Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

2819. Coisas difíceis de ouvir

Verdade elementar é que Pedro Passos Coelho e o seu governo não criaram a miserável situação em que Portugal e os Portugueses se encontram, decorrente de, no mínimo, década e meia de erros e logros de governação, em muitos casos verdadeiramente criminosos;

Verdade elementar é que ambos estão APENAS a tentar resgatar-nos de tão humilhante condição.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

2818. A crise

A crise que grassa no País, já assola…

A uma semana do início do Natal, esgotou-se em todo o país o stock de perus – vivos e falecidos – indígenas e adventícios!

2817. Por que razão?


P
or que razão o primeiro-ministro não compreende que -- para falar aos Portugueses, a começar pela Oposição, a continuar nos vários "comentadeiros-entertainers" que por aí proliferam como cogumelos, a dissertar sobre tudo e mais qualquer coisa, generalistas de tudo e especialistas de nada, e a acabar no zé-cidadão -- não pode usar linguagem de verdade, porque ninguém a quer ouvir,
preferindo continuar a viver no logro permanente?


Há tantos anos que os Portugueses são alimentados com mentiras que dela não conseguem libertar-se, sem ela já não sabem viver!

Por que razão o primeiro-ministro ainda não percebeu que não pode dizer que, em face da "infertilidade" dos portugueses e das portuguesas, cada vez há menos meninos e meninas, pelo que não há possibilidade de dar emprego a milhares de professores, por falta de alunos que lhes caibam?

Por que razão o primeiro-ministro diz aos professores sobrantes que a única solução que lhes resta consiste em "reciclarem-se", mediante formação em outros ramos de actividade e aqueles que o não quiserem fazer e persistirem numa actividade em que são excedentes na ordem das dezenas de milhar, devem procurar leccionar em outras paragens?

Por que razão persiste em não mentir a todos, fazendo-os ouvir o que querem ouvir, ainda que o que querem ouvir seja uma descabelada endrominação?

Por outro lado, porque razão, neste caso dos professores, a Frenprof e o seu líder, sempre tão assertivos, tão competentes, tão cheios de "expertize" não o são aqui, propondo soluções que realmente sirvam os seus associados sem logro? Porque têm boa consciência de que, para este problema não há solução, para além daquelas enunciadas.

E, finalmente, por que razão a Frenprof, Mário Nogueira e os descontentes professores não se "empinam" com os homens e mulheres portugueses, incapazes de se erguerem e gerarem filhos que lhes proporcionem emprego?

Porque a raiz do problema está aí. Ou isto ainda não foi percebido, por faltar o desenho?

domingo, 18 de dezembro de 2011

2816. Auditoria ao Apoio Judiciário


Aqui fica o relatório da indecência que eles não queriam que se viesse a saber em praça pública. Enganaram-se na ministra!...


Auditoria ao apoio judiciário


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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

2815. Ubi est o carácter do PS?

A apologia do incumprimento do compromisso de pagar a dívida portuguesa declarada pelo vice-presidente da bancada parlamentar do PS, Pedro Nuno Santos, é mais uma das provas iniludíveis de que entrou naquele partido a total fatuidade, isto para não fazer uso de outro termo, sinónimo mas mais contundente.

A guerra surda que no Rato se trava entre os arrogantes compagnons de route do vilarista – agora “parisista” – e o ainda muito inseguro pessoal que lhe sucedeu está já plena de episódios rocambolescos, de comédia uns, de tragédia outros, numa peça trágico-cómica de extremo mau gosto.

Como se pode pretender que cidadãos comuns levem a sério a situação em que estamos e a necessidade de recuperarmos a nossa imagem de credibilidade e de dignidade nacional, se políticos que deviam ser os primeiros a apelar à responsabilidade de assumirmos, honesta e escrupulosamente, os compromissos a que nos obrigámos, de pagar dívidas que contraímos, não por culpa de outrem, mas por nossa exclusiva responsabilidade, se comportam desta forma?

Um tal apelo ao incumprimento é não apenas um erro político de consequências imprevisíveis para o partido do inconsciente político, como verdadeira indignidade.

Como é que políticos da linha e estreitas afinidades do vilarista que deu causa a tudo isto e foi parte principal no acordo celebrado, se permitem, com o maior descaro que imaginar alguém pode, vir a público apelar ao incumprimento da palavra dada?

Recusar a honradez de pagar o que se deve foi sempre marca distintiva somente reconhecível em gente que ignora o que é ter carácter.

O episódio parece vir dar razão a quem de há muito garante que o grande problema do Partido Socialista da era de Sócrates foi sempre – e parece continuar a ser -- mera questão de carácter.

16 Dez 2011
RVS

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

2813. O mistério desvendado

Mais dia menos dia, surge a explicação e o mistério deixa de o ser.

Sempre causou muita estranheza a movimentação imparável de Sarkozy enquanto discursa. Por que será que o homem não está quieto? – perguntávamos-nos todos.

Pois bem, em rigoroso exclusivo mundial, aqui fica a solução do mistério.

SARKOZY
O mistério desvendado

sábado, 3 de dezembro de 2011

2811. António Barreto fala de...


Greve geral de 24 de Novembro de 2011

Com os elementos que temos (…) estou convencido que foi uma greve eficaz nos transportes públicos, com a alguma eficácia no sector público e muitíssimo pouca adesão no sector privado.


Greve nos transportes, no mesmo dia

Uma greve, num sector falido, não melhora as coisas, agrava-as.

Os socialistas e a noção de como deixaram o País

(…) os socialistas sabem o que o PS fez no governo durante dez anos. Eles não o dizem, mas a maior parte dos socialistas sabe o amontoado de disparates e de erros cometidos e sabe da responsabilidade dos governos socialistas na situação em que nós vivemos. A maior parte sabe, em privado sabem, dizem que sim. Não querem admitir, porque não querem fustigar-se, não querem autoflagelar-se.

O actual PS

O Partido Socialista está em mau estado político, em mau estado moral, em mau estado mental.

A solução para Portugal

Sem União Europeia não há qualquer solução – vamos para a bancarrota e vamos ter uma vida negra durante muitas décadas.

Auditoria às contas públicas

(…) continuo a pedir sempre, sempre até que a voz se canse, uma auditoria às contas dos últimos dez anos.

Os Portugueses e o euro

(…) enquanto pertencermos ao euro a nossa queda de rendimento brusca será evitada. Saindo do euro vamos...

O igualitarismo básico na idiossincrasia dos portugueses

Há uma demagogia muito profunda, muito antiga na sociedade portuguesa, anti-elitista. Qualquer pessoa, seja qual for a sua origem, que se distinga é imediatamente sabotada. Os portugueses gostam de tudo o que é igualitarismo, o mais básico possível. (…) Faz-me lembrar os tempos da China de Mao Tse Tung: havia 600 milhões de chineses vestidos da mesma maneira, a mesma túnica, o mesmo chapéu, aquilo era horrível (…)

(entrevista ao Jornal “i” - 3 Dez 2011)

Nota: - Título e subtítulos são deste blog.

2810. Quem nasceu p'ra lagartixa ...

... nunca chega a jacaré ...

ou

O frustrado comunista

Parte 1










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Parte 2












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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

2809. You got mail (?) !


A little boy goes to his father and asks:

- Daddy, how was I born?

The father answers:

- Well, son, I guess one day you will need to find out anyway! Your mom and I first got together in a chat room on Yahoo. Then I set up a date via e-mail with your mom and we met at a cyber-cafe. We sneaked into a secluded room, and googled each other. Then, your mother agreed to a download from my hard drive. As soon as I was ready to upload, we discovered that neither one of us had used a firewall, and since it was too late to hit the delete button. So, nine months later a little pop-up appeared that said:

- You got male!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

2808. Incêndio na Luz



Existem excelentes perspectivas e condições para que o caso do incêndio na Luz seja rapidamente esclarecido.


Há um notável conjunto de testemunhas presenciais privilegiadas: os dirigentes do SCP que estavam precisamente no local onde o fogo se deu.

Mais: terão mesmo tido necessidade de se afastar dele para não chamuscarem as calças.

Ninguém, certamente que ninguém, vai pensar que tenham sido eles a atear as chamas, para além de metaforicamente, que é do conhecimento geral. Mas também ninguém acredita que não tenham visto que foi.

Portanto, é só ouvi-los.

Eles que digam o que sabem, porque com toda a certeza têm muito muito para contar.

domingo, 27 de novembro de 2011

2807. Portugal visto do céu

2806. $ versus €

(rvs 14 Novembro 2011 - 1,35h)

Com uma frase de Marcelo Rebelo de Sousa, horas atrás na TVI, concordo sem reticências. Poucas vezes isso acontece, mas... vai acontecendo, de quando em vez.

Quando afirma que aquilo a que assistimos a nível económico em todo o mundo, mas com especial relevância na Europa do euro, mais não é do que uma guerra surda da moeda americana face à sua rival europeia.

E, concomitantemente -- acrescentaria eu -- a uma por demais evidente incapacidade dos líderes europeus em fazer face ao ataque do dólar ao euro, ataque esse que é de vida ou de morte, porque, de ambos, o que fraquejar estará arrumado. De vez.

Efectivamente, o dólar estava a cair, a perder a enorme hegemonia que detinha há muitas dezenas de anos, sem contestação, até que apareceu o euro que, desde logo, se mostrou forte e muito difícil adversário. Perante esta situação que lhe era cada vez mais desfavorável, o dólar tinha que fazer pela vida. E começou a fazer, com algumas medidas preventivas e que logo se tornaram mais do que isso, por força das circunstâncias.

Os fracos, incompetentes e permissivos líderes europeus, porém, não estavam preparados para tal embate e, arrogante e estupidamente, deixaram-se ficar no dolce far niente, até que o ataque se tornou irreversível e imparável.

Foi, então, o acordar estremunhado europeu, mas já atrasado. O ataque americano, iniciado a coberto de uma falência que deu brado e servindo-se de armas como, por exemplo, as agências de rating, foi forte e sem piedade a países mais fracos da zona euro que, com a verdadeira incompetência e estúpida arrogância dos seus idiotas líderes, em breve se viram de cara no chão, completamente prostrados.

Claro que, com o ataque aos elos mais fracos da cadeia europeia, os americanos dispunham-se a dar uma espadeirada na coesão -- apenas nominal -- da UE. E, derrubados os pequenos, vai inexoravelmente aproximar-se a hora dos maiores que, queira-se ou não, sem esses pequenotes, presa fácil constituirão também.

Por outro lado, a espadeirada será tanto mais decepadora quanto mais tempo o francês Sarkosy leve a perceber que está mal aliado, pois que os amigos e conterrâneos de Merkel, sendo uns tipos porreiros, são igualmente aqueles que, por duas vezes no século passado, não hesitaram em pôr a Europa a ferro e fogo.

E, curiosamente ou talvez não, o seu país -- o de Sarkosy, claro -- lá teve que ser salvo in extremis...

Não pretendo ser émulo de Nostradamus e menos ainda dos antigos maias, mas...

2805. BPN - Os gatunos particulartes e os outros...

Que tenho eu que ver com os crimes de particulares contra particulares, que é o caso de quem gatunou o BPN? Nada! Rigorosamente nada.
Primeiro, porque quem agiu contra o banco não era governante; em segundo lugar porque os particulares que desfalcaram o banco não me causaram qualquer prejuízo, directo ou indirecto.

No caso BPN, quem me causou prejuízo foram Sócrates e Teixeira dos Santos que, com dolo -- sim, com dolo, porque tinham consciência das consequências do que faziam, que seriam terríveis para o conjunto dos cidadãos -- o nacionalizaram servindo-se de justificações sem pés nem cabeça, já que a única atitude a tomar teria sido deixá-lo ir à falência.

Provocaram, deste modo, um prejuízo bem maior do que os que roubaram a depositantes no banco.

Portanto, quanto à primeira parte, nem sequer posso meter os primeiros em tribunal, porque serei julgado parte ilegítima por não estar no rol dos lesados.

Quanto à segunda parte, porém, a da injecção de milhões de euros no BPN, para que não entrasse em falência, quando se sabia que a única solução era essa mesmo, isso sim, posso ser e sou parte interessada e, como tal, serei aceite em juízo.

Resumindo:

Há dois crimes cometidos no caso BPN.

Com o primeiro, de burla, abuso de confiança e sei lá que mais, relativamente a dinheiro de particulares, cometido por particulares contra um banco privado, nada tenho que ver. As vítimas desse roubo que actuem, para reaver o seus prejuízos. Podem mesmo recorrer ao fundo de garantia bancária, que para isso existe.

Quanto ao segundo, de gestão danosa dos recursos do Estado, do País -- nossos, portanto -- cometidos por governantes que abusivamente os delapidaram, enterrarndo-os num banco particular que, à partida, se sabia estar condenado, aí sim, sou parte interessada, e devo exigir que os responsáveis respondam em juízo. E quanto mais depressa melhor.

É sob esta perspectiva que os dois casos têm de ser analisados e não misturando-os, porque nada têm que ver um com o outro.

O que foi dito quando à necessidade de evitar que o banco fosse à falência não passou de foguetório para endrominar incautos. Com dolo. Todos os dias há por esse mundo fora bancos a falir e o respectivo Estado não corre a "salvá-los" à custa do dinheiro dos contribuintes. Era o que faltava. Ademais, o que é que o Estado salvou? Nada. Apenas afundou mais. Portanto, é conivente na patifaria feita. Conivente e incrementador.

É bom que as pessoas tenham isto em mente, porque os casos não devem ser misturados, como o têm sido, por interesse exclusivo dos mandantes abusadores que actuavam com as costas quentes pelo Estado.

É triste ter que reconhecê-lo mas é a realidade: há entre os Portugueses uma grande falta de capacidade discernimento de análise serena dos acontecimentos.

Deixamo-nos ir nas primeiras balelas que nos impingem, sem o cuidado de pararmos um instante para pensarmos no assunto, separando o trigo do joio. E, por isso, nunca chegamos a lado nenhum, jamais conseguiremos obrigar os responsáveis a sentarem-se no lugar que lhes cabe por direito próprio, ou seja, em certo banquinho existente nas salas de audiência de um qualquer tribunal criminal.

Por essa razão em Portugal tudo fica por águas de bacalhau. Ficamos sempre por isso, muito embora tivesse havido tempos na nossa História em que não éramos assim. Há, pois, uma evidente degeneração da alma, do sentir, a postura social portugueses. Que está difícil de recuperar, a partir do momento em que labregos, vindos das berças, sem quaisquer princípios de mínima educação social e mesmo de educação tout court, se apoderaram do Poder e dele fizeram coutada própria. Como Hitler. Democraticamente, Também como Hitler. Ainda que salvaguardando as necessárias distâncias, porque ainda não chegámos às armas e aos genocídios. Ainda! Se bem que, por vezes, cheguemos a pensar que se dispusessem dos mesmo meios...

Temos sofrido muitos dissabores e tratos de polé com tal atitude. E parece que as sucessivas lições que temos recebido para nada têm servido, por caírem em saco roto e descosido.


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

2803. Asduas metades criminosas do caso BPN

O caso por que Duarte Lima está actualmente detido nos calabouços da Polícia Judiciária, em Lisboa, é simplesmente um caso de polícia e, como tal, deve ser encarado por todos, averiguado até à exaustão e julgado, sob os auspícios da lei.

Tentar fazer dele um caso político é manobra torpe de querer que tape outras patifarias nascidas à sua sombra.

O caso BPN divide-se em duas partes:

1. A primeira, consiste nas manigâncias e roubalheira praticadas pelos seus dirigentes à altura, relativamente ao qual corre termos um processo em que Oliveira e Costa é arguido e de onde foi extraído este que agora é movido contra Duarte Lima.

2. A outra, insere-se na esfera política -- muito embora possam existir igualmente aspectos criminais a ter em conta -- e nela cabe a actuação do governo vilarista, que transformou um simples caso de polícia, a ser resolvido nos tribunais, em algo de mais grave para o País, ao impedir que o Banco fosse à falência, como devia ter ido, a exemplo do que acontece todos os meses por esse mundo fora, sem que dessas falências resulte mais do que os prejuízos inevitáveis para todos aqueles com quem o falido mantém relações.

Relativamente à primeira parte, nada com ela tenho que ver, nada tem o cidadão comum que ver. Para o assunto nem sequer devemos ser chamados. É do foro particular, entre o Banco e seus responsáveis e os respectivos clientes. Como não sou nem jamais fui cliente do BPN, Oliveira e Costa e todos os outros não me lesaram minimamente. Que sejam julgados e condenados se for caso disso, mas não por me -- ou ao cidadão comum -- terem causado qualquer prejuízo

No que concerne à segunda, porém, já tenho que opinar e insurgir-me. Porque a actuação malsã do governo então em funções me entra pelos bolsos e me prejudica gravemente.

Os autores da primeira manigância estão já sob a alçada da lei. Isso é lá com a lei e com eles.

Os da segunda, quando passarão a estar também? Isto já é com a lei, com eles e comigo, connosco.

Vai ser mais uma das maravilhas em que Portugal de há décadas é fértil, ou seja, a responsabilidade de gestão danosa nunca é obrigada a responder pelos seus actos?

OS DUAS METADES CRIMINOSAS DO CASO BPN

O caso por que Duarte Lima está actualmente detido nos calabouços da Polícia Judiciária, em Lisboa, é simplesmente um caso de polícia e, como tal, deve ser encarado por todos, averiguado até à exaustão e julgado, sob os auspícios da lei.

Tentar fazer dele um caso político é manobra torpe de querer que tape outras patifarias nascidas à sua sombra.

O caso BPN divide-se em duas partes:

1. A primeira, consiste nas manigâncias e roubalheira praticadas pelos seus dirigentes à altura, relativamente ao qual corre termos um processo em que Oliveira e Costa é arguido e de onde foi extraído este que agora é movido contra Duarte Lima.

2. A outra, insere-se na esfera política -- muito embora possam existir igualmente aspectos criminais a ter em conta -- e nela cabe a actuação do governo vilarista, que transformou um simples caso de polícia, a ser resolvido nos tribunais, em algo de mais grave para o País, ao impedir que o Banco fosse à falência, como devia ter ido, a exemplo do que acontece todos os meses por esse mundo fora, sem que dessas falências resulte mais do que os prejuízos inevitáveis para todos aqueles com quem o falido mantém relações.

Relativamente à primeira parte, nada com ela tenho que ver, nada tem o cidadão comum que ver. Para o assunto nem sequer devemos ser chamados. É do foro particular, entre o Banco e seus responsáveis e os respectivos clientes. Como não sou nem jamais fui cliente do BPN, Oliveira e Costa e todos os outros não me lesaram minimamente. Que sejam julgados e condenados se for caso disso, mas não por me -- ou ao cidadão comum -- terem causado qualquer prejuízo

No que concerne à segunda, porém, já tenho que opinar e insurgir-me. Porque a actuação malsã do governo então em funções me entra pelos bolsos e me prejudica gravemente.

Os autores da primeira manigância estão já sob a alçada da lei. Isso é lá com a lei e com eles.

Os da segunda, quando passarão a estar também? Isto já é com a lei, com eles e comigo, connosco.

Vai ser mais uma das maravilhas em que Portugal de há décadas é fértil, ou seja, a responsabilidade de gestão danosa nunca é obrigada a responder pelos seus actos?

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

2802. Na REN, a bandallheira total

Mais completa bandalheira não existe.
A REN paga-lhe a defesa em Tribunal !

REN usa seguro para pagar defesas no caso Face Oculta - Sociedade - PUBLICO.PT

Simplesmente inacreditável! A prova de que o País, além de entregue à bicharada, tem estado em estado de coma profundo, incapaz de reagir.

Um nojo!

É bom que se anote que os factos por que os tipos estão a ser julgados, não são irregularidades para salvar a empresa, mas actos de corrupção que muito prejudicam a empresa.

Quem assim procede e quem permite só pode ter um destino: cadeia!