Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal

quarta-feira, 21 de março de 2007

948. À cause des mouches...

... convém esclarecer que, mesmo que o governo de que padecemos estivesse a "endireitar" as coisas - que não está, como bem se sabe - apenas estaria a tentar emendar o que os socialistas fizeram, deixando o país de pantanas, em 2001.
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O país que lhes foi entregue em 1995 era um; o que deixaram em 2001 foi outro bem diferente. Em 6 anos arruinaram tudo.

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Ou já se esqueceram e querem fazer esquecer que as coisas descambaram de vez - e nunca mais tiveram a mínima hipótese de conserto - com o governo Guterres?
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E também por causa das moscas, talvez convenha relembrar que a Comissão Europeia apenas deixou de fazer as exigências que vinha fazendo relativamente ao déficit orçamental, por pressão da França e, principalmente, da Alemanha, depois de Sócrates ter tomado posse.
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É bom que isto não seja deixado cair no esquecimento. É que os socialistas são mestres nestes branqueamentos.
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Mais oui, à cause des mouches...
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8 comentários:

Isabel-F. disse...

Nunca é demais relembrar....

bjs

Ruvasa disse...

Viva, Isabel!

É que há muito a tendência para fazer passar uma esponja por cima dessas verdades.

Beijinho

Ruben

Paulo Sempre disse...

Raros são os exemplos de equilíbrio minimamente satisfatório entre órgãos pelo quais se repartem as funções de poder. Ou, se se preferir, entre os orgãos pelos quais se dividem os poderes. A experiência mostra que sempre um deles acaba por dominar os outros. A diversidade de natureza de funções daria, naturalmente, preeminência ao orgão com competência para legislar. Todavia, a preeminência do orgão detentor das funções legislativas,mesmo quando estabelecidas pelas normas fundamentais, nem sempre tem qualquer projecção no plano dos factos, da realidade política. Apesar de os legisladores sempre terem entendido o interesse das afirmações à independência do poder judicial, não têm sido raros os exemplos de dependência desse poder em relação a algum dos outros. Só os que são detentores de certa informação podem constactar os «secretos poderes» que existem os quais dominam os poderes públicos. Os políticos «fogem» nos momentos mais criticos, deixando a sua Patria ao «deus-dará» em troca de interesses pessoais ou por ordem dos «secretos poderes». Amar a Pátria parece agora «coisa» do passado..... A independência dos tribunais perdeu o seu vigor e dignidade, face as ameaças e pressões várias de que têm sido vitimas os magistrados e/ou pela conduta negativa destes...
Até quando?

PS: Obrigado pela visita.

Abraço
Paulo

azurara disse...

O meu caro amigo Ruben é um ingrato!
Então não está lembrado da maravilha de País que aqui tínhamos no tempo em que "as pessoas não eram números"?
Então...?
Depois é que veio o Zé Manel e o outro e estoiraram com esta merda toda, pá!

A ingratidão é uma coisa tenebrosa...

al cardoso disse...

O que parece que se passa, e que muita gente anda a comer queijo em demasia; Quando era crianca diziam que "fazia perder a memoria!!!"

Um abraco do d'Algodres.

Ruvasa disse...

Viva, Paulo!

Pois... A eterna questão do poder nominal e do poder de facto. Mas eu nem me detenho aí. Sou de opinião que o problema é mesmo de incompetência, que começa nos bancos da escola básica e se estende por aí fora. Incompetência por desconhecimento, desconhecimento por impreparação, impreparação por desconhecimento e por aí fora, num sem-fim sem fim.

Abraço

Ruben

Ruvasa disse...

Viva, Agnelo!

É isso, a ingratidão é de lapuz. Que é o que somos todos... que não só eu!

;-)

Então, amigo: ontem, lá houve mais uma demonstração inequívoca de deficiente educação!...

Abraço

Ruben

Ruvasa disse...

Viva, Al!

Isso depende do queijo. Se for de boa qualidade, não faz perder memória; pelo contrário, refina-a.

O problema com estes senhores nem e do queijo. É, isso sim, do berço.

Abraço

Ruben