Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal
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terça-feira, 21 de outubro de 2008

1821. Ilha da Madeira - fora do habitual













E, agora,
uma concessão ao habitual,
mas fora do habitual


Fotos Isabel e Ruben Valle Santos
Setembro 2000


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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

1813. Dica - "Vana Tallinn"

Hoje é dia de dica.

Aqui vai ela (não, não vou falar da corriqueira e estafada Vodka, de que não gosto, nem do caviar de esturjão, de que também nunca gostei e nem desta vez me convenceu):


Quando for à Estónia, mais precisamente a Tallinn, lembre-se de trazer consigo um pequeno frasco do licor especialidade local, o Vana Tallinn.

Uma pequena quantidade, é certo,, 200ml - também mesmo que quisesse pouco mais poderia trazer...não mais de 400ml, ou seja, dois frascos - de um licor diferente de tudo quanto já experimentou, por certo.

Tem um gosto parecido com o rum - mas não é rum - a que é adicionado o sabor e o aroma de óleo de citrinos, com um ligeiro e excitante travo amargo.

Se bem que os homens apreciem - sou mui macho (mais moderado, que os anos não perdoam...) e gosto -, traga-a para oferecer à consorte (se é que ela a tem...) , a uma amiga muito especial, àquela colega que tem andado a armar-se em difícil...

É garantido! Tiro e queda. Render-se-á aos seus encantos para toda a eternidade e feliz como nunca, absolutamente convencida de que V. é o maior amante da galáxia e arredores, mesmo que V. seja efectivamente um nabo de primeira apanha. É certo que ela agirá assim talvez por estar um tanto groggy ou mesmo drunk, mas que importa isso face aos benefícios colhidos?

Faça-me só um favor: seja discreto o suficiente para não me perguntar como é que eu cheguei a tal conclusão...

- Mas, a ser assim, isso deve ser tremendamente caro! - dir-me-á.

Olhe que não, meu caro, olhe que não. Caro aqui, só V., amigo. Não me recordo de quanto custa ao certo, mas a receita é ao preço da chuva.

E, repito, de uma qualidade que ainda não encontrei por aí.
Nem o Raki, das profundezas da Turquia, nem o Limoncello, das estreitinhas ruas de Sorrento, nem Il Fuoco del Etna, comprado nas encostas do vulcão, bem lá em cima, e que é fogo mesmo, nem o Pisco, da frigidíssima e meridional Punta Arenas, no Chile, nem o Meszcal, com a larva do gusano lá dentro, a dar frissom ao travo, das ruas e índias altitudes mexicanas, nem...

Só para trazer uma ou duas "coisinhas" destas vale a pena ir a Tallinn.

O estonianos sabem-na toda. Olá se sabem!...

PS.- Os lituanos têm também uma local drink fenomenal. Infelizmente, esqueci-me de como se chama, embora não tenha esquecido o sabor... Se um dia me recordar, trago-a aqui.

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sábado, 11 de outubro de 2008

1811. S. Petersburg 3





Um dos canais do Neiva,
pelo interior do recinto do Hermitage


















Outro dos canais















Um aspecto da
Praça do
Palácio
do Hermitage






Fotos: Isabel e Ruben Valle Santos



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1810. S. Petersburg 2






Um dos magníficos espectáculos,
este de folclore,
a que assistimos

















Teve lugar no
Palácio Nicolaevski,
ou seja, "de Nicolau"














De grande categoria.







Fotos: Isabel e Ruben Valle Santos


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1808. S. Petersburg - Peterhof 3



























































































Fotos: Isabel e Ruben Valle Santos


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1807. S. Petersburg - Peterhof 2

































Fotos: Isabel e Ruben Valle Santos


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1806. S. Petersburg - Peterhof 1

O célebre Peterhof - o palácio de verão mandado construir por Pedro I, o Grande - é uma jóia raríssima, cujos fabulosos interiores infelizmente não é possível reproduzir aqui, a não ser a partir de postais scannerizados - o que, por agora, não farei - dada a interdição de fotografar ou filmar, mesmo sem flash.

De qualquer modo, ficam os aspectos exteriores, acerca dos quais não me pronunciarei, já que as imagens falam por si.

































Fotos: Isabel e Ruben Valle Santos


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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

1802. Moscovo - 2









Moscovo
O "metro", numa perspectiva mais realista...















... sem os retoques para turista ver
(a pouquíssima iluminação é tão notória,
que a foto teve que ser clareada no Photoshop)









Fotos: Isabel e Ruben Valle Santos



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1801. Moscovo - 1




Moscovo, Praça Vermelha
(vista tomada da igreja ortodoxa de
S. Basílio, agora apenas museu)
.

À direita, ao fundo, podem ver-se o corpo principal e os dois torreões do "colombo" lá do sítio, o Gum.














Igreja de S. Basílio

num dos topos da Praça Vermelha.
















Igreja de S. Basílio
(pormenor externo, à entrada)






Fotos: Isabel e Ruben Valle Santos


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quinta-feira, 9 de outubro de 2008

1800. Estónia - 3





A um canto da principal praça de Tallinn, à porta de uma modesta loja, um pequeno placard, anunciando permissões.

Pelos vistos bem elucidativo. Para nós, portugueses. Desconhece-se, contudo, se igualmente para os estonianos.









A um canto mais recatado da estação ferroviária de Tallinn, um pequeno placard, anunciando proibições.

Este, bem claro para toda a gente, sem dúvida.




Fotos: Isabel e Ruben Valle Santos

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1799. Estónia - 2


Uma vista geral do interior da Igreja Ortodoxa de S. Nicolau, em Tallinn.

Não foi possível fotografar nem filmar, pelo que faço aqui a reprodução de um postal.

Atente-se na parede de fundo, ao meio, sob o lustre, uma Última Ceia de Cristo, que mostro mais em pormenor na foto seguinte.




Não. Não se trata da célebre Ceia da autoria de Leonardo da Vinci. É uma outra, com a particularidade de, à direita de Cristo e tal como em Leonardo, a figura representada ser a de uma mulher. Aqui, mais explícita do que na obra do grande mestre renascentista, uma vez que ela repousa a cabeça no ombro de Cristo e a atitude é de ternura e indubitavelmente íntima. De mulher para homem.



Encontrámos ainda uma outra representação, diversa das duas a que tenho estado a referir-me, também ela reproduzindo em similar posição e localização, uma mulher, agora na Catedral do Cristo Redentor, em Moscovo, embora, neste caso, possa subsistir a dúvida sobre se a figura retrata uma mulher ou um mancebo, como seria S. João, o Baptista.

Infelizmente, também não foi possível fotografá-la, nem sequer subrepticiamente, pelo que aqui fica igualmente a reprodução de um postal
.











Fotos: Isabel e Ruben Valle Santos

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1798. Estónia - 1








Na "baixa" (downtown) de Tallinn, capital da Estónia, o curioso Restaurante Peppersack, com o comprovativo saco de pimenta pendurado na fachada.

















A uns 100 metros de distância, pelas 11 da manhã, duas das esplanadas da praça, ao ar livre, com uma temperatura da ordem dos 6º C.















A meio caminho entre as duas, um aparato da feira medieval em curso.









Finalmente, a 10 km de Tallinn, ao ar livre, o Museu Rocca Al Marè, que reflecte a arquitectura rural do Séc. XVIII-XIX.

Aqui se podem ver, em versão cuidada, casas dos camponeses (e eles próprios, já que o museu é "vivo"), moinhos, lojas comerciais, picotas. etc..





Fotos: Isabel e Ruben Valle Santos

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terça-feira, 7 de outubro de 2008

1796. Lituânia - 1








Pormenor da Catedral de Vilnius,
capital da Lituânia.

O excelente púlpito, com a inscrição
ascendens in naviculam, Simonis Petris docebat turbas - Lucae 5 Cap
(de cima da pequena embarcação, Simão Pedro pregava às multidões - Lucas Capítulo 5)







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Um aspecto geral da Kryziu Kalnas (Colina das Cruzes) , em Siauliai, Lituânia, perto da fronteira norte, com a Letónia.

A colina está pejada de milhares de cruzes católicas e ortodoxas e é um símbolo da enorme religiosidade de toda a a Lituânia.

Durante a ocupação soviética tornou-se também um símbolo da resistência, já que, tendo os soviéticos, com caterpillares e numa noite, destruído todas as cruzes, após o que abandonaram o local, nos dias seguintes outras cruzes lá apareceram colocadas por gente anónima. O local é impressionante.

João Paulo II celebrou missa, no descampado circundante, em 1993.


Fotos: Isabel e Ruben Valle Santos
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

1780. As tribos do rio Omo - 7


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1778. Flores dos lagos andinos...


















... especialmente para as minhas leitoras.

















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1777. Macau, nove anos depois...

Casino Grand Lisboa, de Stanley Ho,
visto da Fortaleza do Monte,
por detrás de um canhão do séc. XVII
.

(foto revista "Volta ao Mundo", Setº 2008)


Visitei Macau pela primeira vez em Dezembro de 1999. Saí de lá 10 dias antes da cerimónia de devolução do território à China. A cidade era já muito bonita e bastante desenvolvida.

Voltei lá em 2006, depois de uma visita à China e as diferenças que encontrei eram inimagináveis.

Hoje, em 2008, Macau ultrapassou tudo o que seria considerado possível. Até a colossal Las Vegas foi deixada para trás, a perder de vista, em receitas provenienes do jogo. Os grandes potentados do casino americano em pleno deserto plantado vieram, em desfilada, para Macau. Com armas e bagagens.

No entanto, Stanley Ho, multimilionário de Macau e Hong-Kong (e de outras paragens também...) tem feito questão de manter o seu status, não deixando que, seja quem for, o ultrapasse. Macau é o seu território demarcado e ele assim o quer manter.

Como o velhinho Casino Lisboa já não chegasse e tivesse sido "engolido" pelos monstros que entretanto ali foram construídos - em direcção ao céu, que noutra já não dá, por falta de espaço - depois de ter erguido várias outras construções assinaláveis, mandou que se erguesse este colosso, que bateu tudo o que a musa antiga cantava. O novíssimo e espectacular casino Grand Lisboa.

Até onde deixarão os chineses que Macau chegue? Sim, porque se deixarem, nunca mais terá parança. E como aos chineses convém...

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