Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

2742. "As manobras de Pinto da Costa"

Aqui está um livro de leitura obrigatória para amigos e inimigos de Jorge Nuno Pinto da Costa, sócios e adeptos do FC Porto e dos restantes clubes portugueses e, de modo geral, para todos quantos queiram encontrar, através de factos e situações efectivamente ocorridos e não de mera especulação ou interpretações dolosas, a real explicação de um sem número de nebulosas que acompanham o reinado de dirigente portista.

O livro, de mais de 310 páginas, é da autoria do jornalista free-lancer Marcos Alves, e editado pela Zebra publicações – Editorial Zebra.

Para se ter um primeiro vislumbre do que tem sido o reinado de PdaC, aqui fica relatada a mentirola e as manobras que a forjaram, acerca da data da fundação do clube. Tudo surgiu do complexo de inferioridade relativamente a Benfica e Sporting. O FC Porto do PDaC tinha, desse por onde desse, que ser mais antigo do que aqueles dois clubes de Lisboa.

Em 1893, foi fundado no Porto um clube denominado Foot-Ball Clube do Porto, projecto de Nicolau de Almeida. Por motivos vários, porém, em 1896, o fundador desistiu e o clube terminou a sua existência.

Dez anos mais tarde, em 1906, com Benfica (Fevereiro 1904) e Sporting (Julho 1906) já em pleno, José Monteiro da Costa funda o Foot-ball Club do Porto, designação que se encontrava já livre, em virtude da extinção do anterior, que nada tinha que ver com este de agora.

Pois bem, no reinado de PdaC, e por força do tal complexo, é criada uma comissão com o objectivo de estudar a verdadeira origem do FCP. E a comissão chega à conclusão que acima fica dita, ou seja, que o FCP foi fundado, realmente em 1906.

Porém, como, por um lado, isto não convinha aos propósitos pintistas e por outro, a História é História e não pode atraiçoada, timidamente a tal comissão, numa tentativa de salvar a face do mandante, leva à Assembleia-Geral esta proposta caricata, para a redacção do artº 1º dos Estatutos do clube:

“O Futebol Clube do Porto, pessoa colectiva de direito privado e de Utilidade Pública, foi instituído na cidade do Porto em 2 de Agosto de 1906, tendo iniciado a sua actividade em 1893”.

Ou seja, tal como a pescada, antes de o ser já o era.

De qualquer modo, tal redacção, não obstante completa deturpação da verdade, ainda não satisfazia o tal mandante, pelo que acabou por ser aprovado o seguinte:

“O Futebol Clube do Porto, pessoa colectiva de direito privado e de Utilidade Pública, foi instituído na cidade do Porto em 28 de Setembro de 1893, tendo iniciado imediatamente a sua actividade”.

Como se vê, se até na própria génese do clube a verdade foi atropelada, como é que alguém pode acreditar que, em outras circunstâncias – para mais menos detectáveis porque moldadas por detrás da cortina – não o tenha sido reiteradamente durante anos e anos?

Isto que aqui deixei é apenas uma pequena amostra. Obtenha o livro (menos de 17€) e saiba coisas de que jamais suspeitou e que, indelével e nada dignificantemente, marcam os últimos 30 anos do futebol português.

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domingo, 14 de fevereiro de 2010

2533. Afinal, Bruno Alves confirma

"As arbitragens não têm favorecido nada, mas também temos de fazer melhor"
Bruno Alves, ontem, após o Leixões-Porto(0-0).

* * *

Está a ver, está a ver? Vê como o discurso nos atraiçoa, quando menos esperamos?

Normal em todo o lado é dizer-se, como toda a gente diz, que "as arbitragens têm prejudicado muito".

Normal no FCP é dizer-se como o Bruno disse:

-
As arbitragens não têm favorecido nada.

Ou seja, o típico discurso de quem está habituado a ser beneficiado e não a ser prejudicado.


Quod erat demonstrandum... demonstrado fica pelo Bruno Alves!

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sábado, 13 de fevereiro de 2010

2531. Jesualdo Ferreira

Jesualdo Ferreira, treinador do F.C.Porto, na primeira página de O Jogo:

- Este ano vai dar-me mais gozo ganhar!

Que designação genérica poderemos atribuir a tal afirmação?

* Arrogância de adivinho?

* Arrogância de quem dispõe de inside information?

* Arrogância de quem sabe que entra em campo a comandar duas equipas?


E por qual hipótese de título do evento deveremos optar?

a) A sujeira continua?

ou

b) A sujeira contínua?
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

2507. De leis destas é que eu gosto

1 - 2 - 3

De leis assim é que eu gosto

que não me causam desgosto

Portanto,

Isto que ouviram vocências...
não ouviram, foi engano!
A lei não cobre indecências
e eu sou um tipo bacano!...

Como a Lei Processual Penal de encomenda e por medida diz que as escutas não são válidas, esta conversa (como, aliás, outras que por aí houve e há...) nunca existiu.

É bom que quem não sabe... fique a saber:

A absolvição não resulta da inexistência da prática de crime, mas sim e tão somente da congeminação e publicação de lei a jeito de cobrir verdadeiros desmandos.

Quer ouvir mais? Siga este url:

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segunda-feira, 27 de abril de 2009

2138. A caminho do "treta"

Ontem, no decurso do FCP-Vitória de Setúbal, surpreendi-me a cogitar acerca daquele hábito de alguns árbitros apitarem a tudo o que mexe entre os 80 e os 40 metros da baliza de um dos contendores, pelo que não é já necessário apitar a 20 ou a 25, menos ainda a distâncias menores, com o que fica toda a gente muito mais em sossego.


* * *


Bruno Gama e Leandro Lima, ambos emprestados pelo Futebol Clube do Porto ao Vitória de Setúbal, estavam a ser os melhores jogadores do Vitória, no jogo de ontem, em que o FCP recebia o clube setubalense e se debatia com sérias dificuldades para marcar.


Para espanto geral, foram ambos, de uma assentada, substituídos aos 57 minutos, ou seja, 13 minutos após o intervalo e a 33 do final, quando o jogo continuava empatado a zero, para desespero do Drago das Antas.


Ponto final na ansiedade.


Três minutos depois, aos 61, Lisandro marcou.

Seis minutos depois, aos 67, marcou de novo.


E foi assim a história do jogo.


O FCP vai ser campeão.


Claro, merecidamente.

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sábado, 28 de fevereiro de 2009

2000. Galeguices e choradinho

Talvez por serem seguidores do princípio de que quem não chora não... arranja sustento, as gentes sportinguistas passam a vida a lamentar-se de que toda a gente as trata mal, de que o clube é sistematicamente prejudicado por todos e mais alguém, enfim, uma choradeira pegada e sem fim à vista.

Semana após semana isso acontece. Então, com Paulo Bento, aquilo é por demais. Quando chega a qualquer conferência de imprensa, mesmo antes de abrir a boca já toda a gente sabe o que dali vai sair.

E este espírito, queixinhas e lamuriento, pega-se. Claro que há gente que sai deste estereótipo mas o que é certo é que ele veio para ficar.

Desta vez, a lamúria é de que os amigos de anteontem e de ontem e talvez ainda desta manhã os enganaram.

Quem? A malta do FC Porto, carago!

Porquê? Porque pediram a antecipação do jogo de hoje, com a alegação de que precisavam de tempo para recuperar para o jogo seguinte com o Estrela da Amadora, salvo erro na próxima 4ª feira, portanto cerca de 72 horas após o encontro com o SCP.

Ora, uma vez obtida a autorização, por motivos que me escapam, o jogo com o Estrela foi adiado e o FC Porto lá fica sem o argumento, mas com a antecipação já no bolso. E o Sporting enganado, lá ficou sem tempo para recuperar de um jogo feito há cerca de 72 horas.

Mariquices, está visto! Os ingleses disputam três e quatro jogos por semana
, sempre em acelerado e sempre que para tal são solicitados e ninguém lhes ouve um mínimo queixume, quanto mais um choro desmamado!

Esta choraminguice é pura tolice.

Primeiro, porque os dirigentes leoninos deveriam ter-se acautelado. É para isso, para zelarem pelos interesses do SCP que são seus dirigentes; depois, porque, logo que tiveram conhecimento da "rasteira", deveriam ter accionado os meios necessários, junto da Liga e da Federação, no sentido de que tais galeguices não fossem permitidas. Parece que o não fizeram ou, pelo menos, com os argumentos e veemência adequados.

Deste modo, falece-lhes a razão e menos ainda quando vêm para a praça pública fazer o choradinho costumeiro.

A menos, claro, que estejam a salvaguardar-se, para o caso de aparecer por aí outro vendaval. Se assim for, compreende-se...
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

1991. Champions League


Caramba! Custou, mas foi!

Foi preciso assistir à primeira parte de um jogo da Champions League, para encontrar um árbitro que viu e assinalou uma falta contra o FC Porto a menos de 35 metros da baliza. Desta vez a cerca 22 metros.

Na Liga Portuguesa, desde o primeiro jogo da presente época, 0-árbitros-0 conseguiram vislumbrar tal fenómeno.

E, como não vislumbram, não assinalam. Tá certo!