuel"... ou lá o que é!

São neste preciso momento 10,24horas.

Significa que os gaiúlos dos 4º e 6º anos estão já às voltas com as provas de Português e Matemática.

Significa igualmente que já passaram a fase em que, completamente atónitos, ouviram, o(a) professor(a) recebê-los afavelmente, com esta frase lapidar:

- Bom dia, meninos! Estão bem dispostos? E dispostos a fazer a prova? Ah, sim? Então, sentem-se por favor! Cuidado, não se magoem..."

Atónitos, contendo a custo que os olhos nas órbitas, os putos lá "obedeceram".

Significa igualmente que ultrapassada está também a fase em que ouviram o(a) professor(a) cheio(a) de maviosidade na voz, pedir pelas alminhas dos familiares que todos terão já visto desaparecer:

- Por favor, peguem no enunciado e virem-no com o rosto para baixo, até que o sinal para início da prova seja dado.

Uma vez mais os putos, completamente estupefactos, esfregarão os olhos, para se certificarem de que estão bem despertos e tentarão limpar os ouvidos com as esferográficas, pensando estão ao ouvir deficientemente.

Falta-lhes, porém, passar pela derradeira parte:

- Uma vez que está tudo acabado, podem sair. Em boa ordem, por favor e muito obrigado(a) pela colaboração prestada. E tenham um magnífico resto de dia!

Lindo! Lindão! Lindérrimo!

Falta só acrescentar que, em face de tal prestação docente, os putos, não tendo saído da estupefacção inicial, que pelas seguintes só foi agravada, nada conseguiram fazer de jeito na prova, pelo que os resultados serão desastrosos...

Ou talvez não, espera aí! Só a assinatura da prova, sem borrões, vale 50%. Se se lhe acrescentarem 15% por terem estado, quase todos, calados e quietos, durante um quinto do tempo total da prova e mais 25% por nenhum ter ameaçado o prof com o facalhão, mais a corrente, mais a fusca, mais a granada de fumo que trazia nos bolsos, mais o... mais a... já vai em 90%...


Ah!, sim! Com aquele "manuel" ou manual ou lá o que é, que a boa vontade ministerial pôs à disposição dos profes, quer eles queiram quer não, as provas de aferição de Português e de Matemática dos 4º e 6º anos esta época vão ser outro sucesso sucedido de sucessão sucedida sucessivamente sem cessar.

Não estou farto de vos dizer que os tipos são ridículos e não sabem o que andam a fazer?

...

quarta-feira, 23 de julho de 2008

1645. Exame de matemática à la Maria de Lurdes Rodrigues



Porque os resultados dos exames de Matemática ainda não foram este ano o que se pretende que sejam, aqui fica uma antevisão do exame nacional do ano de 2009...





Com um beijinho à Marisa

quinta-feira, 19 de junho de 2008

1570. De "repentemente"


De há muitos anos a esta parte (estou mesmo em crer que desde sempre...) as notas dos nossos alunos na disciplina de Português têm sido muito más.

Tal circunstância apenas tem corroborado o que qualquer cidadão, mesmo descuidado, certamente terá notado, sempre que, à frente dos olhos, lhe cai um simples bilhetinho escrito por um desses tais alunos.


De "repentemente", porém, a senhora ao lado retratada, conseguiu um milagre. Dos tais que nem a Senhora de Fátima seria capaz.
Qual?!?! Então não é verdade que se anota por aí que, por exemplo, nas provas de aferição do 6º ano, realizadas em Maio último por mais de 230 mil alunos de 6883 escolas, relativamente à disciplina de Português, as notas positivas ascenderam a 89,9% do total? De "repentemente", portanto!...

Diz-me o
feeling que não há, em todo o mundo, experiência igual. Nem houve. Nem haverá. Estes são resultados únicos de uma política também ela única.

E a senhora ao lado retratada continua a aparecer em público, sem que tenha o cuidado de esconder a cara atrás de um biombo, de um leque, de um simples lenço de assoar.


E por que razão haveria de aparecer com tais adereços? Pela simples razão de que bastará que qualquer cidadão vulgar de Lineu peça ao respectivo filho, frequentador daquele 6º ano, que lhe escreva um bilhetinho de três linhas a pedir-lhe que lhe aumente a semanada, porque a que lhe dá não chega nem para caramelos, para logo verificar que a tal percentagem de notas positivas a Português não passa de mais uma falácia dos serviços da senhora ao lado retratada e que ela avaliza e propagandeia com todo o pundonor.


E falácia continuaria a ser se o pai o fosse de um menino de frequentador do 9º ano. E falácia permaneceria, se o pai o fosse de um magano do 12º ano. E falácia ainda seria se o pai o fosse de um senhor doutor do 5º ano universitário.

Não acredita? Ok, faça a experiência, porque nada há como sermos confrontados com as realidades da vida, destruidoras de sonhos completamente idiotas...
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

1293. Avaliação de exercício escolar

Avaliação de um exercício escolar nos tempos que correm...

(orientado para professores que têm que mudar... e cumprir políticas estabelecidas por quem de direito...)



QUESTÃO PROPOSTA


6 + 7 = ?



A. EXERCÍCIO FEITO PELO ALUNO:


6 + 7 = 18



B. ANÁLISE:


A grafia do número seis está absolutamente correcta;


O mesmo se pode concluir quanto ao número sete;


O sinal operacional + indica-nos, correctamente, que se trata de uma adição;


Quanto ao resultado, verifica-se que o primeiro algarismo (1) está correctamente escrito -
corresponde ao primeiro algarismo da soma pedida;


O segundo algarismo pode muito bem ser entendido como um três escrito simetricamente - repare-se na simetria, considerando-se um eixo vertical!

Assim, o aluno enriqueceu o exercício recorrendo a outros conhecimentos... A sua intenção era, portanto, boa.



C. AVALIAÇÃO:



Do conjunto de considerações tecidas nesta análise, podemos concluir que:


A atitude do aluno foi positiva: ele tentou!


Os procedimentos estão correctamente encadeados: os elementos estão dispostos pela ordem precisa.


Nos conceitos, só se enganou (?) num dos seis elementos que formam o exercício, o que é perfeitamente negligenciável.


Na verdade, o aluno acrescentou uma mais-valia ao exercício, ao trazer para a proposta de resolução outros conceitos estudados - as simetrias - realçando as conexões matemáticas que sempre coexistem em qualquer exercício.


Em consequência, podemos atribuir-lhe um...


"EXCELENTE"


...e afirmar, sem receio de desmentido, que o aluno...


PROGRIDE ADEQUADAMENTE…

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Gentileza de Ralf W.

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