Aqui vão sendo deixados pensamentos e comentários, impressões e sensações, alegrias e tristezas, desânimos e esperanças, vida enfim! Assim se vai confirmando que o Homem é, a jusante da circunstância que o envolve, produto de si próprio. 2004Jul23
sábado, 18 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
2844. A democrata Ana Drago

Com voz um tanto esganiçada, a inefável Ana Drago ontem, no Parlamento:
- E fique o governo sabendo que, se pensa que vai ter paz social depois deste acordo, não a vai ter, não senhor.
Faltou que alguém lhe perguntasse:
- Essas palavras significam uma ameaça sua, do seu partido e democratas similares, de que vão provocar a máxima agitação possível, quiçá tentar mesmo o caos social, como na Grécia foi feito, com os resultados conhecidos?
É que a gente só quer saber.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
2749. Veja os verdadeiros resultados eleitorais (23Jan2011)
Estes são os resultados que realmente interessam da eleição de ontem e devem fazer pensar muito seriamente todos quantos se preocupam com o País e os Portugueses.* Número total de eleitores: 9.629.630
(Numa população de 10.300.000! Pura aldrabice! Não se dá baixa dos falecidos, por não convir, por causa dos mandatos, ou seja, dos tachos que os partidos têm para distribuir pelas clientelas)
* Votaram apenas 4.489.904, ou seja, 46,63% dos tais eleitores.
* O vencedor obteve 2.230.104 votos, ou seja, votaram nele apenas 23% dos eleitores.
* Os outros candidatos, todos juntos, representam 20% dos eleitores.
* A totalidade de eleitores que não se identifica com esta pantominice representam 59,56% do total de eleitores, divididos por esta forma:
- Abstenção – 53.37%
- Nulos – 1.93%
- Brancos – 4.26%
Estes os números reais. Os restantes são meras fantasias para endrominar o pessoal.
É esta a democracia que temos!
Chega-lhe?
...quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
2493. As pressões sobre os magistrados do Freeport

Sobre este caso, apenas se me oferece dizer:
- Bem, um já lá vai!...
E
- uma vez que o seu advogado garante, alto e bom som, que o homem "está a ser o bode expiatório das pressões que, em Janeiro, a hierarquia do MP fez para que o caso Freeport fosse arquivado" -
cabe perguntar:

- Então e os outros dois... ou três e uma?...
...
...
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
2482. A demissão que se impõe
a eleição e manutenção em funcões de um
presidente da República?
Esta pergunta resulta directamente do que acima fica dito, sendo ainda decorrência do que estipula a Constituição (artº 120º)
Será que, depois de todo o miserando espectáculo dado pelas principais figuras de vários órgãos e instituições de cúpula, a que vamos assistindo com pasmo, desagrado e constrangimento de há anos a esta parte e que a cada dia que passa se agrava, o actual titular do cargo considera que as instituições, supostamente democráticas, estão a funcionar regularmente e que os respectivos titulares as dignificam?
Para a acção que se tem visto por parte da Presidência da República, na conjuntura muito difícil que temos vivido, não precisamos de ter em Belém ninguém mais preparado do que um miúdo do final do ensino secundário ou mesmo ninguém. Porquê, então, tantos gastos sumptuosos, para tão pouco labor em defesa dos direitos e interesses dos Portugueses?
Será que estamos condenados a não passar de um país miserável, indigno de ombrear com as nações decentes do planeta, que as há?
...
segunda-feira, 15 de junho de 2009
2319. Auditoria às sondagens? Tá maluco ou quê?
semelhante à que se fez no Reino Unido em 1992?
Pedro Magalhães, cronista do Público
2009.06.15
Por três razões essenciais:
1ª razão essencial - Porque tal muito desgostaria certos cromos a quem o status quo muito aproveita. Para se chegar ao cerne da questão, é preciso não deixar de fazer a pergunta dos antigos romanos: cui prodest? E tentar responder-lhe.
2ª razão essencial - Porque o Reino Unido é uma democracia velha, velha, velha... portanto usada e gasta, enquanto que a nossa é novinha em folha... a brilhar por todos os lados.
3ª razão essencial - Porque nada temos a aprender com os beefs ou quaisquer outros... Eles connosco, isso sim...
...
segunda-feira, 1 de junho de 2009
2256. Voto nulo é a solução
Porque, com o voto NULO:
Os eleitores descontentes com o comportamento dos actuais partidos e políticos portugueses:
- Cumprem o dever cívico de votar
(se os políticos não cumprem os seus deveres, então que haja alguém que cumpra! Quem melhor do que os eleitores, para poderem exigir depois?);
- Dificultam as “chapeladas eleitorais”
(a abstenção e o voto em branco facilitam muito as batotas eleitorais. Preencher-se um boletim em branco ou pôr-se a votar quem à mesa de voto não foi, é extremamente fácil… e já tem havido muitos casos desses… conhecidos, porque dos desconhecidos, quem é que sabe?... Há mesas eleitorais e de escrutínio que são preenchidas exclusivamente por filiados e simpatizantes do partido dominante na região…);
- Dão a maior lição possível aos políticos que nos envergonham
(já imaginou o escândalo que seria aparecerem na votação 10% ou mais de votos nulos?)
Enquanto o comportamento dos políticos não mudar, há que tornar o VOTO NULO o "partido" mais votado em Portugal.
Garanta a mudança do sistema:
2255. Jerónimo e os "chicos-espertos"
O líder do PCP apelidou hoje de “chicos-espertos” aqueles que andam “por aí a questionar o valor do voto” e a dizer “que se calhar não vale a pena ir votar, porque o resultado é ter mais do mesmo”.
“Chicos-espertos! Nós não enfiamos a carapuça!”, gritou Jerónimo de Sousa no palco do teatro Garcia de Resende perante cerca de 400 apoiantes da CDU. “Estão a dizer aos trabalhadores para não irem votar para que os seus partidos continuem a mandar neste país”, acrescentou.
Jerónimo de Sousa respondia assim indirectamente aos comentários do bastonário da Ordem dos Advogados que afirmou que “entre alternativas que são mais do mesmo, se calhar é altura de se questionar o valor do voto”.
Público 2009.06.01
* * *
Ó Jerónimo, também eu sou contra a abstenção, porque se os políticos, como bem se sabe, diariamente desprezam e maltratam a democracia, então que, ao menos, os cidadãos lhe dispensem algum respeito.
Mas lá que é cada vez mais do mesmo, lá isso… Claro que Marinho e Pinto não tem a mínima autoridade para afirmações dessas e, ao fazê-las, confirma aquilo que dele já toda a gente ficou a saber de sobejo.
A verdade, verdadinha, caro Jerónimo, é que “mais do mesmo” é votar em qualquer dos actuais partidos que se apresentam a sufrágio, porque está visto que são incapazes de uma postura correcta perante o país e os seus concidadãos.
Deste modo, a única opção que fica para os eleitores que querem demonstrar o seu desagrado e dar uma lição aos políticos do indecente status quo em que vivemos, ao mesmo tempo que cumprem um dever cívico que não pode ser ignorado, é votar NULO.
...
sexta-feira, 29 de maio de 2009
2248. Ainda a "peça" da ERC
Veja-se a peça introdutória da notícia da reprovação da ERC em relação à forma como a TVI aborda o tema Freeport e outros do desagrado dos poderes conjunturalmente em vigor. O texto que segue é transcrição do site da própria ERC.
Assim, o Conselho Regulador da ERC decidiu "instar a TVI a cumprir de forma mais rigorosa o dever de rigor e isenção jornalísticas, aqui se incluindo, nomeadamente, o dever de demarcar "claramente os factos da opinião" (artigo 14.º, n.º 1, alínea a) do Estatuto do Jornalista)".
O Conselho Regulador não deixa de "reafirmar, sem prejuízo do antes exposto, o papel desempenhado pelos órgãos de informação nas sociedades democráticas e abertas como instâncias de escrutínio dos vários poderes, designadamente políticos, sociais e económicos".
O destacado em bold e preto é da responsabilidade deste blog.
1. Curiosamente, ou talvez não, as queixas não indicam os factos que integram a violação dos deveres ético-legais do jornalismo, designadamente de falta de rigor e de isenção. Mas isso pouco importa também, porque as acusações podem dizer o que lhes der na real gana que daí só lhes virá mal se a acusada invocar a violação do respeito que lhe é devido, configurado em denúncia caluniosa...
2. Já quanto à actuação da ERC, organismo com responsabilidades que não pode enjeitar, repare-se bem neste mimo:
verificada, à luz da análise efectuada, a possibilidade de a TVI ter posto em causa o respeito pela presunção de inocência dos visados nas notícias
"Verificada a possibilidade de a TVI ter posto em causa o respeito pela..."
Verificada a possibilidade?! Mas trata-se de uma brincadeira?! A possibilidade? Então reprova-se oficial e publicamente a TVI com base na verificação de uma mera possibilidade?! Mas a que é que o poder acantonado fez chegar já os organismos públicos? Que é isto?!?!
3. a TVI se afastou de alguns princípios expostos no seu Estatuto Editorial
Ok! Quais? Essa coisa de se atirar foguetes para o ar, sem cuidar de apanhar as cadentes canas é coisa desculpável a ignaro fogueteiro mas inaceitável vindo da ERC.
4. o dever de demarcar "claramente os factos da opinião
Mas os factos estão bem demarcados. São vídeos e outros documentos indesmentíveis e, até agora, indesmentidos pelos "agravados", sem que qualquer deles, instados a fazê-lo, pela própria estação, que sempre se dispôs a ceder-lhes tempo de antena, o tivesse querido fazer. Por que razão? Seria bom que os próprios explicassem. Mas a ERC passa sobre isso como sobre vinha vindimada... Talvez seja melhor ignorar tal questão. E quer-se factos mais demarcados de qualquer opinião, do que vídeos, gravações audio e outros documentos autênticos?
5. reafirmar, sem prejuízo do antes exposto, o papel desempenhado pelos órgãos de informação nas sociedades democráticas...
Fraseologia sem qualquer interesse, claramente utilizada para "encher papel", dando a sensação de muito sumo onde claramente se vê não o haver.
Em substância o que é que daqui se retira? Quem isto lê que ajuíze...
...
quinta-feira, 28 de maio de 2009
2246. Está em curso verdadeiro golpe de Estado
A forma isenta, directa, responsável e fundamentada como a TVI - designadamente o seu Jornal Nacional das sextas-feiras - tem vindo a noticiar os meandros do caso Freeport, mas não apenas este, vem causando grandes engulhos aos principais personagens dos vários actos, postos, assim, a descoberto frente à opinião pública.
As peças jornalísticas que a estação televisiva tem apresentado são de tal ordem e baseiam-se em trabalho de investigação tão sério e profissional que jamais foram desmentidas ou postas em causa, fosse por quem fosse, como curial seria por quem se sente incomodado com a sua inverdade. E, claro, fundamentadamente como, até agora, a estação tem feito.
Sabe-se, porém, como actuam os poderes tendencialmente autoritários, mas ainda sem força para imposições de cara destapada.
Em vez de se servirem dos mesmos meios para, honradamente e de forma limpa, demonstrarem a sem razão das referidas peças jornalísticas que tanto os incomodam, servem-se, isso sim, de outros meios que só estão ao seu alcance – por isso são poder… – ainda que a verdade seja atropelada e os direitos dos cidadãos trucidados.
Assim, no desespero em que se vêem – e, repito, em vez de, como seria normal, contestarem as peças que os incomodam, mediante a apresentação de outras que as contradigam e provem a razão que à viva força para si reclamam – fazem uso de meios só ao seu dispor para impressionarem e iludirem a opinião pública, na intenção de lançar cortina de fumo e muito ruído sobre a verdade que tanto os incomoda, desse modo criando condições para que decisões mais gravosas da liberdade de informação ganhem espaço de acção.
O episódio da passada sexta-feira só não é claro para quem deliberadamente não queira ver. Foi um evidente toque a reunir.
Desta vez, o veículo encontrado para o transporte do fumo e do ruído foi a ERC, que – ingénua ou deliberadamente, vá-se lá saber – alinhou na farsa, maltratando a verdade e pondo igualmente em causa a sua própria independência face ao poder político instalado.
A deliberação de hoje do seu Conselho Regulador é de tal modo elucidativa que me abstenho de outros comentários, limitando-me a deixar aqui o link para a peça. E que peça!
Apenas... não termino estas breves linhas sem alertar para o real ataque em curso contra os direitos, liberdades e garantias que a Constituição da República Portuguesa garante, como sejam o de livremente informar e ser informado.
É sabido que é sempre assim que os regimes autoritários começam; sabe-se também onde tudo acaba por desaguar. Hugo Chavez é, talvez, o exemplo mais recente do que certamente não queremos para Portugal.
Por tal motivo, os cidadãos portugueses não devem descuidar a sua atenção sobre estes episódios que, a pouco e pouco mas sem detença, vão configurando ataque deliberado, geral e demolidor, à liberdade dos cidadãos e à honorabilidade e credibilidade do país no concerto europeu e mundial.
Antes de que seja tarde demais, por sem remédio.
(Para outras informações de interesse e melhor compreensão do que verdadeiramente está em causa, siga este link).
...
domingo, 3 de agosto de 2008
1692. A sinalização de blogues
Doc 1
click para ampliar
Na "barra de navegação" (navbar) do Blogger existe um botão, com a designação de "assinalar blogue" ou "sinalizar blogue" (flag) que, no fundo, outra função não tem verdadeiramente do que, como o próprio Blogger reconhece na sua Ajuda (help), a de possibilitar que qualquer bloguista que entenda que o blog que está a visitar não lhe agrada, possa do facto dar conhecimento ao Blogger, para que tome as providências que julgue adequadas (cfr. doc 1), as quais antecipadamente ninguém sabe quais possam ser, pelo que permitem todas as arbitrariedades.
Esta preocupação do Blogger pelo bem-estar dos seus clientes seria muito louvável - e até de muito aplaudir - se não levantasse problemas de outra índole e bem mais graves tanto para a comunidade bloguista, e mesmo para além dela, do que um simples incómodo que, por muito justificado e honorável que se revele, em nada se assemelha com o que constitui grave atentado contra a liberdade de expressão, que deve constituir valor cimeiro das preocupações de qualquer sociedade que se pretenda democrática.
Doc 2
click, para ampliarE por que digo isto? Pela razão simples de que qualquer cidadão pode, com um corriqueiro e aleatório click, colocar um blog, ainda que muito respeitável, sob suspeita infamante.
Mas tal situação não acontece por um simples click de um único cidadão - ser-me-á dito, para contrariar o meu "irrazoável alarmismo" - pelo que, sendo necessário um certo número de clicks- não especificado, aliás - e de diferentes pessoas, como afirma o Blogger, (cfr. doc 2), a hipótese de de que aconteça qualquer abuso estará sempre salvaguardada.
Não esquecendo toda a consideração que me merece o Blogger, pelo espírito democrático que o enforma e de que tem dado inúmeras provas, ainda assim pedirei licença para discordar desta posição.
É que, sendo certo que não basta a vontade aleatória de um simples cidadão, se ele se constituir em grupo - de ninguém sabe de quantos membros... - aí o caso muda de figura . E não pode ser. Não pode mesmo ser, repito. Poderes discricionários e não vigiados acabam sempre mal. Muito mal mesmo.
Doc 3
click, para ampliar
Se algum blog não cumpre as regras da boa e sã convivência inter-pessoal ou mesmo inter-institucional, em sociedade que se afirme democrática, ou seja, não se conforma com regras escrupulosamente legais e legítimas que a sociedade impõe a si mesma, é saudável - e exigível - para o conjunto da mesma sociedade e de cada um dos cidadãos que a integra, que o titular do blog seja chamado à responsabilidade cívica e mesmo judicialmente perseguido. Mas apenas e tão só judicialmente. Actuar discricionariamente, portanto fora desse domínio, constitui abuso intolerável que não pode nem deve ser permitido.
Para facilitar a compreensão do que estou a dizer, seja-me permitido exemplificar, mas não sem antes chamar a atenção para o doc 3, que retirei do acesso ao blog O jumento, quando hoje ali quis entrar.
No aviso com que se depara quem ao blog pretenda aceder diz-se muito claramente que "alguns dos leitores deste blogue contactaram o Google porque acham que o conteúdo do mesmo é reprovável".
Nem sequer se diz quantos foram os leitores!
Nem sequer se consigna a razoabilidade encontrada no que "acharam de reprovável no conteúdo do blog"!
Nem sequer se esclarece qual "conteúdo"!
Mais elucidativo da não conformidade com os preceitos democráticos de uma sociedade livre e arejada não se pode ser.
Mas há mais:
Quem é que decidiu que um tal aviso "caracterizador" do blog devia ali ser colocado, para prevenir quem ali chegasse? E com que fundamentação o fez? Estas são questões a que o Blogger está obrigado a responder cabalmente.
Como disse atrás, a consideração que tenho pelo Blogger induz-me a considerar que a medida tomada o foi na melhor das intenções e com espírito aberto, até porque não se fechou o blog (nem se podia, aliás, sem mandado judicial), apenas se tendo ali colocado aquele aviso. Mas tal aviso é extremamente gravoso da dignidade de quem o sofre, porque queira-se ou não, é indelevelmente infamante. Mais ainda se se provar que nada no blog justifica a sua afixação. E ainda que justificasse... A justificação para tal afixação, porém, só pode ser dada por um tribunal, regular e legalmente constituído.
Vamos mais longe ainda.
A vingar esta tese, entraríamos no regabofe total.
Imagine-se, por um momento, que um certo número de membros de um partido político, de uma seita, de um clube de futebol, de uma associação de malfeitores, enfim! - que as há, como é sabido - entendia que determinado blog, embora noticiando verdades e/ou comentando-as, se tornava muito incómodo por destapar patifarias várias.
Como as coisas estão, bastar-lhes-ia que premeditadamente combinassem entre si e, um por um, "sinalizassem o blog".
Tanto bastaria - como bastou no caso do Jumento -, para que o Blogger, confrontado com um determinado número (e continuamos sem saber qual a sua real expressão...) de "sinais", decidisse, como decidiu, à sua entrada colocar um aviso que é, não tenhamos mesmo medo das adjectivações quando elas correspondem à verdade, realmente infamante, de tal forma que, por muito reparado que o seu autor venha posteriomente a ser, jamais do labéu se livrará.
Ora, situações destas, nitidamente configuradoras de uso ilegítimo de meios de poder não podem ser aceites em sociedades democráticas, em que, por vontade expressa dos cidadãos, regularmente manifestada nas urnas, o Direito e a Justiça se sobrepõem e "aniquilam" a arbitrariedade e a injustiça de grupos minoritários, normalmente adversários da Democracia.
Assim, é bem ciente de que este é assunto sumamente importante para a comunidade bloguística em que nos inserimos que solicito a todos quantos este post leiam, que o divulguem da forma que mais adequada julguem, inclusivamente por transcrição do texto para os seus próprios blogs, de forma a que chegue ao maior número de pessoas possível. É preciso alertar.
Por mim, além do que já fica feito, tentarei fazer chegar ao Blogger esta minha preocupação, entregando-lhe o texto, para apreciação e tomada de medidas que julguem adequadas.
Faço-o, repito, porque sou a entender que o Blogger e quem nele trabalha, demonstrou já, ao longo de anos, que é o espírito democrático que enforma o projecto, pelo que me recuso a admitir que a posição agora tomada não tenha sido resultante de um qualquer mero mal entendido que se quererá corrigir de imediato.
Ruben Valle Santos
Setúbal
Portugal
...
sexta-feira, 27 de junho de 2008
1576. Qual é ele, qual é?
Sabe que país é este representado no mapa?Dou uma dica:
É um dos 27 da actual União Europeia.
Outra:
Desses 27, é actualmente o único em que os poderes públicos respeitam o cidadão comum.
Outra ainda:
O único em que a Democracia é coisa séria e não mera excrescência política, desprezível.
Já chega de dicas. Qual é, então, o país?
Vá lá, vá lá... mais uma:
Evidentemente que não se trata de Portugal. Mas isso já tinha percebido, não?
domingo, 4 de maio de 2008
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
1410. Resistir !
Não vivemos!Em cada dia que passa, mais se aperta o laço que a vai estrangulando, que nos vai atabafando.
As liberdade individuais - e as outras - estão, de momento em momento, em maior perigo.
E quem erroneamente pense que isto que é mera conversa de pessimismo, de derrotismo, até de bota abaixismo, que faça um pequeno exercicio, olhando em redor. Com olhos de ver.
De imediato verá.
Resta-nos alguma esperança. Ténue, embora.
Assenta na circunstância de verificarmos que alguns de nós, após anos de letargia, vão começando a despertar para as realidades e outros, menos ainda do que aqueles, a descerrar os lábios também e a dar uso imperioso à pena ou ao teclado.
Há que ser firme. Quebrar quase sempre revela mais dignidade do que torcer. Aqui, uma vez mais.
As palavras de ordem, únicas armas de que dispomos, são resistir, resistir, resistir sempre e cada vez mais.
ÀS ARMAS !!!
...
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
1365. O Blog

Na verdade, Do Portugal Profundo consegue congregar em si - e dar-lhes voz - todos os sentimentos mais íntimos de redenção da nossa sociedade de milhares e milhares de portugueses que assistem com funda apreensão à degradação consistente e em crescendo da situação política, moral e social do nosso país.
Sem o referir, António Balbino Caldeira faz-nos relembrar a frase célebre de Eça de Queirós que, por motivos muito semelhantes, se bem que, em certa medida não tão graves, afirmou que "aquele governo não cairia porque não era um edifício; sairia com benzina, porque era uma nódoa". E acrescentaremos: nem só o governo; também a sociedade que, afinal, ajudamos a enterrar-se na lama.
Do Portugal Profundo traz-nos mesmo os anseios de liberdade, de democracia de sociabilidade que nos têm sido denegadas a cada dia que passa.
Por isso ele foi, em 2007, o "meu blog". Tal como em 2006... e em 2005... e em 2004, ano em que dele tomei conhecimento.
Honra lhe seja, António!
Aceite um abraço.
...
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
1347. O recibo de leitura
Como tinha já dado notícia sugeri o envio de um email a vários destinatários ligados ao MillenniumBCP.
Eu próprio o fiz, no passado dia 29. Com pedido de recibo de leitura. três deles, como já era esperado, não o "deixaram" vir. Recebi hoje, porém, o quarto, que aqui fica, para esclarecimento.
Adenda, em 02Jan2008
Mais um acaba de chegar:
sábado, 29 de dezembro de 2007
1342. Cidadania e democracia directa

e democracia directa da maior importância para o país
( se V. quiser, evidentemente)
Assim, se tem conta aberta no Millenium e discordar desta manobra, que visa deixar nas mãos de meia dúzia de pessoas, ligadas ao socratismo, as duas maiores instituições bancárias do País, ou seja, a Caixa Geral de Depósitos (Faria de Oliveira foi lá colocado agora, numa evidente camuflagem da manobra geral em curso) e o MilleniumBCP, a acrescentar ao Banco de Portugal que, como é sabido, também está nas mesmas mãos - assim passando a dominar toda a banca portuguesa que realmente conta - não hesite nem se atrase.
Envie um email nos termos que abaixo vão sugeridos ou noutro qualquer similar, para as entidades que também abaixo são mencionadas.
com a conta n.º XXXXXXXXXXXXX,
discordando em absoluto da tomada de poder do Grupo
pela facção do socratismo socialista
na próxima Assembleia Geral de 15 de Janeiro de 2008,
se tal tomada de poder se vier a concretizar.
Apresenta cumprimentos
O email deve ser enviado para os seguintes endereços e este modelo distribuido pelas pessoas das suas relações, para conhecimento geral e actuação em conformidade, por quem assim o entender:
A ideia e os elementos para este post
foram colhidos no blog
Do Portugal Profundo,
de António Balbino Caldeira.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
quarta-feira, 25 de julho de 2007
1196. Se o diz talvez seja porque o sabe...
A crítica é olhada com suspeita, o seguidismo transformado Contra
Público - 24.07.2007
(...)
Mas que têm em comum a delação e a confusão entre lealdade e subserviência. Casos pontuais que, entretanto, começam a repetir-se. Não por acaso ou coincidência. Mas porque há um clima propício a comportamentos com raízes profundas na nossa história, desde os esbirros do Santo Ofício até aos bufos da PIDE.
(...)
Na campanha do penúltimo congresso socialista, em 2004, eu disse que havia medo. Medo de falar e de tomar livremente posição. Um medo resultante da dependência e de uma forma de vida partidária reduzida a seguir os vencedores (nacionais ou locais) para assim conquistar ou não perder posições (ou empregos). Medo de pensar pela própria cabeça, medo de discordar, medo de não ser completamente alinhado.
(...)
Gostei de ouvir Sócrates a manifestar-se contra o pensamento único. Mas é este que condiciona e espartilha em grande parte a acção do seu Governo.
(...)
Admito que a porta é estreita e que, nas circunstâncias actuais, as alternativas não são fáceis. Mas há uma questão em relação à qual o PS jamais poderá tergiversar: essa questão é a liberdade. E quem diz liberdade diz liberdades. Liberdade de informação, liberdade de expressão, liberdade de crítica, liberdade que, segundo um clássico, é sempre a liberdade de pensar de maneira diferente.
(...)
Não se pode esquecer também a responsabilidade de um poder mediático que orienta a agenda política para o culto dos líderes, o estereótipo e o espectáculo, em detrimento do debate de ideias, da promoção do espírito crítico e da pedagogia democrática. Tenho por vezes a impressão de que certos políticos e certos jornalistas vivem num país virtual, sem povo, sem história nem memória.
(...)
Por isso, como em tempo de outros temores escreveu Mário Cesariny: "Entre nós e as palavras, o nosso dever falar." Agora e sempre contra o medo, pela liberdade.
* * *
Estando Manuel Alegre tão perto do Poder - do PS como do Governo - como poderei eu, nesta oportunidade, contradizê-lo ou mesmo achar que não sabe do que está a escrever?
...





