Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

1497. ... e aquele...


... dedinho em riste ?





E o bi-embevecimento ?








...

16 comentários:

Camilo disse...

Vi-os... à pouco vi-os na TV.
Vi-os sim senhor.
Não sei do que falavam...
E confesso que não os percebi...
Mas que parecem giros, lá isso parecem, sim senhor.
Giros e chiquérrimos...
E fofinhos...
Olarilas!!!

Ruvasa disse...

Viva, Camilo!

Para lhe falar com toda a franqueza, devo dizer que apenas me limitei a gravar estas imagens, não tendo assistido á entrevista, porque o meu sistema nervoso não aguenta tanta pepineira, tanta arrogância, tanta pesporrência, tanta publicidade enganosa.

Se vier a referir-me ao que foi dito, será porque algo li em qualquer lado, de alguém que assistiu e comentou.

Achei muita graça ao último termo que usou.

Abraço

Ruben

Anónimo disse...

Olarilas, sim senhor.
Este triunvirato "triumviratu" para não confundir com Viriato (ai se ele cá voltasse) um de dedo em riste, outro de lacinho e outro triste até dizer chega, os 3 com olhinhos de carneiro mal morto fizeram uma triste figura.
Bonito foi a donzela dar a palavra de honra em como os "projectos" eram de sua autoria e os outros dois nem replicaram.
Toda a gente sabe que a grande maioria dos projectos apresentados nas câmaras são dos próprios desenhadores, agentes técnicos, arquitectos e ingenheros, mas com este teria de ser diferente.
Os proprietários nem nunca viram citado artista nem nunca lhe pagaram pois jamais (ou será jamais) fizeram contracto com ele, mas sim com outros.
Ospois gostei daquele "tabu" teve e tem bom mestre.
-Não sei se serei candidato às próximas eleições...
Éste pode ter tabus, até é fino.
O outro não podia ter.
Enfim... lindo de se ver,
olarilas

H. Sousa disse...

Teatro montado ao melhor estilo ditatorial, nem Fidel teria feito melhor, Sócrates soma e segue perante as «bestas» que viram este teatro sem estarem de sobreaviso.

azurara disse...

Não há dúvida que foi um excelente trabalho de "jornalismo". Não sabia que a Central de Informações estava tão avançada.
É que os moços de serviço nem sequer sorriram daquelas fantasias debitadas pelo (só)cretino.
Apre!

Ruvasa disse...

Viva, Henrique!

Os tiques ditatoriais estão todos lá.
Não fora a facto de os tempos serem outros e as circunstâncias também e havia por aí muito ditadorzinho já morto e enterrado que facilmente seria ultrapassado. E estou a falar de ditaduras... não de ditamoles.

Abraço

Ruben

Ruvasa disse...

Viva, Agnelo!

Sabe, todo o ditadorzeco de meia tigela tem sempre os seus reverentes e muito atentos imitadores de Göebells... com mais ou menos habilidade, com mais ou menos escrúpulos. É a História que confirma a cada passo.

Abraço

Ruben

Camilo disse...

Hoje deliciei-me com a crónica do Baptista-Bastos:
"Cinquenta banais minutos".
Um espanto!
E, porque não dizê-lo, um exemplo de Jornalismo.
E de Jornalista!
"...Que portugueses presume Sócrates que nós somos? Um bando de beócios, ou uma maioria subserviente?...
Os entrevistadores, sem graça nem rasgo. Os comentadores, um bocejo interrupto. Não foi culpa deles..."
Amigo Ruben, isto sim, é OPOSIÇÃO ao "sistema".O "D. Sebastião de Gaia" (vulgo LFMenezes) ainda é vivo???
Quanto aos "Goebells" que o Amigo Rubem se refere, eles pululam por toda a comunicação social, à espera do "célebre"
prato-recheado-de-d- lentilhas. Mas, em relação ao verdadeiro (ao do Hitler) estes coxeiam da cabeça.
Um Abraço.

Ruvasa disse...

Vivam, Camilo!

Pois é, caro Camilo, pois é...

Abraço

Ruben

Isabel Magalhães disse...

Amigo Ruben;

Não é meu propósito parafrasear o seu comentário mas olhe que eu tb tenho dificuldade em ouvir a criatura, no entanto, - e com algum esforço - ouvi o suficiente para perceber que a dita cuja falava, falava, falava, de um país que não é o meu país. De um país que não é este nosso Portugal aqui e agora.

Seria mais honesto dispensarem os dois 'profissionais' e porem o 'Primeiro' a falar sózinho frente às câmaras e, em vez de 'entrevista' chamarem-lhe uma qualquer 'conversa'. Em 'Família' não! Em nome dos muitos portugueses que como eu se recusam a ser dessa 'família' agora 'alapardada'.

(Ai tanto que eu gostei do 'alapardada'!) :)))

Abraço

I.

Ruvasa disse...

Viva, Isabel!

Parafraseie à vontade, por favor. Tudo o que seja para arrear no dito cujo é bom... e saberá sempre a pouco.

Abraço

Ruben

Ruvasa disse...

Vivam!

Já perceberam agora por que razão o "seu" Ricardo está tão amansado?

Ao que consta, "a respectiva a mulher foi agora para assessora da ministra da saúde".

;)

Ruben

Isabel Magalhães disse...

Amigo Ruben;

Em todos os tempos houve sempre quem vendesse a alma ao diabo, 'let alone the fact that' o 'seu Ricardo' tem uma meia-irmandade com o edil da CML...

Diga lá se estes 'nobres sentimentos de amizade e fraternidade não são belos'? Deixam-nos a todos nós, - almas sensíveis - com uma lágrima ao canto do olho.

Ruvasa disse...

Viva, Isabel!

Sim, e já sabia dessa meia-irmandade e da respectiva maternidade (Maria Antónia Palla, não é?).

O que ignorava é que a cunhada do António tivesse sido contratada pela ministra da saúde.

Sabe, o problema, aqui como noutras circunstâncias, é que, sendo o país tão pequeno, não obstante termos andado por esse mundo fora, acabamos, sabe-se lá por quê, por sermos todos primos e primas ou, quando muito, cunhados e cunhadas.

Vai daí...

Uma lágrima no olho?! Eu cá estive três horas a chorar de comoção.

Abraço

Ruben

Ashera disse...

"...Que portugueses presume Sócrates que nós somos? Um bando de beócios, ou uma maioria subserviente?..."

Caro Camilo é isso que este Pinóquio pensa de nós Portugueses.
Porque ele é um"infernês", que significa pessoa vendida ao diabo!

Quanto à entrevista "malabarista", foi só para turista ouvir, porque nem os surdos precisaram de tradutor!

Bom fim de semana carissimo Ruben
Muito obrigada pela "tua casa"...
Beijos e mais beijos

Ruvasa disse...

Viva, Ashera!

Bem-revinda!

Tudo isto é tão mau que a única coisa que consigo pensar é que não é possível que continue por muito mais tempo.

É que, se continuar, então o melhor é fecharmos o estabelecimento e abrirmos outro ao lado, com nova gerência e em ramo diferente.

O pior é que os clientes terão que ser, eles também, outros... bem diferentes!

Beijos também para ti

Ruben