Se - depois dos relatos de hoje do "SOL" e das declarações do seu director, José António Saraiva, em sede de Comissão Parlamentar de Ética, Cultura e Sociedade, portanto em plena Casa da Democracia e perante seus titulares - não houver consequências legal e politicamente tiradas por quem tem esse estrito dever, ou seja, o Presidente da República, deixa de restar qualquer dúvida de que Portugal atingiu tal patamar de infâmia e tal impasse paralisante, que parece restar apenas um meio eficaz para tudo resolver com dignidade.
Não digo qual, porque não desejo que se chegue a tal extremo, nem pretendo ver-me acusado de apelo que não faço, mas julgo que ninguém ignora do que se trata.
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Aqui vão sendo deixados pensamentos e comentários, impressões e sensações, alegrias e tristezas, desânimos e esperanças, vida enfim! Assim se vai confirmando que o Homem é, a jusante da circunstância que o envolve, produto de si próprio. 2004Jul23
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
2540. Chega de Carnaval !
Chegados a quarta-feira de cinzas e ao ponto a que a política está em Portugal, cabe aqui referir as acções que se entendem dever o Presidente da República levar à prática para que, com elas, se comece - repete-se, comece! - a devolver a dignidade ao País e a defender os seus reais interesses.
1. Demissão do Governo, com o fundamento de que o actual primeiro-ministro deixou de ter condições para o liderar;
2. Convite ao PS para formar novo governo com outro líder;
3. Em caso de recusa, convite a outros partidos para que o façam;
4. Esgotadas as hipóteses sem que seja possível a formação de novo governo partidário ou de sua iniciativa, nomeação de governo de iniciativa presidencial até que se mostre viável a dissolução da Assembleia da República e convocação de eleições legislativas.
Claro que sei que os interesses do País - e até a sua dignidade... - contendem frequentemente com outros interesses mais imediatos e não tão abrangentes, pelo que tal conjunto de acções jamais se verificará. No entanto, elas impõem-se. In extrema ratio, por questão de dignidade!
Chega de Carnaval de mau gosto !
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1. Demissão do Governo, com o fundamento de que o actual primeiro-ministro deixou de ter condições para o liderar;
2. Convite ao PS para formar novo governo com outro líder;
3. Em caso de recusa, convite a outros partidos para que o façam;
4. Esgotadas as hipóteses sem que seja possível a formação de novo governo partidário ou de sua iniciativa, nomeação de governo de iniciativa presidencial até que se mostre viável a dissolução da Assembleia da República e convocação de eleições legislativas.
Claro que sei que os interesses do País - e até a sua dignidade... - contendem frequentemente com outros interesses mais imediatos e não tão abrangentes, pelo que tal conjunto de acções jamais se verificará. No entanto, elas impõem-se. In extrema ratio, por questão de dignidade!
Chega de Carnaval de mau gosto !
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