Põe-te a pau, já, ó Carreira!
Perseguições e saneamentos...
Aqui vão sendo deixados pensamentos e comentários, impressões e sensações, alegrias e tristezas, desânimos e esperanças, vida enfim! Assim se vai confirmando que o Homem é, a jusante da circunstância que o envolve, produto de si próprio. 2004Jul23
A Revista descreve de forma resumida as nove melhores Estações Ferroviárias do mundo e apresenta no fim a classificação das mesmas pela seguinte ordem:
1. St. Pancras, Londres
2. Grand Central Terminal, Nova York
3. Chhatrapati Shivaji, Mumbai
4. Central Station, Antwerp, Bélgica
5. Dare des Bénédictins, Limoges, França
6. Lahore Railway Station, Paquistão
7. Gare da Estação Central dos CFM, Maputo, Moçambique
8. Hua Hin Railway Station, Thailand
9. Atocha Station, Madrid.
Por fim recuperado nos nossos dias, foi solenemente colocado no seu lugar em Julho de 1970 por iniciativa do Gabinete de História dos Caminhos de Ferro de Moçambique - CFM. O Escudo Nacional, trabalhado em pedra de liós, é uma obra de arte de muita valia, tendo sido executado em Lisboa nas oficinas de Germano José de Salles & Filhos.
Ao acto solene da inauguração da nova estação, mesmo sem o escudo das Armas Reais, fez-se nesse dia aos 19 de Março de 1911, com a saida dos dois primeiros comboios para S. José de Lhanguene, onde se celebrava a festa de S. José, padroeiro daquela missão, presidiu o Governador geral Freire de Andrade. Sete meses depois deste acontecimento proclamava-se a República.
Uma vez implantado o novo regime, passado o período de entusiasmo pela vitória da revolução, inicia-se o da fúria demagógica na perseguição movida pelos «carbonários» de Lourenço Marques, que se intitulavam de «vigilantes da República», contra Freire de Andrade e certos directores e chefes de serviços públicos tidos por desafectos à República e por «reaccionários e traidores ao novo regime». Exige-se a demissão imediata de tais entidades e a sua expulsão de Moçambique, o que por fim veio a verificar-se em 8 de Abril de 1911. Era então nomeado Governador geral da Província (Moçambique), o capitão-tenente Freitas Ribeiro.
O engenheiro Lisboa de Lima, vítima também dessa desconcertante incompreensão popular fomentado pelos «carbonários», demite-se do cargo de director de porto e do Caminho de Ferro de Lourenço Marques. É substituido pelo engenheiro Lopes Galvão. Este, por sua vez, é substituido em 1912 pelo engenheiro João Henrique Von Haffe.
Porém, a confusão política, com reflexos na administração pública da Província, continua. Em 14 de Março de 1912 regressam a Lourenço Marques os cidadãos que em 2 e 5 de Julho de 1911 haviam sido, pelo Alto Comissário Azevedo e Silva, mandados desterrar para diferentes pontos da Província, como «carbonários».
As grandes figuras republicanas da época julgam então ter chegado a altura de submeter ao Ministro das Colónias uma representação-protesto reclamando melhoramentos imediatos para Moçambique. Em sessão magna reuniram-se os dirigentes da Associação dos Proprietários, dos Empregados de Comércio e da Indústria, dos Lojistas e da Cámara de Comércio.
Os Seviços dos Caminhos de Ferro de Moçambique, estiveram sempre em mãos de engenheiros distintos, com sobejas provas da sua capacidade e a eles coube solucionar diversos e intricados problemas do pôs-guerra, num ambiente de ligeira trégua política.
Assim, deu-se por concluido o majestoso edifício sede dos CFM, um dos mais belos de Lourenço Marques (hoje Maputo) e não só; construiram-se em Ressano Garcia 4 casas de alvenaria para a moradia de 10 famílias de empregados dos CFM; construção de uma nova ponte metálica de 80 metros de vão sobre o Rio Matola; construção de 3 novos hangares para o serviço dos armazéns gerais; nova gare de triagem ao quilómetro 3; assentamento de novas feixes de linhas para o serviço da carvoeira; ampliação das linhas da estação de Ressano Garcia para se adequarem ao novo serviço de carvão; construção de 2 reservatórios de cimento armado de 200 metros quadrados de capacidade; instalação de um aparelho central de manobra e encravamento de agulhas e sinais na estação de Lourenço marques; instalação de agulhas automáticas nas estações de Moamba e Incomáti; construção de triângulos de inversão em Lourenço marques, Moamba e Ressano Garcia [...].
A entrada de Portugal na guerra resultara, a despeito de todos os sacrfícios impostos à nação, de certo modo benéfica, pois deste modo se salvou a integridade do Ultramar, de modo especial de Moçambique e de Angola.
(texto picado do site dos Caminhos de Ferro de Moçambique)

falha!... 
A mostra intitulada «Sexpressions» mostra a bióloga a ter orgasmos fotografados pelo marido Pedro Palma.
Em declarações ao «Correio da Manhã» a professora universitária, de 49 anos, admite que encarou a sessão fotográfica com naturalidade:
«Foi uma experiência única. Não precisei de ser convencida na medida em que sempre achei que estávamos perante uma ideia inédita e extraordinária. Agora, só acontece porque quem fotografa e quem é fotografado é um casal muito apaixonado».
TVI24 online
Mas que mente sonsa,

Aí vedes, caros concidadãos, uma inagem rara de se ver à luz do dia.
Pois é, hoje é o dia da sogra. A minha, claro!, que é a que interessa para o caso.




É verdade conhecida de todos que o nível dos debates na Assembleia da República foi, desde sempre, muito baixo. ... ![]() |
este senhor não foi posto a falar, porque não vale a pena.
...

Segundo apurou o Expresso, a decisão do Supremo Tribunal de Justiça, presidido por Noronha do Nascimento, baseia-se no facto de as escutas envolvendo o primeiro-ministro terem de ser previamente validadas por um tribunal superior.
De acordo com o noticiado nos últimos dias, o nome de José Sócrates apareceu nas escutas a Armando Vara no âmbito do processo Face Oculta.
Neste processo, em que o pivô é o sucateiro Manuel Godinho, Armando Vara, actual vice-presidente do BCP, que suspendeu funções, terá recebido 10 mil euros para facilitar reuniões a Manuel Godinho com altos responsáveis de empresas públicas ou participadas do Estado.
As certidões extraídas do processo e em que aparece José Sócrates foram enviadas para o Supremo Tribunal pela Procuradoria Geral da República.
De acordo com o noticiado, José Sócrates e Armando Vara teriam conversado sobre negócios da área da comunicação social, nomeadamente a venda da TVI por parte da Prisa.
Expresso online - 2009 Nov 10
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A Ressurreição da filha de Jairo