Num primeiro relance,
Brasil é…
Portugal projectado no mundo,
com “estranho” sotaque,
linguajar de açúcar,
dengosa ginga,
melodia eterna,
poema de rima fácil,
enfim e
como preconizou Chico Buarque,
queira-se ou não se queira,
“um imenso Portugal”
(como as coisas estão por cá agora, melhor será que não…)
Mais pessoalmente,
o Brasil foi… é… será sempre
motivo de incontido orgulho
no contexto da
Aldeia Global Portuguesa
que, afinal,
mais não é do que a
Aldeia Global
tout court.
Brasil é…
Portugal projectado no mundo,
com “estranho” sotaque,
linguajar de açúcar,
dengosa ginga,
melodia eterna,
poema de rima fácil,
enfim e
como preconizou Chico Buarque,
queira-se ou não se queira,
“um imenso Portugal”
(como as coisas estão por cá agora, melhor será que não…)
Mais pessoalmente,
o Brasil foi… é… será sempre
motivo de incontido orgulho
no contexto da
Aldeia Global Portuguesa
que, afinal,
mais não é do que a
Aldeia Global
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