Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

1715. Beijing 2008



Depois do surpreendente e inolvidável espectáculo que foi a cerimónia de abertura dos Jogos, para que eu prevenira há cerca de dois anos, por ter visto o que vira, talvez não seja exagero afirmar que é de estar atento aos resultados desportivos, designadamente à atribuição das medalhas olímpicas, com especial relevância para as de ouro.





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3 comentários:

Ventania disse...

Sou fã do Phelps (natação) e do judô. Fico asistindo doida para estar lá. Abraços, Desirée

Ruvasa disse...

Viva, Désirée!

Bem, no judo nós só temos tido desilusões. Os nossos judocas têm estado numa verdadeira "débacle".

A Telma Monteiro, campeã europeia e mundial na classe dela, não conseguiu melhor do que um 9º lugar e os outros andaram pelo mesmo ou pior.

Estávamos com grandes esperanças de, nesta disciplina, trazer uma ou duas medalhas de ouro e outras tantas de prata ou bronze e...

No desporto não é preciso apenas ser bom tecnicamente falando. Requer-se igualmente atitude, mentalidade de vencedor.

Quanto à natação, estou curiosíssimo de saber até onde vai o Phelps.

Em 1972 - certamente que a Désirée não se lembra, já que estaria ocupada em aprender a andar e a falar... - Mark Spitz arrasou por completo. Inesquecível! Apenas ensombrado pelo ataque terrorista aos atletas israelitas, na aldeia olimpica.

Abraço

Ruben

Isabel Magalhães disse...

Ruben;

Sobre o espectácuo da abertura dos Jogos Olimpicos de Pequim, veio ontem a lume, num jornal digital, que muito do que se viu eram efeitos feitos (passe a redundância) em computador, que parte da apoiante multidão eram figurantes contractados e que a encantadora criança cantava em playback porque a genuina criança 'cantora' tinha os dentes demasiadamente tortos para aparecer em público.

;)

[]

I.