
Mão blogamiga fez-me chegar esta peça, hoje publicada no "Meia Hora".
O que interessa dizer acerca do assunto, está dito na peça, pelo que apenas venho aqui, não somente para uma maior divulgação - de toda a conveniência - e para uma anotação que me parece indispensável.
Em forma de pergunta, já agora:
- Como é que o articulista, Manuel Falcão, ao que parece horrorizado, como nós, aliás, com a desfaçatez do seu "convidado", pretende que os superiores deste o demitam, se eles próprios, de há três anos para cá, não têm feito coisa diversa do que agora é acusado o Sr. Nunes, suspeitando-se mesmo que o referido senhor mais não fez do que consultar uma série de "manuais" da autoria dos outros senhores, que por aí pululam, para saber como actuar correctamente?
É evidente que Manuel Falcão escrevia acerca do Sr. Nunes, mas pensava bem para além dele.
O pedido-requisito formulado impunha-se mas é impossível. Os putativos demissores do Sr. Nunes jamais poderiam demiti-lo.
É que, tendo que se demitir, eles próprios, por factos semelhantes e até bem mais graves, antes, onde é que, depois, iriam buscar o poder de o fazer?
Trata-se de uma impossibilidade absoluta.
Logo, tudo como dantes, quartel general nos desplantes... e siga o baile!
Gentileza de J.Teles da Silva
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