Aqui vão sendo deixados pensamentos e comentários, impressões e sensações, alegrias e tristezas, desânimos e esperanças, vida enfim! Assim se vai confirmando que o Homem é, a jusante da circunstância que o envolve, produto de si próprio. 2004Jul23
sábado, 16 de agosto de 2014
3191. ... e a cambada ficou possessa!
( Passos Coelho, ontem à noite, no Pontal )
E a cambada ficou possessa!
O que eles escoicearam, coitaditos!!!!
Uma vez mais se provou que não aguentam uma simples verdade proferida em frase que não deixa esquecer patifarias sem nome, indignidades vergonhosas, disfarçadas de normalidade comportamental... angelical!
São cambada e de cambada não passam!
Cambada, cujo máximo de competência convive mal com o próprio nível de incompetência, como enunciou Lawrence Peter...
domingo, 21 de fevereiro de 2010
2561. Ainda Marcelo e… o principio de Peter
Parece haver no PSD - mas não apenas ai - umas quantas pessoas que entendem que a melhor hipótese para presidente dos laranjas seria Marcelo Rebelo de Sousa.
Discordo em absoluto.
Primeiro, porque já lá esteve e, tirante a “grandíssima” vitória que foi a realização do referendo ao aborto, em 1998, nada fez de notório. E dispôs de todas as condições para tal.
Depois, porque, sob o ponto de vista político, Marcelo não está formatado para tais andanças. Uma coisa é ter a responsabilidade; outra muito diferente é sobre tudo ex-cathedra opinar com displicência.
De qualquer modo, estou quite seguro de que não correremos risco tão perigoso. Marcelo conhece a lei de Murphy e, assim, sabe bem que não pode ir além do seu patamar de incompetência política que está no comentário, razão por que jamais arriscará qualquer passo nesse sentido. Uma coisa é “eu faria”; outra, bem diferente, “eu vou fazer” ou “eu fiz”.
Embora de modo geral muito distintos entre si, Marcelo e José Pacheco Pereira têm esta vertente comum, porque são animais políticos irmãos gémeos.
De há muitos anos a esta parte que o comentarista Marcelo vem dando claros sinais dessa sua limitação e do conhecimento que dela tem. Como, então, esperar que algum dia resolva fazer política a sério, com todas a consequências decorrentes?
Adiante, pois. Deixemos onde está quem bem está e diverte o people. Não nos deixemos cair, porém, na tentação-asneira de forçar o desastre. Porque desastres é algo de que não temos falta, valha-nos Deus!
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quinta-feira, 18 de junho de 2009
2338. Sócrates e o princípio de Peter
...o "primeiro"
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No contexto em que é proferida, esta frase revela uma coisa de que se suspeitava, é certo, mas que agora fica completamente esclarecida, sem lugar a dúvidas, ou seja, que há certas nuances que o "primeiro" tem uma certa dificuldade em apreender.
Na verdade, significando aquela jactância que entende ter atingido os objectivos, nada mais dele se pode esperar. Isto porque, sob o ponto de vista filosófico, normal é que o Homem seja um ser em permanente insatisfação consigo próprio. Já por entender que poderia sempre fazer mais e melhor, já por, admitindo não ter isso sido possível, desejar que o tivesse sido e pretender que, numa próxima oportunidade, o venha a ser, para isso reunindo esforços e capacidades.
Trata-se da chamada insatisfação construtiva, que aproveita erros e ensinamentos do passado, para que não sejam cometidos no futuro, que se quer melhor.
Dizer-se - e certamente pensar-se - o que ele diz, é reconhecer em si incapacidade para continuar em frente, aperfeiçoando o desempenho a cada dia que passa.
A auto-satisfação é, desde logo, sinal de nada mais se ter para dar e, portanto, castradora, a morte do artista.
Ora, fazendo afirmação tão surpreendente, o "primeiro" deixa a descoberto que há certas minudências - que distinguem os grandes Homens dos simples comparsas - que lhe escapam às conjecturas, o que parece revelar um pensamento pouco estruturado, sem objectivos definidos, ao sabor da corrente dos acontecimentos, e que, por tal motivo, não está à altura de resposta adequada às exigências do cargo que ocupa.
Mas revela ainda outra coisa muito sintomática:
Que o "primeiro" reconhece ter atingido o auge das suas capacidades, pelo que, seguindo as linhas mestras do pensamento que levou Laurence John Peter a formular o célebre princípio a que deu o nome, princípio que teoriza que, atingido o seu nível de incompetência, não mais pode ser "promovido", não podendo, pois continuar a ser o chefe do governo.
Se deu tudo o que tinha a dar e, portanto, nada mais podendo ser-lhe exigido, por estar esgotado o seu arcevo de competência, não mais lhe pode ser conferida a possibilidade de continuar a dar cabo disto tudo.
É, o "primeiro" fala... fala... fala... (agora até com aqueles balidos, em jeito de agnus imolado pela Páscoa...) e, como não "alcança o alcance" de algumas coisas, cai nestas...
Glossário:
- "primeiro" - o que surge em primeiro lugar, à frente de todos, isto é, o maior responsável pelo vil estado a que chegámos.
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