
Nada mais foi preciso. A pressão social dos cidadãos honrados e sérios foi tal que os tais governantes, a começar por quem deveria mesmo começar, tiraram o chapéus, cumprimentaram a sociedade em geral, apresentaram as desculpas devidas pelos desmandos praticados e foram bolsar a arrogância de que estavam prenhes e a pesporrência que obscenamente os engravidava para outras bandas, deixando, finalmente!, os cidadãos em paz e sossego.
Houve até quem, de alívio, gritasse a plenos pulmões, como se absorvesse um hausto de ar puro, uma frase um tanto breijeirota, mas que resumiu tudo o que o comum dos cidadãos verdadeiramente sentia:
- Fosga-se!!! In oculo descansum est !
NOTA:
Como se constata, só podia ter sido num país muito longínquo, envolto em bruma, que nada tem que ver connosco. (In)Felizmente.
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