Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

907. Aldeia global portuguesa (1) – Tristão da Cunha


Com cerca de 300 habitantes, Tristan da Cunha é uma ilha situada no Atlântico Sul, a mais remota a nível mundial (37° 06' S, 12° 18' W). Foi descoberta em 1506, pelo navegador português Tristão da Cunha, quando se dirigia a caminho da Índia.

Ligar-se a Tristan da Cunha, através de Web, será uma forma de se ligar um pouco ao nosso passado aventureiro e glorioso, por forma a dele retirar alguns ensinamentos e conclusões que o/a ajudem a libertar-se da vil tristeza em que ora nos atolamos.
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Existe em Tristan da Cunha um jornal online, o Tristan Times de que você pode receber regularmente uma newsletter, se, para isso, se inscrever no site respectivo.
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Saiba também um pouco mais do descobridor da Ilha.
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Tristão da Cunha, (1460-1540), navegador português, foi proprietário, em Azeitão, entre Aldeia Rica e Oleiros, da Quinta da Torre (não confundir com Quinta das Torres, também em Azeitão, mas esta entre Vila Nogueira e Vila Fresca), foi o primeiro vice-rei da Índia, nomeado em 1505, pelo rei Manuel I, não tendo, porém, chegado a ocupar o cargo.
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Vale a pena estar em contacto com pontos do planeta (e suas gentes) de que os portugueses de antanho deram testemunho.
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Há mais terras e mais gentes. De algumas delas falarei proximamente.
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6 comentários:

Ricardo disse...

Viva Ruben,

Não sabia sequer da existência desta remota ilha. Não há dúvida que os blogues podem servir para isto, para povoar a nossa cultura geral de informações interessantes.

Abraço,

Ruvasa disse...

Viva, Ricardo!

É verdade, amigo.

Mas há mais, que a aldeia global criada pelos portugueses é longa e interessantíssima.

Vou, agora mesmo, meter mais um post, em que abordo outra. Julgo que conterá algumas surpresas para ti.

Abraço, amigo

Ruben

Ruvasa disse...

Andámos nós a criar a "aldeia Global" a que hoje chamam "GLOBALIZAÇÃO", para sermos agora triturados pelos detractores de tão grande façanha dos portugueses de antanho, que sempre tentaram cruzar raças e desenvolver sociedades multiculturais.

Um abraço

AAlves

Ruvasa disse...

Viva, Alves!

Sim, é verdade tudo isso.

Mas, há sempre algo a acrescentar. E isso é o que farei, também dentro de alguns dias.

Coisa que, presunmo, vai aparecer como uma extraordinária surpresa e que valeria a pena que fosse discutida e, pelo menos, alvo de tentativas de esclarecimento completo tanto quanto possível.

Por enquanto fico-me por aqui. A seu tempo, direi mais.

Agora, levantarei, apenas, um pouco do véu, dizendo que tem a ver com os descobrimentos e as viagens marítimas. Nossos e de outros.

Dentro de um ou dois dias, falaremos de novo neste assunto.

Abraço

Ruben

naldo disse...

quero manter contato com pessoas desta remota ilha, parece que eles não querem contato com ninguem.
Reginaldo

naldo disse...

tento a bastante tempo contato com pessoal desta remota ilha,mas parece que eles não querem contato com ninguem