Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal
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terça-feira, 17 de abril de 2012

2936. Década 2000-2010 em Portugal


Respigos de afirmações de Medina Carreira do programa “Olhos nos olhos” da TVI, de ontem:

1 –
Entre 2000 e 2010,

A receita pública cresceu 36.000 milhões de euros;
A dívida pública cresceu 100.000 milhões de euros.

Notas:
a) Significa que nessa década, tendo a dívida pública crescido 100.000 milhões de euros,
isto é, à razão de 10.000 milhões de euros anuais, ou seja, à razão de mais de 830 milhões de euros por mês
b) Na década em questão, o PS foi governo sozinho durante 8-anos-8, ou seja, 2000, 2001, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010.
c) Surpreendemo-nos e achamos que agora é que estamos a ser roubados?!

2 –
Se entre 2013 e 2017 a economia crescer à média de 1,5%% ao ano, no final do período apenas se conseguirá recuperar 4.000 milhões de euros, que correspondem ao valor do corte do subsídios agora cortados.

Nota:
a) Na famigerada década 2000 a 2010 a economia cresceu à média de 0,6% ao ano, ou seja, foram 10 anos a rasar a recessão...
b) Ainda nos surpreendemos e achamos que agora é que estamos a ser roubados?!?!

3 –
O que Portugal vive actualmente é tão simples como isto:

Trata-se de um permanente problema de tesouraria, resultante da circunstância de o Estado

* não ter dinheiro;
* não poder depreciar moeda;
* não poder mexer em juros;
* não poder aumentar a carga fiscal por a receita daí resultante não aumentar;
* não encontrar já quem lhe empreste o dinheiro de que precisa;
* viver dependente das “tranches” trimestrais que lhe são enviadas pela “troika”, após as avaliações do desempenho das cláusulas do acordo, o que faz com que se a tranche vier ser razoável a disponibilidades de tesouraria para satisfação dos compromissos assumidos e se não vier ser nula tal disponibilidade .

Nota:

Mas, na verdade, surpreendemo-nos ainda e achamos que agora é que estamos a ser roubados?!?!?!

quarta-feira, 7 de março de 2012

2904. Parque escolar

A coisa está a refinar...

Até aqui, à abertura semanal de um armário, lá saltava um cadáver.

Agora é já à abertura diária.

Isto não é já um poço sem fundo; antes um poço com muitos fundos...

http://www.ionline.pt/portugal/pressa-socrates-arrasou-parque-escolar-numeros-eram-falsos

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

2796. Momento único


2795. Vigarices e vigaristas

Vamos lá esclarecer uma circunstância de elevada importância:

Vigarista é vigarista e gatuno é gatuno seja qual for a circunstância.

No entanto,

* as vigarices e roubalheiras de qualquer patife, possíveis por força do poder adquirido enquanto em funções governativas, mas levadas a efeito APÓS terminadas essas funções, têm determinada gravidade;
* as vigarices e roubalheiras do mesmo patife, levadas a efeito ENQUANTO no exercício de funções governativas, têm gravidade incomensuravelmente maior.
Ora, medite lá um pouco no assunto. E, de futuro, não caia na pecha que confundir uma circunstância com a outra. São bem distintas.

Embora graves ambas e passíveis de pesada condenação judicial, a gravidade referida a actos praticados APÓS o exercício de funções governativas não tem comparação possível com a dos actos praticados DURANTE o exercício.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

2539. Ora, vamos lá pôr tudo isso no são...

Os socialistas andam para aí a propalar que a eleição de Vítor Constâncio é uma honra para o país e que, com essa eleição, ficam evidenciados o prestígio de Constâncio e a capacidade de influência do socrático governo no concerto europeu.

Ora, vamos lá pôr tudo isso no são.

* * *

Constâncio eleito para o BCE no interesse da Alemanha
A nomeação para a vice-presidência do Banco Central Europeu abre portas para que um alemão assuma a liderança da instituição.

Como previsto, Vítor Constâncio, governador do Banco de Portugal (BP), foi ontem escolhido pelos países da zona euro para vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), uma decisão que resulta sobretudo da vontade da Alemanha de aceder à presidência da instituição.

A decisão foi tomada pelos ministros das Finanças dos 16 países da zona euro e será hoje confirmada pelos mesmos titulares da totalidade da União Europeia (UE). O processo da sua nomeação, que necessita de um parecer do Parlamento Europeu, será concluído pelos líderes dos Vinte e Sete na cimeira de 25 e 26 de Março.

Enquanto governador do BP, Constâncio tem desde 2000 assento no Conselho de Governadores do BCE, composto por todos os países membros, que define a política monetária da zona euro (sob proposta dos seis membros do comité executivo). Nas novas funções, herdará a responsabilidade pela supervisão financeira exercida pelo grego Lucas Papademos, cujo assento assumirá a 1 de Junho.

A escolha do ex-secretário-geral do PS escancara a porta para Axel Weber, governador do Bundesbank, o banco central alemão, aceder à presidência do BCE quando o mandato do actual titular, o francês Jean-Claude Trichet, terminar em Outubro de 2011.

De acordo com a imprensa alemã, a nomeação do português concretizou-se por vontade expressa de Angela Merkel, chanceler federal, de promover a candidatura de Weber. O WirtschaftsWoche afirmou mesmo que a chanceler "orquestrou" um apoio maioritário dos 16 países do euro em favor do candidato português. Afastados ficaram assim os outros dois candidatos - o governador do Banco do Luxemburgo, Yves Mersch, e o director do Banco Nacional da Bélgica, Peter Praet - que ontem ainda se mantinham na corrida.

Segundo as regras tacitamente aceites pelos países do euro, entre os seis membros do comité executivo do BCE, quatro são "cativos" para os quatro maiores países - França, Alemanha, Itália e Espanha -, sendo os outros dois exercidos pelos restantes países com base numa rotação que tem em conta o equilíbrio entre o Norte e o Sul, grandes e pequenos Estados e "pombas" e "falcões", ou seja, os defensores de uma política monetária virada para o controlo intransigente da inflação, e os mais sensíveis à promoção do crescimento económico. Constâncio é geralmente considerado uma "pomba".

Igualmente assente estava a atribuição da nova vaga a um dos países fundadores do euro que nunca tiveram assento no comité executivo. O que limitava a escolha a Portugal, Bélgica, Luxemburgo e Irlanda.

De acordo com o que afirmou em Janeiro o próprio Vítor Constâncio, a escolha não é feita "com base no mérito mas enquanto resultado de uma negociação entre os governos".

No centro da negociação estava, precisamente, a candidatura alemã à presidência do BCE, que, de acordo com a convicção generalizada, só se poderá materializar com a nomeação de Constâncio. Ao invés, se a escolha dos Dezasseis tivesse incidido sobre um dos outros dois candidatos, o respeito pretendido pelos diferentes equilíbrios excluiria Weber, abrindo a porta ao italiano Mario Draghi.

De nada serviram assim os protestos feitos durante o fim-de-semana por Jean-Claude Juncker, primeiro-ministro do Luxemburgo e presidente do Eurogrupo numa entrevista ao Süddeutsche Zeitung, contra o facto de o seu candidato ser preterido "por razões que estão no futuro".

A nomeação de Constâncio significa que durante os próximos oito anos haverá dois portugueses entre os vinte e dois membros do Conselho de Governadores do BCE - um por cada um dos dezasseis membros do euro - incluindo Portugal -, mais os seis membros do comité executivo.
Público - 16Fev2010

* * *

A realidade é esta. Tudo o mais é fábula!

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quinta-feira, 25 de junho de 2009

2364. Ainda o controlo da Comunicação Social

Prossegue a estratégia governamental, no sentido de abafar, de uma vez por todas, a informação livre em Portugal.

A este propósito e sob o título Quinta fase da guerra para o controlo socratino da TVI, o confrade António Balbino Caldeira, no blog Do Portugal Profundo, publicou um post em que aborda os contornos da manobra.
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quarta-feira, 24 de junho de 2009

2361. Prossegue o ataque à informação livre na TVI


O assunto é mesmo sério.
E todos os portugueses de boa fé devem ser inteirados do que está na forja.

Para encurtar razões e tempo, veja
aqui e aqui.

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quinta-feira, 28 de maio de 2009

2246. Está em curso verdadeiro golpe de Estado

A forma isenta, directa, responsável e fundamentada como a TVI - designadamente o seu Jornal Nacional das sextas-feiras - tem vindo a noticiar os meandros do caso Freeport, mas não apenas este, vem causando grandes engulhos aos principais personagens dos vários actos, postos, assim, a descoberto frente à opinião pública.


As peças jornalísticas que a estação televisiva tem apresentado são de tal ordem e baseiam-se em trabalho de investigação tão sério e profissional que jamais foram desmentidas ou postas em causa, fosse por quem fosse, como curial seria por quem se sente incomodado com a sua inverdade. E, claro, fundamentadamente como, até agora, a estação tem feito.


Sabe-se, porém, como actuam os poderes tendencialmente autoritários, mas ainda sem força para imposições de cara destapada.


Em vez de se servirem dos mesmos meios para, honradamente e de forma limpa, demonstrarem a sem razão das referidas peças jornalísticas que tanto os incomodam, servem-se, isso sim, de outros meios que só estão ao seu alcance – por isso são poder… – ainda que a verdade seja atropelada e os direitos dos cidadãos trucidados.


Assim, no desespero em que se vêem – e, repito, em vez de, como seria normal, contestarem as peças que os incomodam, mediante a apresentação de outras que as contradigam e provem a razão que à viva força para si reclamam – fazem uso de meios só ao seu dispor para impressionarem e iludirem a opinião pública, na intenção de lançar cortina de fumo e muito ruído sobre a verdade que tanto os incomoda, desse modo criando condições para que decisões mais gravosas da liberdade de informação ganhem espaço de acção.


O episódio da passada sexta-feira só não é claro para quem deliberadamente não queira ver. Foi um evidente toque a reunir.


Desta vez, o veículo encontrado para o transporte do fumo e do ruído foi a ERC, que – ingénua ou deliberadamente, vá-se lá saber – alinhou na farsa, maltratando a verdade e pondo igualmente em causa a sua própria independência face ao poder político instalado.


A deliberação de hoje do seu Conselho Regulador é de tal modo elucidativa que me abstenho de outros comentários, limitando-me a deixar aqui o link para a peça. E que peça!


Apenas... não termino estas breves linhas sem alertar para o real ataque em curso contra os direitos, liberdades e garantias que a Constituição da República Portuguesa garante, como sejam o de livremente informar e ser informado.


É sabido que é sempre assim que os regimes autoritários começam; sabe-se também onde tudo acaba por desaguar. Hugo Chavez é, talvez, o exemplo mais recente do que certamente não queremos para Portugal.


Por tal motivo, os cidadãos portugueses não devem descuidar a sua atenção sobre estes episódios que, a pouco e pouco mas sem detença, vão configurando ataque deliberado, geral e demolidor, à liberdade dos cidadãos e à honorabilidade e credibilidade do país no concerto europeu e mundial.


Antes de que seja tarde demais, por sem remédio.


(Para outras informações de interesse e melhor compreensão do que verdadeiramente está em causa, siga este link).

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sexta-feira, 13 de março de 2009

2039. Freeport - As contas off-shore

"Skin" revela "offshores" de tio de Sócrates

CARLOS RODRIGUES LIMA

São 67 páginas de documentos bancários de Celestino Monteiro, irmão de Júlio Monteiro, ambos tios de José Sócrates, que Mário Machado, líder dos Hammerskins portugueses, colocou na Internet. Os papéis publicados vão desde os certificados de constituição de uma offshore até aos movimentos bancários efectuados durante alguns meses do ano de 2001. Entre compra e venda de acções, o valor global das transacções do tio materno do primeiro-ministro ultrapassou os cem milhões de euros.

Os documentos mostram a constituição de uma empresa offshore, a Medes, no estado do Wyoming, nos EUA, e de algumas subsidiárias, como uma em Gibraltar. Contactado pelo DN, o Banco Popular, entidade que absorveu o antigo Banco Nacional de Crédito, pelo qual, através da BNC International, foram feitas as transacções, não negou a veracidade dos documentos.

Rejeitou, isso sim, qualquer responsabilidade numa eventual violação do sigilo bancário: "Acabámos de tomar conhecimento desta situação. Os documentos, com data de 2001, não indiciam qualquer quebra de sigilo bancário" por parte da instituição bancária, afirmou Paulo Frutuoso, do departamento de comunicação. Isto porque, segundo a mesma fonte, se trata de "correspondência enviada ao cliente". E adiantou: "A BNC Cayman foi desactivada pelo Banco Popular no início de 2006."

Por sua vez, Maria Teixeira, advogada que representou Júlio Monteiro no processo Freeport, mostrou-se surpreendida com a revelação e com o teor dos documentos. Impossibilitada de contactar Celestino Monteiro (o DN também procurou contactar o empresário, mas sem sucesso), a advogada garantiu, ainda assim, que "o caso vai ser seguido", remetendo para hoje uma reacção formal.

Já Mário Machado, líder dos Hammerskins portugueses, descreveu desta forma como teve acesso à documentação: "Estava em casa, tocaram duas vezes à campainha. Quando abri a porta, vi um cobertor. Desenrolei-o e lá dentro estava a documentação. Se for chamado, será isto que direi na Polícia Judiciária."

Mário Machado disse ainda estar preparado para assumir todas as consequências que a publicação dos documento possa envolver.
DN 2009.03.13
(sublinhado do Blog)

* * *
Outro tio?!
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terça-feira, 3 de março de 2009

2010. A ética e a decência "über alles"

O secretário-geral do PS, José Sócrates,

afirmou hoje que se recandidata a primeiro-ministro

nas próximas eleições legislativas

em nome de valores éticos e da decência

na vida democrática em Portugal.

JN - 2009-02-27

* * *

Apoiado!

A ética e a decência über alles* !

__________
*
acima de tudo



domingo, 22 de fevereiro de 2009

1984. Revisitar o passado na... socratiana figura

Sentenças de José Sócrates, acerca de Paulo Portas, a propósito da Moderna:

Se resta alguma serenidade e lucidez ao sr. ministro da Defesa, este devia perceber que não está em condições de exercer o cargo de ministro de Estado.
José Sócrates na RTP, em 2002.

Não tem prestígio e credibilidade e devia demitir-se
Idem, idem

Este caso envenena a política
Idem, idem, ibidem

(Picadas de SOL)
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

1926. "Engenharias" das arábias

PLANO ANTICRISE RETIRA ATÉ 57 MIL DESEMPREGADOS DAS ESTATÍSTICAS

CATARINA ALMEIDA PEREIRA
Mercado laboral. Independentemente do êxito do Governo na inserção de pessoas à margem do mercado de trabalho, as medidas anunciadas têm o efeito imediato de reduzir o número oficial de desempregados

INE exige três condições ao conceito de desempregado

Se for aplicado integralmente, o plano de ocupação de desempregados desenhado pelo Governo vai implicar que até 57 mil pessoas sem trabalho não sejam consideradas "desempregadas". Esta é uma estimativa conservadora, tendo em conta que algumas das medidas anunciadas são apenas reforços de outras já existentes.

O que é um desempregado? Para o Instituto Nacional de Estatística (INE), responsável pelo apuramento de dados oficiais, é desempregado quem não tem trabalho remunerado, está disponível para trabalhar e procurou activamente emprego durante um período específico.
(...)
DNotícias


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Quem foi que disse que o homem não é engenheiro? Conseguir tirar das listas do Desemprego gente que continua sem emprego não é "engenharia"?
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

1919. HenriCartoon

O cerco britânico
Declaração ao País























Não resisti! Foi mais forte do que eu...

Aqui ficam dois espectaculares cartoons do Henrique. Tal como todos, aliás.

O Henrique Monteiro é credor de uma visita diária
aqui

Torne-se frequentador do site, que é sensacional.














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segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

1413. Pontos de vista...

Em pleno Parlamento e no seu melífluo estilo inconfundível, Anacleto, o bloquista, assegurava:

- Temos a situação tão degradada, com os valores éticos, sociais e morais a ser postos quotidianamente em causa por este Governo, que até universitárias estão a começar a prostituir-se.

A resposta de Sousa não se fez esperar, também no seu estilo muito peculiar, de gritaria desenfreada (que todos supúnhamos já ultrapassado há p'r'aí uns 60 anitos...):

- Em primeiro lugar, este Governo não recebe lições de ética, nem de moral nem quaisquer outras, de ninguém, menos ainda dos bloquistas; em segundo lugar e, como é apanágio de V.Exa, que a tudo já nos habituou, mantém-se a sistemática distorção da realidade. O que acontece, senhor comissionado, é exactamente o oposto: a situação é tão boa que até as prostitutas já são universitárias. Esta é que é a verdade!

Gentileza de Pedro Sérgio

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terça-feira, 15 de janeiro de 2008

1408. O senhor Sousa, a liberdade e António Barreto

Foto C. Manhã

(...)

NÃO SEI SE SÓCRATES É FASCISTA. Não me parece, mas, sinceramente, não sei. De qualquer modo, o importante não está aí. O que ele não suporta é a independência dos outros, das pessoas, das organizações, das empresas ou das instituições. Não tolera ser contrariado, nem admite que se pense de modo diferente daquele que organizou com as suas poderosas agências de intoxicação a que chama de comunicação. No seu ideal de vida, todos seriam submetidos ao Regime Disciplinar da Função Pública, revisto e reforçado pelo seu governo. O Primeiro-ministro José Sócrates é a mais séria ameaça contra a liberdade, contra autonomia das iniciativas privadas e contra a independência pessoal que Portugal conheceu nas últimas três décadas.

TEMOS DE RECONHECER: tão inquietante quanto esta tendência insaciável para o despotismo e a concentração de poder é a falta de reacção dos cidadãos. A passividade de tanta gente. Será anestesia? Resignação? Acordo? Só se for medo...

___________
"Sócrates e a liberdade", por António Barreto
Público, 6 Janeiro 2008

Gentileza de JMTda Silva

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Não é que não seja verdade, mas ó António, caramba!...

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

1396. O azar de uns...

Em Lisboa, um menino regressa da escola cansado e faminto e pergunta à mãe:

- Mamã, que há para comer?

- Nada, filho, não temos nada.


O menino olha para o papagaio, que têm na gaiola, e pergunta:


- Mamã, por que não fazes papagaio com arroz?


- Porque não há arroz.


- E papagaio no forno?


- Não há gás.


- E papagaio no grelhador eléctrico?


- Não há electricidade.


- E papagaio frito?


- Não há azeite.


Então, o papagaio grita:


- VIVÓ SÓCRATES ! VIVÓ SÓCRATES !!!


Gentileza de José Rosário

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Agora que esta história feliz terminou, diga-me cá qual é a conclusão que dela tira?
Prometo que, no fim, dou a solução.

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Aqui está ela:
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Só pode aplaudir um tal governante
e nele se rever, todo arrogante
o louro papagaio, que é bom imitante,
mas que desconhece o que é importante
e apenas repete algo delirante.

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