Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

1410. Resistir !

Desiluda-se quem pense que vivemos em democracia.

Não vivemos!

Em cada dia que passa, mais se aperta o laço que a vai estrangulando, que nos vai atabafando.

As liberdade individuais - e as outras - estão, de momento em momento, em maior perigo.

E quem erroneamente pense que isto que é mera conversa de pessimismo, de derrotismo, até de bota abaixismo, que faça um pequeno exercicio, olhando em redor.
Com olhos de ver.

De imediato verá.


Resta-nos alguma esperança. Ténue, embora.

Assenta na circunstância de verificarmos que alguns de nós, após anos de letargia, vão começando a despertar para as realidades e outros, menos ainda do que aqueles, a descerrar os lábios também e a dar uso imperioso à pena ou ao teclado.

Há que ser firme. Quebrar quase sempre revela mais dignidade do que torcer. Aqui, uma vez mais.

As palavras de ordem, únicas armas de que dispomos, são resistir, resistir, resistir sempre e cada vez mais.

ÀS ARMAS !!!
...

8 comentários:

Isabel Magalhães disse...

Ruben;

"Antes quebrar que torcer".

FORA com este (des)governo!




[]
I.

Ruvasa disse...

Viva, Isabel!

Fuera!

[]

Ruben

Estrellinha disse...

Qualquer dia vai haver um segundo 25 de Abril!

Cada vez tenho menos esperança no meu futuro aqui em Portugal.

Enfim...

Eu em 2009 sei o que irei fazer!

:)

Ruvasa disse...

Viva, Estrellinha!

Em 2009, também sei o que fazer. Voto NULO. Nulinho da Silva de Alenquer y Menezes, com falta de dinheiro as vezes.

Entretanto, resistir, sempre e cada vez mais, resistir!

Abraço

Ruben

Isabel Magalhães disse...

Contra o (des)governo LUTAR, LUTAR!





[]
I.

Ruvasa disse...

Viva, Isabel!

Se outra coisa não temos...
O que nos resta é a luta...
É mostrar que não tememos
travar os... (é para rimar, claro)

[]

Ruben

Isabel Magalhães disse...

eheheh!

Nem imagino o que seja!


(Sou péssima em rimas)



I.

Ruvasa disse...

Viva, Isabel!

Nem eu imagino.

De repente, olhe, faltou-me o estro.

[]

Ruben