Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal

terça-feira, 26 de junho de 2007

1153. Joe Berardo segundo Tavares Moreira

6 comentários:

Sulista disse...

Aãããnnnnnnn....pois, eu tenho uma ideia diferente dele....mais um padrinho, digo, patrão, de portugal...como o Belmiro, Champalimou...etc etc...

Estamos entregues a estes Barões...Livra!!



Beijinho

Ruvasa disse...

Viva, MJoão!

Desde que eles tragam massas á para o país, tudo bem.

Sabes qual era a primeira medida que eu tomava, se fosse nomeado primeiro-ministro?

Quem trouxesse para o país uma fortuna nunca abaixo do 50 milhões de euros e cá os investisse, ficava livre de impostos durante uma década, contada a partir da data em que fizesse o investimento.

Como vês, era fácil.

Beijinho

Ruben

Isabel Magalhães disse...

Bom dia, Ruben;

Aquando do final dos acordos entre a 'Cultura' e o J.B. para que o CCB lhe 'albergasse' a colecção que corria o risco de sair de Portugal [o Patriotismo tem dias!]lembro-me de ter lido alguém que citou o velho ditado " quem parte e reparte e não fica com a melhor parte... " e embora considerando a qualidade da colecção em causa, deveriam ter sido salvaguardadas condições/contrapartidas para o facto de o CCB deixar de receber as excelentes exposições itinerantes a que estávamos habituados [os que as frequentavan] e cito apenas duas, Louise Bourgeois, Roy Lichtenstein, das muitas que vi.

[] e dia bom.

I.

Ruvasa disse...

Viva, Isabel!

Ou da Frida Kahlo!

Ouvi alguém responsável afrmando na TV que as exposições itinerantes se mantêm como até aqui.

[]

Ruben

Isabel Magalhães disse...

Caro Ruben;

1 - Confesso que não li o link do post... (a actual falta de tempo)

2 - Não vi a exposição da Frida no CCB (Já tinha visto trabalhos noutras capitais e não aprecio o género... 'por aí além'.)

3 - Espero que as itinerantes se mantenham e que esse ponto tenha sido revisto e salvaguardado.

4 - Li 'aí pela blogosfera' muitas considerações sobre a 'má' qualidade da colecção do J.B. e não posso estar mais em desacordo.

Gostar ou não gostar são conceitos subjectivos e a larga maioria do público prefere obras com uma leitura 'mais imediata', - a tal diferença entre "Arte e Saber Fazer" defendida, há quase um século, por Max Ernst.

Um abraço.

I.

Ruvasa disse...

Viva, Isabel!

De acordo consigo.

A colecção Berardo ainda não conheço.

Um dia destes será.

Abraço

Ruben