Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal
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domingo, 8 de abril de 2012

2930. Dêem-lhas já!

Por favor façam-lhe a vontade.
Quanto mais antecipadas, melhor, porque mais depressa nos vemos livres do... e dos seguidores que por aí andam a disparatar

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

2844. A democrata Ana Drago


Com voz um tanto esganiçada, a inefável Ana Drago ontem, no Parlamento:

- E fique o governo sabendo que, se pensa que vai ter paz social depois deste acordo, não a vai ter, não senhor.

Faltou que alguém lhe perguntasse:

- Essas palavras significam uma ameaça sua, do seu partido e democratas similares, de que vão provocar a máxima agitação possível, quiçá tentar mesmo o caos social, como na Grécia foi feito, com os resultados conhecidos?

É que a gente só quer saber.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

2592. Finalmente a Comissao de Inquérito

Finalmente, a Comissão Parlamentar de Inquérito acerca das pressões sobre a Comunicação Social e da "mentira" do primeiro-ministro perante a Assembleia da República vai para a frente.

O líder da bancada parlamentar do Partido Social Democrata, João Pedro Aguiar Branco, anunciou que o seu partido vai propor a criação da Comissão.

Cede-se, deste modo, à "exigência" do Bloco de Esquerda, que há muito reclama tal via. Também o PP se mostrou já favorável à instalação da Comissão.

Curiosamente, chegam notícias de que Marques Guedes, presidente da Comissão de Ética, sob o auspícios de quem têm estado a decorrer as audições, manifesta a intenção de prossegui-las.

Que o trabalho feito até agora pelos "éticos" seja aproveitado pelo nova Comissão a formar, compreende-se. O que não é de todo compreensível é que Marques Guedes teime em prosseguir com a acção de uma Comissão que manifestamente não dispõe dos poderes necessários para averiguação do caso até às últimas consequências, mais se aproximando as sessões ate agora decorridas de conversas de amigos um tanto desavindos (em alguns casos, como no de ontem com Rui Pedro Soares até raiando o achincalhamento da Comissão) do que uma comissão parlamentar pronta a contribuir para que se faça justiça a sério e não mero arremedo.

Marques Guedes terá que rapidamente repensar a sua estranha posição, sob pena de se ver ultrapassado pelos acontecimentos.

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quarta-feira, 27 de junho de 2007

1155. Francisco Louçã e o Tratado da União

Acima de tudo a verdade deve ser respeitada. É o que com este post eu próprio quero fazer.

Francisco Louçã, de quem politicamente e por princípio não posso discordar mais do que discordo, em discurso no hemiciclo de S. Bento, no debate que antecede o início da Presidência Portuguesa da União Europeia, acaba de, preliminar e certeiramente arrasar o "entendimento" a que se chegou na Cimeira Europeia de há dias, acerca do Tratado da União.

Não era possível dizer mais - e de forma tão clara - do que Francisco Louçã disse, demonstrando o equívoco e - em certos casos, pior do que equívoco, o dolo - que constitui tal acordo, que talvez convenha a todos quantos lá pelos corredores de Bruxelas o congeninaram, mas que, efectivamente, é uma vergonha, um verdadeiro desastre, porque embuste, para os interesses dos povos que esses senhores supostamente representam.

E, relativamente ao caso português, Francisco Louçã foi mesmo de uma pontaria assombrosa. Está, no seu discurso, tudo o que havia para dizer e que era imprescindível que se dissesse. Pois bem, foi dito, está dito, ninguém o poderá já apagar.

Alguém o teria que dizer. Pessoalmente, gostaria que outro o tivesse dito, dada a minha total dessintonia com as opções políticas de Louçã. Mas mais ninguém o disse de forma tão ajustada como o fez o líder do Bloco de Esquerda.

Lapidar! Honra lhe seja!

De tal forma que vou solicitar ao grupo parlamentar do BE uma cópia da intervenção. Logo que disponha da cópia, tenciono publicá-la.
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