Imperativo nacional é responsabilizar quem nos trouxe à situação em que estamos

Sexta-feira, 16 de Março de 2012

2914. O bode, o pinto e o filusufu...

Um comentário lido por aí, a propósito de uma decisão do TC:

[ O “bode” levou uma monumental cacetada na cornadura, o “pinto” um ganda pontapé nos tomates cherry e o “filusufu” já está a fazer as malas para o Caracas ].

Na verdade, só para iniciados. Que eu não sou, diga-se. Pelo que peço ajuda para descodificação. Please, oh please!

Segunda-feira, 12 de Março de 2012

2909. Houve deslealdade de Cavaco, sim, mas apenas para com o País

Como é bem conhecido, não simpatizo nem um pouco com Cavaco e, ao longo dos últimos 23 anos, tenho criticado opções políticas – e não só essas – que tem tomado. Sempre com fundamentos, que apresento. Não crítico descabeladamente, em completa idiotia que por aí se vê diariamente.

Ainda praticamente em Portugal não havia cão nem gato que não louvaminhasse S.Exa – particularmente os socrateiros habituais, que agora tanto se “escandalizam”, a começar pelo chefe da banda – já eu de há muito lhe apontava as deficiências de postura política e referia, abertamente por escrito – está tudo documentado, em letra de forma, a partir do terceiro trimestre de 1989 – a falta de lealdade da pessoa e o carácter de preocupação apenas com os interesses pessoais.

E mais: continuo a afirmar, como desde sempre fiz, que o homem nunca tomou uma atitude contra os desmandos de Sócrates, apenas porque pensava exclusivamente na sua própria reeleição. Havia que suportar tudo e calar, para ser eleito. Havia que deixar o País também tudo suportar até cair no estado em, que nele pegou o actual governo.

Cavaco pode dizer agora tudo quanto quiser, mas jamais se livrará da nódoa que lhe emporcalha a fatiota de ter deixado que o vilarista tivesse campeado aí pelo Pais, como se tudo isto fosse sua coutada própria, de tudo e todos podendo dispor a seu bel prazer, sem prestar contas a ninguém.

Para além de todos os desmandos que praticou, Sócrates pode ter sido institucionalmente desleal para com o Presidente da República; Cavaco, porém, foi desleal para com o País.

Portanto, estamos entendidos uma vez mais.

Sou de opinião que Sócrates desgraçou o País, sim, mas com cinco anos de bênção e sorrisos de circunstância de Cavaco.

E que venha de lá o mais pintado garantir que não, que todos os Portugueses de boa fé, mesmo que politicamente afectos ao PS, sabem que assim é e intimamente o reconhecem.

O facto de não ter a mínima consideração (para além da que é devida a qualquer ser humano) pela pessoa de Cavaco Silva – outra coisa é respeito devido ao cargo que ocupa – não me inibe, porém, de reconhecer e dizê-lo aqui abertamente, com a maior clareza – porque o destino de Cavaco pouco me importa, importando-me, sim e exclusivamente, o destino do País – que, no caso da falta de lealdade institucional reiteradamente demonstrada e praticada por Sócrates, Cavaco tem toda a razão, apenas a perdendo por ter falado – falado, repare-se, nem sequer agido… – tarde.

E aos dirigentes e ex-dirigentes socialistas, como Luís Amado, que considero, porque a grande maioria dos outros, que apenas se dedicam à chicana política, não merecem mais do que desprezo, apenas se me oferece dizer que Cavaco não só tem razão, como era sua obrigação, dever patriótico que não cumpriu – pelo que devia ser chamado à responsabilidade, política e sei lá se também criminal – em devido tempo ter denunciado o que se passava e mesmo ter evitado que se verificasse.

Eram os interesses do País, que jurou defender, que estavam em fortíssima crise, foram os soberanos interesses do País que Cavaco não privilegiou como lhe competia mais do que a ninguém, na qualidade Presidente da República, primeiro responsável pelo bem-estar dos Portugueses e zelador da dignidade nacional.

E respondendo ainda a Luís Amado, direi mais:

Isto que foi agora revelado por Cavaco – que, afinal, nada revelou que não fosse já sabido pela generalidade dos cidadãos que se interessam pela res publica – não podia ter sido deixado para outra oportunidade, para as calendas gregas. É que está na hora do acerto de contas entre o País e quem o vilipendiou durante seis anos de ignomínia. E esse acerto já vem tarde. Muito tarde.

No entanto, antes tarde do que nunca.

2908. Roteiros VI - Cavaco Silva

Para que não se persista, como é hábito, em discutir coisas sem se saber realmente acerca do que se discute, aqui fica um extracto da parte em discussão do prefácio do “Roteiros VI”, da Presidência da República.

* * *

(…)
O modo como foi apresentado publicamente o novo Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC IV) tornou-se o sinal mais evidente daquela falta de confiança. O Governo decidira avançar isoladamente, sem a precaução de, em devido tempo, desenvolver esforços para criar condições de diálogo com as forças da oposição que permitissem obter um consenso capaz de garantir o indispensável apoio político à aprovação de novas e mais exigentes medidas de consolidação orçamental.

O anúncio do “PEC IV” apanhou-me de surpresa. O Primeiro-Ministro não me deu conhecimento prévio do programa, nem me tinha dado conta das medidas de austeridade orçamental que o Governo estava a preparar e da sua imprescindibilidade para atingir as metas do défice público previstas para 2011, 2012 e 2013. Pelo contrário, a informação que me era fornecida referia uma situação muito positiva relativamente à execução orçamental nos primeiros meses do ano. O Primeiro-Ministro não informou previamente o Presidente da República da apresentação do Programa de Estabilidade e Crescimento às instituições comunitárias. Tratou-se de uma falta de lealdade institucional que ficará registada na história da nossa democracia. O Presidente da República, nos termos constitucionais, deve ser informado acerca de assuntos respeitantes à condução da política interna e externa do País.

Esta atitude contrastou de forma flagrante com aquela que o Governo tinha adotado meses antes, no processo de aprovação do Orçamento para 2011. Logo a seguir às férias do verão, o Primeiro-Ministro começou a informar-me, com algum detalhe, sobre as intenções do Governo e sobre as dificuldades que poderiam surgir nas negociações com os partidos da oposição, em particular com o PSD. Foi-me assim possível, durante cerca de dois meses, acompanhar de perto as questões políticas e financeiras relacionadas com a aprovação do Orçamento, desenvolver contactos com dirigentes partidários, apoiar as negociações e favorecer os entendimentos. Em suma, conseguiu evitar-se a ocorrência de uma crise política que, a precipitar-se naquela altura, seria
particularmente grave, uma vez que, nos termos da Constituição, me encontrava impedido de dissolver a Assembleia da República e convocar novas eleições. Se acaso tivesse ocorrido uma crise nesse momento, a sua resolução e a clarificação da situação política só poderiam verificar-se passados vários meses, com indiscutível prejuízo para o interesse nacional.

Foram vários os agentes políticos que, simulando não ver que o comportamento do Governo em relação ao Presidente da República, no caso do Orçamento para 2011 e no caso do “PEC IV”, eram diametralmente diferentes, assim como eram bem distintas as posições dos partidos da oposição, me acusaram de não ter atuado por forma a evitar a crise política, como fizera no primeiro caso.
(…)

Sexta-feira, 9 de Março de 2012

Quarta-feira, 7 de Março de 2012

2904. Parque escolar

A coisa está a refinar...

Até aqui, à abertura semanal de um armário, lá saltava um cadáver.

Agora é já à abertura diária.

Isto não é já um poço sem fundo; antes um poço com muitos fundos...

http://www.ionline.pt/portugal/pressa-socrates-arrasou-parque-escolar-numeros-eram-falsos

2903. Arrear de bandeiras ao pôr-de-sol

Indianos e paquistaneses
na fronteira comum, ao pôr-de-sol

( click na imagem, para aceder ao vídeo )

2902. Marcelo no melhor do seu pior

Marcelo
no melhor do seu pior


Marcelo Rebelo de Sousa apresentou o livro “A Dividadura - Portugal na crise do euro", de Francisco Louçã.

Para além de que a apresentação de uma obra preconizadora do não pagamento da dívida portuguesa, portanto defensora do incumprimento dos compromissos externos de Portugal – o que pressupõe estar-se em sintonia com a peregrina teoria do Anacleto à terça-feira, quando, no domingo anterior, se defendera precisamente o contrário – o “show-entertainer” Marcelo deu-se ao lu(i)xo de afirmar:

“… apesar de tudo (a educação católica), essa marca de educação ficou no meu espírito. A parte mais progressista de mim é de católico progressista, ficou-me nessa parte mais progressista uma certa, eu não diria suspeição, mas um certo pouco à vontade em relação ao juro usurário”.

Que considerará o nosso “martelo” juro usurário? Os que os mercados cobram? Os que a “troika” actualmente nos faz pagar, muito mais baixos, para podermos sobreviver?

Quosque tandem abutere, Marcellus, patientia nostra?

Pára, ó Marcelo, pára por um momento e pensa, porra! Ainda te estampas de vez, com tanto afogadilho, com tantas contradições. Pois tu não vês que estás a criar em quem acriticamente te segue uma maléfica noção de irresponsabilidade cívica de cachaporra nos costados?

Como justificas que “à ton avis” algo e o seu contrário são rigorosamente iguais, têm o mesmo valor? Claro que não explicas. Não tem mesmo explicação racional!

* * *

E, já agora, vê se cospes menos no tampo do púlpito de onde bolsas sentenças irresponsáveis! E, se os dentes não te seguram já os perdigotos, ao menos rapa de um lenço para os limpar. Deixa de o fazer com a mão com que depois cumprimentas as pessoas, que isso, além de uma nojeira, é falta de consideração pelo semelhante.

2901. Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça


CONHEÇA UM POUCO MAIS O SEU PAÍS,
PARA MELHOR O COMPREENDER E DIGNIFICAR

* * *

A Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça, também referida como Real Abadia de Alcobaça ou simplesmente Abadia de Alcobaça ou ainda Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça localiza-se no distrito de Leira, na cidade do mesmo nome.

Constituiu-se em um vasto território de quase 500 km2, compreendido entre a Serra dos Candeeiros e o Oceano Atlântico. Foi formado por doação concedida pelo rei Afonso Henriques à Ordem de Cister.

Foi centro espiritual do país, com autonomia governamental, e o seu abade um dos mais altos conselheiros do rei. É actualmente local de atracção para mais de 250.000 visitantes anualmente.

Em 1178, os monges iniciaram a construção do actual Mosteiro, vindo este a tornar-se um dos mais ricos e poderosos da Ordem de Cister.

Após a vitória na Batalha de Ourique, em 1139, Afonso Henriques proclamou-se Rei de Portugal e libertou-se da prestação de vassalagem ao reino de Castela. Em 1143, Afonso VII de Castela, reconheceu a independência de Portugal pelo envio de um representante do Papa. Mas era fundamental o reconhecimento da independência do estado português pelo Papa, o que levou Afonso Henriques a pedir auxílio a Bernardo de Claraval, abade e fundador da abadia de Claraval. O reconhecimento do Papa chegou somente em 1179, através de uma bula do Papa Alexandre III. Na Sala dos Reis do Mosteiro encontra-se representada a coroação imaginária de Afonso Henriques por Bernardo de Claraval e pelo Papa Inocêncio II (1130—1143) num grupo de figuras de barro em tamanho real, do séc. XVIII.
A razão principal da doação aos mosteiros de terras conquistadas aos mouros na península, correspondeu a uma política de povoamento geral, destinada a pacificar o território ocupado e a converter os novos súbditos. Desta forma, na luta pela independência, Afonso Henriques entregou, em o Vimieiro à congregação beneditina de Cluny, os castelos de Tomar e de Soure aos Templários, fundou o Mosteiro de Santa Cruz em Coimbra e, mais tarde, também um terço do território do Alentejo. Finalmente, a Ordem de Santiago obteve o Castelo de Arruda, de Évora.

O Mosteiro é a primeira obra plenamente gótica erguida em solo português. Foi começado em 1178 pelos monges de Cister. Está classificado como Património da Humanidade e como Monumento Nacional, desde 1910. É uma das “sete maravilhas de Portugal”. Em 1834 os monges foram obrigados a abandonar o mosteiro, na sequência da expulsão de todas as ordens religiosas de Portugal durante a administração de Joaquim António de Aguiar, o “mata-frades” primeiro-ministro notório pela sua política anti-eclesiástica, a quem Lisboa dedica o nome da avenida que, das Amoreiras, desce para a Praça Marquês de Pombal.
(Wikipédia e outras publicações)

Nota:
O vídeo tem um pequeno erro.
A determinada altura, mostra uma vista exterior do Mosteiro de Santa Maria da Vitória (Aljubarrota), que nada tem que ver com o de que aqui se trata.


Click na imagem, para aceder ao vídeo

Terça-feira, 6 de Março de 2012

2900. O diabo das botas


Pausa... para calçar um par de botas.

* * *

Num infantário a educadora estava a ajudar um menino a calçar as botas.
Faz força, puxa daqui, alarga dali e, ao fim de algum tempo e a muito custo, uma bota lá entrou e a outra também já está quase.
Nisto, diz o miúdo:
- As botas estão tlocadas!
A educadora pára, respira fundo, vê que o rapaz tem razão e começa a tira-lhe as botas.
Mais uma dose de esforço e tenta calçar-lhe as botas novamente.
Depois de uma infinidade de tempo e muitas bagas de suor, lá foram calçadas:
- Caramba! Estava a ver que não conseguia.
- As botas não são minhas!
A educadora fecha os olhos, respira fundo e lá começa a descalçar o rapaz uma vez mais.
Quando finalmente consegue, diz ao miúdo:
- OK! De quem é que são estas botas, então?
- São do meu ilmão! A minha mãe obligou-me a tlazê-las!
A pobre da mulher fica em estado de choque, a pulsação acelera, vai respirando fundo, decide não dizer nada e começa novamente a calçar o rapaz.
Mais um tempo infinito e finalmente, esfalfada, lá consegue.
Então, pergunta-lhe:
- Pronto, as botas já estão! Onde é que tens as luvas?
- Dentlo das botas!

Domingo, 4 de Março de 2012

2899. Receita infalível

Recomendam os especialistas que, quando o cérebro está sobrecarregado, se siga esta técnica simples para relaxar.

Com a ajuda do rato, arrastar a letra O até à letra M

Manda tudo à merda
e vai beber um cop
o

Sexta-feira, 2 de Março de 2012

2898. O Adolfo é que sabia...

  • Primeiro, o aborto era um crime. Era tirar uma vida. Ponto.
  • Depois, até às 16 semanas, já não era, porque não havia vida. Era mesmo imperioso que se fizesse. Ponto.
  • Logo a seguir, até às 12 semanas, nem pensar que era, porque vida era outra coisa! Ponto.
  • Mais tarde, até às 10 semanas é que era bom, porque quem manda é a mulher. Se ela quer… Ponto.
  • Agora, por que não o “aborto pós-parto” se os recém-nascidos são não-pessoas por não terem consciência? Ponto.
  • A seguir e pelos mesmos motivos, os maluquinhos. Ponto
  • Depois… depois… depois… Ponto.

Grão a grão esvazia a galinha o ovo…

Wow!
Schließlich war ich recht, nicht wahr? - Adolph schreit über das Grab hinaus
(Ena!
Afinal, eu tinha razão, não tinha? – grita o Adolfo lá da tumba)

Pelos vistos, o único pecado que cometeu foi ter razão antes de tempo! Ora toma, Adolfo, grande benfeitor da Humanidade!…

Artigo polémico afirma que recém-nascidos não são pessoas e podem ser mortos

Dois investigadores, um italiano e uma australiana, defendem nas páginas do Journal of Medical Ethics (JME)- uma conceituada publicação da área da medicina - a ideia de aborto pós-parto. De acordo com Alberto Giubilini e Francesca Minerva, do ponto de vista moral, matar um recém-nascido, em nada difere de praticar um aborto.

Os investigadores das universidades de Filosofia de Milão e de Melbourne argumentam no artigo 'After-birth abortion: Why should the baby live?' ('Aborto pós-parto: Porque deve o bebé viver?') que um feto e um recém-nascido são dois seres «moralmente equivalentes», na medida em que ambos estão num estádio em que apenas têm o potencial para se tornarem pessoas. Como nenhum dos dois possui consciência, as mesmas razões que justificam o aborto sustentam o infanticídio.

No resumo da sua exposição explicam que «o aborto pós-parto deveria ser possível em todos os casos em que o aborto o é, e explicitam: «Inclusive quando não há malformações no feto».

Os especialistas em ética médica sustentam, no entanto, que o aborto pós-parto não é uma alternativa ao aborto («realizá-lo nas primeiras semanas da gravidez é a melhor opção», escrevem), no entanto, acrescentam que «se, depois do nascimento, se detectasse alguma doença que não tivesse sido identificada durante a gestação, ou as circunstâncias económicas, sociais ou psicológicas necessárias à educação de uma criança não estivessem reunidas» as pessoas deveriam ter a opção de não ficarem obrigadas criar a criança.(…)

2897. What a betrayal! - they cry and shout

O até agora emblema da esquerda festiva cá do burgo, Paul Krugman, borrou a pintura toda e transformou-se em outro indecente traidor.

Que interessa ser o tão adorado prémio Nobel, cujas “sentences” eram, até hoje, irrebatíveis? Ora, ora, isso era antes. Agora tudo mudou!

Subitamente, deu-lhe o “amok”, isto é, uma verdadeira “loucura raivosa incontrolável” e, para quem o quiser ouvir, vá de dizer… o quê? Que abominação disse o homem? Pois bem, que ele próprio, no lugar do governo Passos Coelho, não faria diferente.

Repare-se na krugmaniana eficiência…

Com seis palavrinhas apenas e de uma penada só, a criatura conseguiu erigir-se em “bloody” desmancha-prazeres e ainda mais “bloody” Nobel da… incoerência!

Que “grandessíssimo” outro traidor!

Se fosse comigo, já não lhe pagava as viagens e a estadia… Claro que isso seria comigo, que muito aprecio a seriedade e a coerência.

Quem é que aguenta outra destas, hã, hã?

2896. Traidor ! - choram e gritam eles

Na “Quadratura do Círculo”, de ontem, na SIC Notícias, António Costa, teve o inconcebível atrevimento de afirmar, suficientemente claro e em bom som, que será uma pena se o PS não votar hoje favoravelmente a proposta do Governo, para reforma das autarquias locais, a qual é absolutamente indispensável e vem numa oportunidade única.

Que “grandessíssimo” traidor!

Quem é que aguenta uma destas, hã?