Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

2477. Coitada dela!...

Tenham dó da coitada, sim?


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6 comentários:

Tony disse...

Hehehehe...
Parece que ela lá pediu desculpas pela infeliz intervenção...
Mas não me admiro, sabe, caro amigo? No Brasil, a televisão é de uma violência espantosa! Sem rei, nem roque.
E ela foi na leva.
Enfim...
Um abraço.
Tony.

Ruvasa disse...

Viva, Tony!

;-)

A Maité Proença não me incomoda nada. Até porque o que revelou foi uma profunda ignorância de wise-girl.

O problema são os muitos milhões como ela, que ainda não se recompuseram do trauma da branda (se comparada com as restantes) colonização portuguesa, terminada há tanto tempo! Os que para cá têm vindo, em busca de um modo de vida decente (descontando os gangs, claro!), como nós para lá fomos, certamente que não concordam com ela. Farão a nosso respeito uma outra ideia.

Claro que não esqueço que a nossa colonização, emboira ordeira e trabalhadora como sempre foi, contribuindo decisivamente para o engrandecimento do Brasil, era muito iliterada e ignorante, o que deixou a sua marca... Mas bom seria que os brasucas, que assassinam três vezes o português a cada cinco frases de mais de duas palavras cada, deveriam ter em mente duas coisas essenciais:

. um coisa é o humor, ainda que muito brejeiro e atrevido, que muito se aprecia por cá;
. outra, a ordinarice, com intuitos ofensivos.

Curiosamente, os africanos já ultrapassaram por completo o tal complexo, o que parece significar que são bem mais open minded do que eles.

Quanto à Maitézinha, acho que faz bem. Se, na verdade, não consegue engolir o/a semen(te) que lá deixámos, que o/a cuspa... Na verdade, ninguém deve ser obrigado a engolir a semente alheia, ora essa!...

Mas que não venha para cá com desculpas idiotas, de que não queria ofender, que disse o que não queria dizer, que foi um lapso. Lapso, um escambau! Disse o que queria dizer, ofendeu como queria ofender e até levou as amiguinhas a acharam imensa piada.

Abraço

Ruben

Tony disse...

Claro que tem razão, Ruben.
Mas digo-lhe que vivi e trabalhei no Brasil há muitos anos (antes de ser magistrado) e confesso-lhe que não senti, na altura, essa ideia negativa que alguns brasileiros têm sobre os portugueses.
Aliás, quando começavam com piadas de português, eu contava-lhes uma demolidora, sobre o Brasil... (um dia conto-lha!). E era remédio santo.
Entendo que a tal carga negativa é sobretudo das classes menos informadas. Ou pelo menos, espero que assim seja.
Um abração.

Isabel Magalhães disse...

Bom dia, Ruben;

Acabada a Campanha, e com algum (pouco) tempo livre, estou de volta à (alguma) blogosfera.

Li a sua resposta/comentário nesta caixa e concordo com uma larga percentagem. Ofendida não me senti, não é um(a) qualquer ignorante que me ofende e a sra em questão apenas mostrou ignorância e para rematar deu uma desculpa esfarrapada para a grosseria.

Consta (li algures na net) que a c(o)itada tem vivido os últimos dois anos no silêncio profissional e que esta era uma tentativa de lhe dar alguma notoriedade. Foi pela negativa mas parece que conseguiram...

Por mim podem contar as anedotas que quiserem.

Aquele blogabraço

IM

Teresa disse...

Olá Ruben
Que se passa consigo?
Sinto a sua falta na blogosfera. Passei para dizer que editei hoje a fotografia que me enviou.
Um abraço da vizinha.

Isabel Magalhães disse...

Ruben;

Pois... também não sei de si. Enviei-lhe hoje uma mensagem no Facebook.

Espero que esteja tudo bem. Se foi de férias que esteja a aproveitá-las a 100%.

Abraço

IM