Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal

segunda-feira, 5 de março de 2007

925. O Império Português

No Império Português, que durou 584 anos (1415-1999), integraram-se, em variadas épocas, a maior parte das quais no decurso do séc XVI, as seguintes possessões:

Império português
no tempo de D. João III

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ÁFRICA
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Acra
(1557-1578) Agadir (1505-1769) Aguz (1506-1525) Alcácer-Seguer (1458-1550) Angola (1575-1975) Ano Bom (1474-1778) Arguim (1455-1633) Arzila (1471-1550, 1577-1589) Azamor (1513-1541) Ceuta (1415-1640) Cabinda (1883-1975) Cabo Verde (1642-1975) Costa do Ouro (1482-1642) Fernão Pó (1478-1778) Guiné (1879-1974) Mazagão (1485-1550, 1506-1769) Melinde (1500-1630) Moçambique (1501-1975) Mogador (1506-1525) Mombaça (1593-1698, 1728-1729) Quíloa (1505-1512) Safim (1488-1541) São João Baptista de Ajudá - Fortaleza (1680-1961) São Jorge da Mina (1482-1637) São Tomé e Príncipe (1753-1975) Socorotá (1506-1511) Tânger (1471-1662) Zanzibar (1503-1698) Ziguinchor (1645-1888);
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ÁSIA

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Bahrain (1521-1602) Bandar Abbas (1506-1615) Bante (séc. XVI-XVIII) Ceilão (1518-1658) Laquedivas (1498-1545) Maldivas (1518-1521, 1558-1573) Baçaim (1535-1739) Bombaim (1534-1661) Calecute (1512-1525) Cananor (1502-1663) Chaul (1521-1740) Chittagong (1528-1666) Cochim (1500-1663) Cranganor (1536-1662) Dadrá e Nagar-Aveli (1779-1954) Damão (1559-1962) Diu (1535-1962) Flores (século XVI-XIX) Goa (1510-1962) Hughli (1579-1632) Mascate (1515-1650) Nagapattinam (1507-1657) Ormuz (1515-1622) Paliacate (1518-1619) Coulão (1502-1661) Salsette (1534-1737) Macassar (1512-1665) Macau (1557-1999) Malaca (1511-1641) Masulipatão (1598-1610) Mangalore (1568-1659) Molucas (1576-1605) Surate (1540-1612) Thoothukudi (1548-1658) São Tomé de Meliapore (1523-1662; 1687-1749) Ternate (1522-1575) Tidore (1578-1650) Nagasaki (1571-1639) Timor-Leste (1642-1975);
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AMÉRICA DO SUL

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Brasil (1500-1822) Cisplatina (1808-1822) Guiana Francesa (1809-1817) Nova Colónia do Sacramento (1680-1777).
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Fontes:
. Dicionário Enciclopédico da História de Portugal, Ed. Alfa;
. Lisa, Grande Dicionário da Língua Portuguesa – Geográfico, Histórico;
. História de Portugal, direc. De José Hermano Saraiva, Pub. Alfa;
. Wikipedia

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6 comentários:

Bom Garfo disse...

Confesso que não conhecia alguns dos nomes.E também é verdade que esse império já não existe.Resta-nos a língua portuguesa, que tem que ser protegida; e tenho muitas dúvidas se a actual política de diluição europeia (não é "integração", é "diluição") salvaguarda os interesses da cultura e da língua portuguesa no mundo.

Ruvasa disse...

Viva, Bom Garfo!

Estava a ver que ninguém comentava este post...

Também eu só os conheci agora que andei nas buscas.

É verdade que o Império já não existe. Mas, diga-se lá o que se disser, tenho muito honra em ser descendente dessa gente. Outrotanto já não posso dizer por ser contemporâneo destes governantes de que padecemos.

Não será a "vergonha do pai do Joãozinho", mas anda lá muito perto...

Abraço

Ruben

Ruvasa disse...

Que grande e nobre POVO...!
E agora?
Agora evitamos falar do passado, com
receio de que nos chamem colonizadores.

Um abraço

AAlves

Ruvasa disse...

Viva, Alves!

Um povo que não sabe honrar o seu passado, não merece mesmo ter qualquer passado, porque é um povo sem memória.

Abraço

Ruben

Klatuu o embuçado disse...

Não lhe chamo «império»... mas sim Civilização Portuguesa.

Ruvasa disse...

Viva, Klatuu!

De acordo, sem esforço. Muito embora haja impérios e impérios...

Este não tem a interpretação "pesada" que habitualmente se lhe "cola".

Abraço

Ruben