Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal
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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

3185. Os "profes" em pelota...

Os "profes" em pelota na praça pública.

Ora, repare bem nisto:

Foram 10.000 (arredondados para baixo) os que fizeram as provas.

Desses,

* 14% (1.400) pura e simplesmente reprovaram
* 63% (6,300) cometeu erros ortográficos

* Dos que cometeram tais erros, apenas 10% se deveu ao famigerado AO)
* 15% (1.500) cometeu 5 e mais erros
* 67% (6.700) cometeram erros de pontuação.

Releia os números, agora com mais vagar e... arrepie-se!

É a gente desta, a "distintos profissionais" destes, que têm estado entregues os seus filhos e os seus netos.

E V. que me lê, ainda se zangava com eles, os filhos e os netos, por serem ignorantes e nem saberem escrever em Português minimamente decente?

Perdoe lá os pequenos. Que culpa têm eles?


http://observador.pt/opiniao/temos-maus-professores/

sábado, 28 de janeiro de 2012

2868. Profes...

Click na imagem, para ver, ouvir e estarrecer!!!


Pois é...

Estas são perguntas de algibeira. Qualquer borra-botas as devia saber. Todas elas...

Estes são os professores dos nossos filhos e netos.
(não sei se reparou que há por ali caras muito conhecidas...)
E reivindicam... e reivindicam.... e reivindicam... direitos, direitos e mais direitos.
E os deveres?

Mas não se ponha a gozar, porque lá em casa os papás ainda são piores.

Coitados dos putos! Como é que podem aprender alguma coisa de jeito?
E como é que poderão ser cidadãos verdadeiramente úteis ao País?

Desde o berço - e depois na escola - que não lhes é dada a menor hipótese!..

http://sorisomail.com/partilha/218598.html

(recolhido através de um post de Abel Lameiras)

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

2817. Por que razão?


P
or que razão o primeiro-ministro não compreende que -- para falar aos Portugueses, a começar pela Oposição, a continuar nos vários "comentadeiros-entertainers" que por aí proliferam como cogumelos, a dissertar sobre tudo e mais qualquer coisa, generalistas de tudo e especialistas de nada, e a acabar no zé-cidadão -- não pode usar linguagem de verdade, porque ninguém a quer ouvir,
preferindo continuar a viver no logro permanente?


Há tantos anos que os Portugueses são alimentados com mentiras que dela não conseguem libertar-se, sem ela já não sabem viver!

Por que razão o primeiro-ministro ainda não percebeu que não pode dizer que, em face da "infertilidade" dos portugueses e das portuguesas, cada vez há menos meninos e meninas, pelo que não há possibilidade de dar emprego a milhares de professores, por falta de alunos que lhes caibam?

Por que razão o primeiro-ministro diz aos professores sobrantes que a única solução que lhes resta consiste em "reciclarem-se", mediante formação em outros ramos de actividade e aqueles que o não quiserem fazer e persistirem numa actividade em que são excedentes na ordem das dezenas de milhar, devem procurar leccionar em outras paragens?

Por que razão persiste em não mentir a todos, fazendo-os ouvir o que querem ouvir, ainda que o que querem ouvir seja uma descabelada endrominação?

Por outro lado, porque razão, neste caso dos professores, a Frenprof e o seu líder, sempre tão assertivos, tão competentes, tão cheios de "expertize" não o são aqui, propondo soluções que realmente sirvam os seus associados sem logro? Porque têm boa consciência de que, para este problema não há solução, para além daquelas enunciadas.

E, finalmente, por que razão a Frenprof, Mário Nogueira e os descontentes professores não se "empinam" com os homens e mulheres portugueses, incapazes de se erguerem e gerarem filhos que lhes proporcionem emprego?

Porque a raiz do problema está aí. Ou isto ainda não foi percebido, por faltar o desenho?

terça-feira, 6 de março de 2007

928. A preocupação da senhora ministra...

Ministra quer mais autoridade
Visão Online, através do Google News)
A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, defendeu, esta segunda, mais autoridade para as escolas, professores e conselhos executivos para combater a violência escolar, bem como um quadro legal mais flexível e menos burocrático.
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Ainda que mal lhe pergunte, não acha a sra. ministra que, antes de defender mais autoridade para as escolas, professores e conselhos executivos para combater a violência escolar, deveria privilegiar a não desautorização de escolas, professores e conselhos executivos, que, afinal, tem sido a prática sistemática do governo de que padecemos?

Ou será que estou equivocado?

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