Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal

domingo, 28 de fevereiro de 2010

2598. E o comentarista foi-se...

Excelente a saída do saneado - mas caladinho que nem rato... - Marcelo Rebelo de Sousa do Teatro Municipal do Funchal, onde decorreu a última sessão de "As escolhas do dito".

Causou funda surpresa aquela perna direita da calça toda arregaçada. Porquê, perguntaram-se todos quantos assistiram à cena?

Depois de muitas e muitas voltas voltas e voltas ao bestunto, lá se chegou a um consenso mais um menos generalizado.

É isso, descobriu-se mesmo:

Como é um homem muito despacho e não gosta de perder tempo, Marcelo tratou, ainda no decurso do programa e para não se atrasar no final nem deparar com pequenos empecilhos ao saltar para a bicicleta - que lhe terá sido oferecida pelos despedidores, a título de
compensação indemnizatória - e desatar a pedalar cheio de vigor, de regresso ao... "contenente".

Desfeito mais este mistério, toda a gente foi dormir muito mais descansada.

Restou este pobre cronista que teve que ficar aqui a redigir o apontamento e a ver se conseguia que o raio da foto do singular mas muito expressivo momento em que (acompanhado de Maria Flor Pedroso - a quem acabara de oferecer um antúrio, que a Igreja do Funchal considera demasiado erótico para permitir que entre nas igrejas lá do burgo, mas que ele, Marcelo, católido muito "hetero (valha-o Deus!) doxo" fazia questão de oferecer à jornalista -) o comentarista que, fora do futebol, o país inteiro também consagrou [desculpa lá, ó Alves dos Santos] saía do teatro, ficava melhor do que ficou, pelo que pede muita desculpa...


Y asi fue. Nadie más ha visto tan excelsa persona
.