Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal

sábado, 22 de março de 2008

1507. Resta uma consolação

É ela a de que com este exemplar, batemos mesmo no fundo dos fundos, no quinto (qual quinto, no sexto) dos infernos.

Depois desta prenda, por mau que seja, por arrogante que se mostre, por pesporrente que se apresente, nem que seja o diabo pintado de rosa escarlate, o que vier terá que forçosamente ser menos mau.


É que este é a quinta essência da desgraça que estava no nosso Fado.

Com a sua chegada, calou-se tudo quanto a antiga Musa da desgraça casquinava, nem se deixa que venha a grunhir qualquer futura Musa da desventura.

Depois desta criatura, não há deus, por mais malvado que se mostre, que seja capaz de criar outro igual ou pior; e, mesmo que o fosse, jamais teria "balls" para no-lo atribuir também, porque já temos a nossa conta.


É isso, não há anjo mau suficientemente mau para nos fazer uma dessas.

Portanto, é só ter mais um bocado de paciência. A "excelência" há-de ir chagar o espírito a outros, lá para a Patagónia.

Façamos, pois, mais um esforçozito. Pode ser até que algo apropriado saia.


Haja Deus!
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