Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal
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sábado, 2 de junho de 2012

2951. O concluio das PPP


“Para perceber melhor a displicência do PGR neste caso, denunciado por muitos há muito tempo, é melhor ver este vídeo da SICN, em que José Gomes Ferreira diz expressamente que houve um conluio entre várias pessoas para esta desgraça e esta hecatombe na economia nacional. E disse mais:

Que o destemido, ou seja a PGR já vem tarde de mais. E que o presidente da República ainda terá que explicar porque assinou de cruz os diplomas legais.

Esta é a história de um grande conluio...que tem coniventes.José Gomes Ferreira enunciou os conluiados: alguns políticos, bancos, construtoras, consultoras e grandes gabinetes de advogados. Atravessa e está no coração do regime.
Faltou enunciar outros importantes conluiados: os directores de informação das televisões. Os josés albertos carvalhos e assim outras anas lourenços. Estes são responsáveis no conluio porque sabendo do mesmo, tiveram medo de o denunciar. E trataram de se proteger dos tubarões tornando-se dóceis para o poder e o establishment. São jornalistas de terceira categoria, evidentemente.

Aliás, se alguém quiser saber quem são os conluiados basta desenrolar as páginas deste e doutros blogs, ao longo da última meia dúzia de anos. Estão lá todos, mas todos mesmo”.
(blog “Porta da Loja”)

http://youtu.be/7HuWL0YX7dY

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

2749. Veja os verdadeiros resultados eleitorais (23Jan2011)

Estes são os resultados que realmente interessam da eleição de ontem e devem fazer pensar muito seriamente todos quantos se preocupam com o País e os Portugueses.

* Número total de eleitores: 9.629.630

(Numa população de 10.300.000! Pura aldrabice! Não se dá baixa dos falecidos, por não convir, por causa dos mandatos, ou seja, dos tachos que os partidos têm para distribuir pelas clientelas)

* Votaram apenas 4.489.904, ou seja, 46,63% dos tais eleitores.

* O vencedor obteve 2.230.104 votos, ou seja, votaram nele apenas 23% dos eleitores.

* Os outros candidatos, todos juntos, representam 20% dos eleitores.

* A totalidade de eleitores que não se identifica com esta pantominice representam 59,56% do total de eleitores, divididos por esta forma:

- Abstenção – 53.37%

- Nulos – 1.93%

- Brancos – 4.26%

Estes os números reais. Os restantes são meras fantasias para endrominar o pessoal.

É esta a democracia que temos!

Chega-lhe?

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segunda-feira, 8 de março de 2010

2627. Cavaco tem mau hálito

Nuno Morais Sarmento, antigo ministro dos governos de Durão Barroso e Santana Lopes, diz que “quando Cavaco fala sentimos um mau hálito político do lado de cá da televisão”.
(...) Cavaco “aparece sempre ao país com um sobrolho carregado, um olhar castigador. Como se os portugueses tivessem errado… as pessoas cansam-se de serem descompostas todos os dias, cansam-se de alguém que fala como se lhe devêssemos dinheiro ou nos pede desculpas diárias.”
(...) aponta ainda o dedo ao Presidente da República e diz que ao ficar em “silêncio”, Cavaco foi “cúmplice” do “desgoverno socialista”
Jornal i 08Mar20120.

* * *

Finalmente, parece haver alguém capaz de vir à praça pública dizer umas quantas verdades acerca do cidadão nascido na Fonte de Boliqueime pu no Poço or whatever.

É que desde 1995 que digo o mesmo e até parece que é apenas má vontade minha contra tão excelsa personagem e seus freteiros do costume...
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

2593. Chegados ao limite

Se - depois dos relatos de hoje do "SOL" e das declarações do seu director, José António Saraiva, em sede de Comissão Parlamentar de Ética, Cultura e Sociedade, portanto em plena Casa da Democracia e perante seus titulares - não houver consequências legal e politicamente tiradas por quem tem esse estrito dever, ou seja, o Presidente da República, deixa de restar qualquer dúvida de que Portugal atingiu tal patamar de infâmia e tal impasse paralisante, que parece restar apenas um meio eficaz para tudo resolver com dignidade.

Não digo qual, porque não desejo que se chegue a tal extremo, nem pretendo ver-me acusado de apelo que não faço, mas julgo que ninguém ignora do que se trata.
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

2538. A pior de todas as crises

Com toda a franqueza e serenidade, apesar de tudo, digo aqui que Portugal jamais passou por tão envergonhante crise. E temos passado por um bom punhado delas bem indignificantes.

Esta, todavia, é de todas a pior, a que mais mossa vai deixar. Porque se trata de um conjunto de várias e todas elas muito traumatizantes.

Mas o que confere maior indignidade a esta (e faz com que, para cúmulo, os portugueses, sintam a impotência que nos domina) nem sequer é a forma social e politicamente inaceitável da postura comportamental do chefe (digo bem, chefe) do executivo.

Porque ainda que esse tivesse tal postura e o seu governo tal seguidismo, era lícito aos portugueses esperar que, da parte de outros houvesse a noção de que o país não pode estar à mercê de tais desmandos e reacção necessária e adequada a tais desvarios.

Seria, pois, de exigir que o Presidente da República, soi-disant constitucional supremo garante do regime democrático, tomasse a questão em mãos e lhe desse solução o mais urgentemente possível. Para isso tem poderes. Não é, contudo, o que se tem visto.

Seria também de supor e almejar que, falhada aquela possibilidade, por titubeação (benigna interpretatio)
presidencial, a Oposição estivesse em condições de o substituir nessa ingente tarefa e o quisesse. Designadamente e em último caso, com moção de censura que varresse a testada do país. Era o mínimo que se exigia. Não é, contudo, o que se tem visto.

Porquê? Será apenas por similar titubeação ou por vera incapacidade resultante de actuações, elas também pouco recomendáveis?

Assim ou de outra maneira, o que é certo é que não podem os portugueses fiar-se naqueles que é suposto terem sido eleitos para os defender, zelando, com prejuízo até de interesses próprios, pelos do País.

Esta a triste vileza a que estamos reduzidos! A de não haver quem nos possa e queira salvar da ignomínia.

Que pior crise poderá haver do que esta?

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quinta-feira, 31 de julho de 2008

1674. "Que mais irá-nos acontêcê?"

Jornal "Público", 200.07.31


Sim, que mais estará para nos acontecer?

Não basta já o que basta?

Rai´s partá sorte! Mais bal' a morte!




Veja aqui ou click na imagem, para ampliar.
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