O utro caso de “censura” desbragada…* * *
António Mega Ferreira: “O meu afastamento foi um inconveniente e uma deselegância. Ponto”
* * *
Aqui está, plasmada e pasmada, a superioridade moral d’habitude…
Eu disse, está dito, nada a acrescentar por ninguém.
E por que razão o afastamento do Mega foi um inconveniente e uma deselegância, ponto?
Pela simples razão de que o lugar era seu. Vitaliciamente. E, assim sendo, ninguém dispunha de legitimidade para lhe negar a renovação do contrato.
E porquê? – há que insistir
Porque SExa faz parte do tal grupo da superioridade moral. Isto para não falar da superioridade intelectual. E, já agora -- por que não? -- da superioridade em estatura física. Bem, quanto a essa, enfim…
Disse. Tá dito. Ponto.
Cale-se de Alexandre e de Trajano
a fama das vitórias que tiveram,
que eu canto o peito ilustre… cá do Mega,
pim... pim.... pim.... pim....
o melhor é o pilim...

R ecorda-se ainda da polémica levantada pela propalada "censura" ao jornalista correspondente da Lusa, em Paris, Pedro Rosa Mendes?
Pois bem:
Falou-se de muitas coisas, mas ocultou-se algumas outras. Da crucial importância!
A título de exemplo:
Auferia de 6.819,50€ mensais, ou seja, mais 3.000 mil euros do que um quadro normal da agência. Acresciam outras despesas cobertas integralmente pela Lusa, empresa pública, como é sabido.
A verba gasta com o Pedro Rosa Mendes em Paris era mais do que a que custavam os correspondentes em Londres e em Berlim. Juntos!
"Pedro Rosa Mendes tinha um contrato de prestação de serviço que acabava em Agosto. Foram-lhe colocadas duas opções: ou ficava como correspondente e a ganhar o mesmo que outros, ou vinha para Lisboa para os quadros. Não aceitou ficar nas condições que lhe foram colocadas. A pedido dele ainda lhe foi prolongado o contrato até Novembro".
O jornalista recebia 2.655,28€ de salário, mais 4.164,22 de ajudas de custo, enquanto que o correspondente em Londres recebe 1.950,76€ mensais e 1.900€ em ajudas de custo.
Agora, preste boa atenção às datas:
Em Setembro de 2011, na Comissão Parlamentar de Ética, Miguel Relvas disse que era preciso cortar nos gastos da Lusa com os correspondentes e deu como exemplo o caso de Rosa Mendes. "Em Paris, por exemplo, a Lusa gasta 156 mil euros por ano com um correspondente, quando em Berlim e em Londres, os correspondentes ganham, juntos, 100 mil euros", disse o ministro.
A crónica de Pedro Rosa Mendes que deu origem ao falatório da "censura" foi emitida posteriormente ao programa da RTP 1 «Reencontro», emitido no dia 16 de Janeiro, ou seja, 4 meses após as palavras de Miguel Relvas.
Como qualquer pessoa minimamente inteligente percebe, o chavascal das acusações de censura foi preparado com 4 meses de antecedência.
Assim se faz oposição doentia...