Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal

sábado, 6 de janeiro de 2007

794. O mártir !


"No one will ever forget the way in which Saddam was executed. They turned him into a martyr."
PRESIDENT HOSNI MUBARAK of Egypt

The New York Times, January 06, 2007

"Jamais alguém esquecerá o modo como Saddam foi executado. Fizeram dele um mártir."

HOSNI MUBARAK, Presidente do Egipto

New York Times, 2007 Janeiro 06
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6 comentários:

Zé Lérias disse...

Sendo assim, agora compreendo porque não enforcaram Pinochet (um dos assassinos, contemporâneos de Sadam).
E de certeza que foi graças ao Bush e sua religião ;)

BOM FIM DE SEMANA.

Ruvasa disse...

Viva!

Muito provavelmente...

Obrigado e igualmente

Ruben

Menina_marota disse...

Sinceramente, achei vergonhoso! E só vai gerar mais violência!
Um abraço e bom fim de semana ;)

Ruvasa disse...

Eu sei que sempre há um pouco de loucura naquilo que se faz, mas, por amor de Deus, acabem com essa loucura de sentenciar pessoas à morte.

Cumprimentos

AA

Ruvasa disse...

Não entendo como se pode ter tanta compaixão por um homem que espalhou o terror no seu próprio País. Mártir? Mas em que aspecto? Por utilizar armas quimicas contra os seus próprios subditos? Por mandar matar todos os que se opuzeram à sua politica assassina, e foram muitos milhares, ou por ter vivido numa faustosa riqueza asiática enquanto o País, o seu povo, de um modo geral morria de fome? A pena de morte tem sempre dois gumes, isso é verdade, mas porquê deixar viver um homem que dificilmente se identifica como tal? Talvez o modo como foi "abatido" não tenha sido o apropriado, mas mesmo utilizando qualquer outro sistema, nunca se deveria evitar esse "fim". Foi pena o seu contemporaneo Pinochet, seu colega no mundo assassino, não ter tido o mesmo fim.

Manuel Lima

Ruvasa disse...

Viva, Lima!

Excluindo a questão da aplicação da pena de morte, de que discordo, por entender que punir um crime com outro é absolutamente contra todas as regras da vida em sociedade, atentando contra os maiores valores do Homem, o problema é que, com todo o aparato que ineptamente foi deixado montar à volta da sua execução, acabaram por dar aso a que, aos olhos de alguns milhões, pelo menos, o homem, que em vida foi um genocida, se tornasse num mártir depois de morto.

Abraço

Ruben