Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

2728. A paz islamita em todo o seu esplendor

La paix islamique dans toute sa splendeur au coin de la rue (ici en France, à Limoges)




On y va!
Honni soit qui mal y pense!

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Vamos fazer o mesmo numa cidade islamita?
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Nota:
O livro que ele exibiu, atirou ao chão, pontapeou e disse não respeitar é apenas o Código Penal francês.

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domingo, 24 de outubro de 2010

2727. Que fará a UE?

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2726. Cronologia da incompetência e da fraud2

A mais recente cronologia da incompetência e da fraude

* 25 de Novembro de 2009 - não aumento dos impostos.
* 8 de Março de 2010 - "não se fará o mais fácil que seria aumentar impostos"
* 12 de Maio de 2010 - satisfação com crescimento no primeiro trimestre.
* 6 de Junho de 2010 - recente aumento de impostos será suficiente.
* 2 de Julho de 2010 - crescimento do desemprego irá continuar a abrandar.
* 13 de Agosto de 2010 - crescimento do PIB no segundo trimestre consiste num "sinal de grande encorajamento e confiança para a recuperação da economia portuguesa".
* 24 de Agostro de 2010 - o crescimento da economia portuguesa, entre Janeiro e Junho, foi o dobro do previsto pelo Governo.
* 29 de Setembro de 2010 - anúncio do segundo aumento de impostos do ano.
(recebido por email)
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

2725. Versão portuguesa de Paulo Beringhs, procura-se!



2724. Dia bom para social-democrata português

UM DIA BOM PARA SER-SE SOCIAL-DEMOCRATA EM PORTUGAL

Tendo tomado conhecimento, através de uma referência de José Manuel Fernandes, no Facebook, fui em busca do relatório da iniciativa do Gabinete de Estudos do PSD, "Cortar na despesa".

Confesso que o que vi me surpreendeu, muito embora seja daqueles que sempre se bateram dentro do partido por uma maior e efectiva interacção PSD/Sociedade Portuguesa.

Efectivamente, quando, em 4 de Outubro, respondi ao apelo do GE do PSD e enviei as minhas 17 sugestões, fi-lo convicto de que era assim que o partido deveria actuar sempre.

Tendo, contudo, presentes o passado e a geral abulia dos portugueses relativamente a estes temas (excepção feita aos vitupérios contra quem tem ordenados mais fora do comum - como se a igualdade dispensasse o mérito e obrigasse ao nivelamento por baixo, para regozijo dos vários cambiantes de invídia que por aí campeiam), não admiti que houvesse um tal número de respostas e de semelhante qualidade.

Tenho que dar o braço a torcer, regozijar-me pelo sucedido e felicitar os autores da ideia, exortando-os a prosseguir nessa senda, que continuo a considerar a mais acertada e indispensável a um bom relacionamento entre políticos e cidadãos em geral, única forma de salvarmos o nosso País da apagada e vil tristeza a que tem sido conduzido.

Mais ainda pela apresentação de um relatório cuja visibilidade pública se impunha, porque enforma a atenção que às respostas foi dada e confere aos respondentes a possibilidade de constatarem que as suas opiniões foram, quando menos, consideradas, estudadas, respeitadas.

Espero bem que não se perca o élan aqui adquirido e que, com essa atitude, o partido volte a ser o motor de esperança dos portugueses, que já foi.
Portugal precisa mesmo do apoio e empenho do Partido Social Democrata e o PSD não pode faltar nem falhar.

Hoje - posso dizê-lo sem receio de me equivocar - foi um dia bom para se ser social-democrata em Portugal.
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

2723. Temos um primeiro-ministro que MENTE!

Temos um primeiro-ministro que MENTE!
MENTE de corpo e alma, completaMENTE...
E MENTE de maneira tão pungente
Que a gente acha que ele, MENTE sinceraMENTE,
Mas que MENTE, lá isso MENTE,
E p’ra cúmulo impuneMENTE… indecenteMENTE.
MENTE tão abrangenteMENTE,
Que julga que MENTindo história afora,
Nos vai enganar eternaMENTE.


O enganado é ele.
Porque, por muito burros que sejamos, dia virá em que nos cansemos de o sermos…
FinalMENTE!
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2722. O mentiroso compulsivo ou In perpetuam rei memoriam



quarta-feira, 20 de outubro de 2010

2721. Condições do PSD para viabilização do Orçamento 2011

1.

Que o Governo dê a conhecer os dados da execução orçamental de Maio até hoje

(dado que, na altura da aprovação do PEC 2 o 1º Ministro assegurava não serem necessárias novas medidas);

2.

Suspensão das parcerias público-privadas e de todas as obras públicas agendadas para já;

3.

Recusa da subida do IVA para 23%, admitindo que vá até ao máximo de 22% e alteração das taxas de bens essenciais;

4.

Concessão de mais estímulos à economia;

5.

Não aceitação de cortes nas deduções fiscais relativamente à educação, saúde e habitação;

6.

Fiscalização da dívida pública e das entidades financiadas pelo Estado por uma agência independente.

* * *

"O que se impõe é que o PSD diga claramente uma palavra positiva ao país", que "passe por um sinal de negociação para a viabilização do Orçamento do Estado" – Fernando Medina, porta-voz do PS.

Entalado, o PS tinha que vir com a habitual a chantagenzinha!...

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terça-feira, 19 de outubro de 2010

2720. Mais escandaleira

Para uma vez mais se aperceber dos escândalos deste governo, anote, por favor:

O “governo que está a querer aumentar o IVA vai igualmente transferir 587,2 milhões de euros para a Ascendi” (…)

E, agora que sabe isto, diga-me cá: sabe o que e a Ascendi?

Não sabe?! Pois bem:

É uma das empresas/grupos económicos que tem ajudado o governo na sua cruzada de "modernização" do país através da construção de mais de 850 quilómetros de auto-estradas em diversos pontos do país.

Ah, sim! E quem são os principais accionistas da Ascendi, também não sabe? Então, surpresa!... :

Depende da concessão em causa, mas são maioritariamente a Mota-Engil (entre 35% e 45% do total), a ES Concessões (detida pela Mota-Engil) e a OPway, entre outros.” (…)

Gotcha?

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Extractos de um post publicado por Alvaro Santos Pereira no blog Desmitos, para que fui alertado por uma referência feita por António Balbino Caldeira, do blog Portugal Profundo.

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

2719. Condições para que o PSD viabilize o Orçamento



Condições para que o PSD

viabilize o Orçamento

1. O PS tem de assumir a derrapagem no défice de 2010

(o anunciado para 2010 não é verdadeiro. Retirados os fundos de pensões da PT, o real é de bem mais de 8%)

2. Aumentar menos os impostos em 2011

(o défice previsto para 2011 tem que ser superior a 5%, porque é impossível que os portugueses aguentem um decréscimo de mais de 8% para 4,6%, pelo que há que distribuir de forma mais racional o esforço de consolidação do défice até aos 3% em 2013)

3. Acordar uma estratégia plurianual até 2013.

(que assuma todas as despesas do Estado agora não declaradas no Orçamento anual, nomeadamente o custo das Parcerias Público-Privadas. E firmar o compromisso de que tudo o que correr melhor do que o previsto na execução orçamental ou no desempenho económico deva sempre reverter a favor de uma descida de impostos, nunca de um aumento da despesa do Estado em relação ao previsto)

Extracto de notícia do Jornal de Negócios

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domingo, 17 de outubro de 2010

2718. Acuso! - de Henrique Cerqueira (1)



Clique nas imagens, para ampliar

Por ser de verdadeiro interesse público, principalmente para as gerações mais novas, dou início hoje a publicação de extractos do livro "ACUSO", de Henrique Cerqueira, através do qual poderá, quem me ler, tomar conhecimento do mais escandaloso e tenebroso período da História de Portugal, talvez apenas suplantado pela ignomínia que o País sofreu durante os 16 anos que se seguiram à Implantação da República.

Os extractos que aqui deixo hoje da Nota do Editor (Intervenção, de Paradela de Abreu) do livro a que me reporto de Henrique Cerqueira.

Outros extractos se seguirão.
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

2717. O grande problema português

O problema português

resume-se a que no decurso do festim

lança-se os foguetes

e no final apanha-se as canas,

mas ninguém lixa os sacanas.

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sábado, 25 de setembro de 2010

2714. Ministro das Finanças Suíço fala sobre Portugal

A espectacular legendagem é do Blog
31 da Sarrafada

Divirta-se porque, embora não sendo real, bem o podia ser...


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terça-feira, 21 de setembro de 2010

2712. Pontos de vista...

Conversa de mulheres:

- Como foi tua noite de ontem?

- Uma catástrofe! O meu marido chegou do trabalho, jantou em 3 minutos, depois tivemos sexo durante 4 minutos e 2 minutos depois, já ele estava a dormir! E sua, como foi?

- Fantástica! O meu marido chegou a casa, levou-me a jantar fora e depois demos um passeio a pé por uma hora, até voltarmos a casa. Tivemos 1 hora de preliminares à luz de velas, fizemos sexo durante 1 hora e, no fim, ainda conversamos durante mais outra hora!

Os maridos:

- Como foi tua noite de ontem?

- Fantástica! Cheguei a casa e o jantar estava já na mesa. Jantei, dei uma rapidinha e dormi como uma pedra! E a sua?

- Uma catástrofe! Cheguei a casa e não havia luz porque me esqueci de pagar a conta. Tive que levar a mulher a jantar fora. A comida foi uma porcaria e caríssima, tão cara que fiquei sem dinheiro para pagar o táxi de regresso. Não tivemos outra alternativa senão ir a pé para casa. Chegados em casa, como não tínhamos electricidade, fomos obrigados a acender velas! Estava tão stressado que precisei de 1 hora até que o bicho ficasse pronto e mais um hora até conseguir terminar. Foi de tal maneira irritante que não peguei no sono durante 1 hora. E imagina que fui bombardeado pela minha mulher com uma infindável conversa fiada.

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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

2711. Cavaco e a "cavaqueira" sem nexo e irresponsável

Cavaco Fala, mas o que diz não é de escrever, a não ser para memória futura, quando for necessário dar-lhe em cima. Com toda a força! Que merece e... ainda fica a dever.

Diz Cavaco que, se "fizermos bem as nossas contas, não precisamos que ninguém as venha cá fazer".
Isto a propósito da possível vinda do FMI, arrumar a casa que nós apenas sabemos desarrumar...

Para "cavaqueira" não estará mal e até tem gracinha. Parva e talvez a precisar apenas do riso alarve, mas enfim!...

Do que precisamos, contudo, não é certamente de "cavaqueira". Essa temos cá que chegue e sobre, sendo um prazer oferecê-la a país sem sarna para se coçar.

Ora, Cavaco sabe bem que por cá ninguém faz boas contas e menos ainda quem tem obrigação de as fazer, como Sócrates. E, já agora, ele próprio.

Se Sócrates as fizesse como deve e ele, Cavaco, actuasse como igualmente é seu dever -- obrigando-o a fazê-las e, no caso de a criatura persistir em ser mau de contas, sem mais considerações, por desnecessários, pô-lo a milhas, com ou sem dono, tanto faz -- certamente que não precisaríamos do FMI, como estamos a precisar mais do que de pão para a boca.

A continuar assim, em pouco tempo estaremos a declarar bancarrota. Não esqueçamos que a situação é actualmente pior, bem pior, do que a de 1983-1984, anos em que o FMI andou por aí a fazer o trabalho que nós, lerdos e incompetentes, não fomos capazes de fazer. Estamos agora bem pior, creia!

Cavaco tem, uma vez mais, faltado ao dever, que não pode ignorar, de fazer aquilo que nunca na vida fez e que é sua estrita obrigação: pôr os gerais interesses do país acima do seus interesses muito particulares.

Terá sido esta a décima milionésima vez que o "boliqueimado" calcou os interesses do país aos pés dos seus.

Se lhe derem, caro leitor, a escolher entre Sócrates e Cavaco, afaste ambos para bem longe. São mistelas que apenas servem para envenenar o cálice das suas amarguras mais pestilentas.

Nenhum serve, ou, por outra, servirão apenas e tão só para irem de férias perenes para as Celebes ou para o diabo que os carregue... ou mais longe ainda, a fim de que possamos respirar sem receio de que um simples hausto se mostre suficiente para irremediavelmente nos envenenar.

Que importa que o homem vença ou não as próximas presidenciais? O que é que o país ganha com isso?

Mais: o que é que o país ganhou com a sua acção neste primeiro mandato? Esse ainda não serviu para se perceber que dali nada de bom vem para Portugal? Ou para perceber isso, você precisa que lhe façam um desenho explicativo, como o Guterres precisava?

Cavaco merece, certamente por outras razões, tanto crédito dos portugueses como Alegre, ou seja, nem uma treta de um cêntimo de crédito. E ambos, tanto pelo passado como pelo presente como pelo futuro que deles se pode esperar, tendo em mente precisamente o que já se conhece. Esta, a verdade. Escamoteá-la é verdadeiro crime de lesa Portugal e os Portugueses.

E Portugal já os sofreu a todos. Trinta e cinco anos a sofrer na carne, no sangue e na alma os desmandos de gente deste calibre, já chega! Ou acha que não?
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terça-feira, 7 de setembro de 2010

2709. E.S.T.A.D.O.

A medida hoje tomada pelos chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da UE, fez-me lembrar algo que há muito tinha esquecido, na voragem dos anos.

Aqui há muitos anos, para aí uns 45 (imagine-se!), em Moçambique (e creio que também em Angola) os abusos com os carros do Estado atingira tais proporções que houve que tomar medidas drásticas.

Pensou-se no assunto... pensou-se.... pensou-se.... e concluiu-se que a única forma de pôr tudo no são era dar a todos os cidadãos a possibilidade de fiscalizar a coisa.


Como vai ser... como não vai ser... Até que surgiu uma mente brilhante que sugeriu que se escrevesse a palavra ESTADO a preto, em fundo branco e em letras maiúsculas e garrafais, em ambas as portas dianteiras de cada viatura, como a gravura documenta.

E foi assim que se acabou com a pepineira que era o abuso generalizado de os tipos detentores de viaturas do Estado as usarem em proveito próprio. Claro que isto foi feito no tempo em que "reinava" Salazar; jamais poderia ter acontecido em tempo de "reinação" de Sócrates e outros que tais...

Claro que, com o espírito habitual, a malta logo atribuiu àquelas letras de ESTADO o significado mais adequado, ou seja,

Este Sacana Transita Agora Debaixo de Olho

Foi remédio santo! Os jeeps e outros carrinhos (e não eram Audis nem Mercedes nem BMWs, note-se!) de imediato deixaram de andar numa fona a levar os meninos à escola e as madamas às compras, para passarem a ser usados em trabalhos do Estado, ele mesmo.

Que saudades dessa visão!

Já quase me tinha esqecido disso, quando agora vi a notícia de que os orçamentos de Estado dos países comunitários passam a estar sujeitos ao crivo de Bruxelas.

Talvez os sacanas não "transitem" a partir agora debaixo de olho, mas debaixo de olho passam a partir de agora a "orçamentar e gastar", já que os "alemões" se fartaram de encher a barriga a pançudos.

Venha outra como essa que é uma pressa, ó malta!
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