Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal

quinta-feira, 22 de março de 2007

951. Sócrates - No comments 2

Reacção à investigação do PÚBLICO
PSD pede "cabal esclarecimento" sobre licenciatura de Sócrates
22.03.2007
...

12 comentários:

Zé Lérias disse...

Aplaudo.
E olhe que as dúvidas deviam ser tidas em relação a muitos outros. Políticos ou não.
Um abraço

Isabel-F. disse...

... quero ver o que irão responder ________- trocas e baldrocas e desvalorização do assunto _______-


bom fim de semana
bjs

Ruvasa disse...

Viva, Zé Lérias!

O que é preciso é que o hábito pegue, porque, por norma, é assim. Tudo se cala e aguenta até que um dia há um que tem o azar de lhe descobrirem a careca. Nunca mais ninguém tem sossego.

Oxalá aqui aconteça o mesmo. Estes tipos têm que aprender a ser responsáveis e responsabilizados pelas atitudes que têm e que lesam o país. O forrobodó tem que acabar.

O que é pena é que António Balbino Caldeira, do Portugal Profundo e outros assim não sejam seguidos por mais gente.

Abraço

Ruben

Ruvasa disse...

Viva, Isabel!

Pois, sabemos como é. No entanto, um passo, o primeiro, o mais difícil está dado.

E, quando os outros todos virem as barbas deste a arder, como já estão a ver, começam a pôr as deles de molho.

O dia de anteontem - por mérito do António Balbino Caldeira e de outros, mas principalmente dele - é histórico. Para a Blogosfera, mas, principalmente, para Portugal.

É costume dizer-se que o mal é começar. Pois, neste acaso, digo eu: o bom é começar.

Beijinho

Ruben

Eduardo P.L. disse...

Ruben, desculpe um comentário não pertinente ao post. Muito obrigado pela dica. Estou providenciando uma postagem . Forte abraço.

Ruvasa disse...

Viva, Eduardo!

Qualquer comentário vem sempre a propósito.

Igual abraço para si.

Ruben

Pedro Sérgio disse...

Viva, Ruben

Agora imagina o que serão aqueles que tiraram os seus cursos de passagem administrativa após 25 de Abril de 1974!!!Claro, mais um efeito negativo que essa tal revolução "25 de Abril" está deixando.

Pedro Sérgio (Palmela)

Ruvasa disse...

Viva, Pedro!

Mas isso é outro departamento... ;-)

Abraço

Ruben

Vladimir disse...

Não deixa de ser interessante que só agora o PSD se tenha interessado pelo tema, enfim anda sempre a reboque.

Ruvasa disse...

Viva, Vladimir!

É verdade, tem toda a razão.
E se a isso se acrescentar que os outros partidos também estavam mudos e quedos e mudos e quedos continuam, fica-se com uma imagem bem completa da tristeza em que vivemos.

Grato pela visita e pelo comentário. Vou linká-lo.

Abraço

Ruben

H. Sousa disse...

Acho um erro discutir-se a licenciatura, coisa fácil de contornar, tanto mais que as licenciaturas agora não valem nada. Ficou provado que Sócrates mentiu ao assumir-se como engenheiro que não é. Não chega para mostrar a casta a que ele pertence? Porque quem mente uma vez, perde a credibilidade. É mais do que evidente que também se trata de uma licenciatura oportunista.
Abraços

Ruvasa disse...

Viva, Henrique!

Estou absolutamente de acordo.

Já o disse noutro blog.

O essencial da questão está já feito e provado, com o próprio visado a reconhecê-lo de forma expressa, não somente por declarações que terá prestado a jornalistas do Público, como pela emenda que ordenou que fosse feita no site.

E o que é o essencial? Que o referido senhor, inscreveu - ou fez inscrever - num documento oficial do Governo, ser possuidor de uma qualidade que efectivamente não é sua, com isso prestando declaração que não corresponde à verdade, ou seja, falsa declaração, ilícito de índole criminal que se encontra devidamente tipificado na lei penal portuguesa.

É preciso que se note que o facto de não ter sido o próprio a inscrever "aquilo" no site do Governo, não o iliba de responsabilidade.

Primeiro, porque tudo o que ali se escreve é, em última análise, da responsabilidade do Governo, e, portanto, dele próprio "prima facie"; depois, porque, mesmo que tenha sido outra pessoa a tratar do assunto, essa outra pessoa o fez - relativamente ao curriculum dele - com dados que necessariamente por ele foram fornecidos.

Assim estamos e continuaremos, até que venha provar que não foi assim, o que até ao momento não fez...

Daqui, não há como sair.

De tal modo que esgrimir com a questão da propalação de uma não verdade e dos efeitos políticos que tal atitude efectivamente contém, não representará mais do que argumentação "ex abundante".

Abraço

Ruben