Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal
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quarta-feira, 8 de julho de 2009

2426. NYT - citação do dia

I found him to be tough, smart, shrewd, very unsentimental, very pragmatic.
And on areas where we disagree, like Georgia,
I don’t anticipate a meeting of the minds anytime soon.
President Obama, on Prime Minister Vladimir V. Putin of Russia.


Achei-o duro, inteligente, sagaz, muito frio, muito pragmático.
E em áreas em que discordamos, como a Geórgia,
não prevejo para breve um encontro de ideias.
Presidente Obama, acerca do Primeiro-ministro Vladimir V. Putin da Rússia.

citado pelo New York Times

* * *

Suprise, surprise... amazing surprise!

Como é que o excelente Obama não consegue prever um encontro de ideias?

Como é que um simples putin(ho) consegue resistir à fascinação de tal personagem, verdadeiro "messias", encarnado em presidente dos States, que tudo e todos leva à sua frente, de enxurrada?!


De onde menos se espera, elas surgem!
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quarta-feira, 17 de junho de 2009

2336. Mais vale cair em graça...

... do que ser realmente engraçado.





A ninguém, nas últimas décadas e em todo o mundo, o asserto popular português pode ser aplicado com tanta a propriedade como a Barack Obama.

Na verdade, bem se pode dizer que o actual presidente dos States se tem notabilizado bem mais pelos faits divers que a sua idiossincrasia cultiva do que por real política de fundo.

E, com isso, lá vai entretendo papalvos sobre papalvos que, entre gags e outras habilidades de jongleur et/and entertainer, pouco tempo dispõem para analisar a efectiva política do homem que ocupa the
Oval Office in the 1600 Pennsylvania Avenue, Whashington DC.

Temo-lo visto e ouvido a fazer tudo e mais alguma coisa sem qualquer tipo de importância, enquanto o mundo atravessa uma fase em que está verdadeiramente dependente das suas decisões, como raramente esteve relativamente a antecessores seus, não só pelo momento em si, como pelas expectativas que o próprio fez tudo - aceitável e menos - por criar.

Tem feito de tudo, na verdade. E sempre com grande aplauso dos forçados circunstantes e de quem, pelos canais de TV, continua a ser grosseiramente manipulado, levado ao engano da capa de toureio.

Bem, ainda não terá feito tudo, mas é questão de termos paciência e esperarmos um pouco mais que, pelo caminho que as coisas levam, certamente mais e melhor aparecerá. Será um bocejo aqui? Um arroto ali? E por que não a resounding fart mais além? Com a galegagem e os papalvos todos a rir contrafeitos mas a aplaudirem a mãos ambas, quiçá, a pedirem mais.

Desta vez foi uma mosquinha marota. Como incomodou, foi morta à palmada. Como, aliás faria qualquer mortal em seu perfeito juízo e desesperado incómodo.

A cena está a correr mundo, para gáudio dos alarves de sempre, com a superioridade moral da sinistra habitual. Apenas me surpreende - ou talvez não - a circunstância de as ligas de protecção dos animais ainda não terem desatado em alta grita, comme d'habitude. Talvez pelo facto de o agressor ter sido Obama...

Se a cena tivesse ocorrido no consulado de Bush e este tivesse querido desfrutar a boa fé dos seus contemporâneos, mandando que fosse difundida por todo o mundo, para mostrar a sua "humanidade" e a graciosidade de gestos do quotidiano de tão simples e humana criatura, lui même, claro está, a estas horas estaria já a ser bombardeado pelas tais ligas e vilipendiado por tudo quanto é Comunicação Social. Até por ter tido o atrevimento e a desumanidade de insultar de sucker a infeliz mosquinha que acabara de assassinar sem piedade.

Diria o inigualável Guterres (sim, esse, o do PIB e do pântano também... ah, pois, porque é sempre bom que não esqueçamos a quem devemos o pântano. Nada de ingratidões...):

- É a vida!
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quarta-feira, 15 de abril de 2009

2112. O cão do Obama

Bo apresentado na Casa Branca

Casal Obama já tem o seu cão d’água português

Casal Obama já tem o seu cão d’água português

Bo, o cão d’água português adoptado pelo Presidente dos EUA, Barack Obama, e a sua família, foi ontem à noite oficialmente apresentado à comunicação social presente na Casa Branca.

“Finalmente tenho um amigo, demorou um pouco”; gracejou Obama, fazendo lembrar uma famosa frase do ex-Presidente Harry Thruman: “se você quiser ter um amigo em Washington compre um cão”.

Enquanto a sua mulher Michelle tentava controlar, a custo, as brincadeiras de Bo, no amplo jardim da Casa Branca, Obama manteve a boa disposição. "(O problema do cão d'água português) é que ele gosta de tomates. O jardim de Michelle está em perigo", disse, deixando uma garantia: Bo encantou as filhas do casa, Malia e Sasha, mas não irá dormir na cama do casal presidencial.

DN 2009.04.15

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Será que alguém que leu esta notícia se apercebeu bem da importância que tem para o Mundo e para a saída da crise em que está mergulhado a circunstância de Obama, the magnificent one, respectiva wife e seus tomatoes (bem me parecia a mim que eram dela...) terem um cão e apresentarem-no à Comunicação Social, com honrarias superiores às de um mero Secretary of State?

Não vos tenho dito que o ridículo desta malta da esquerda baixa socialista raia o absurdo?

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quinta-feira, 19 de março de 2009

2059. Citação do dia

Em Washington vai uma grande confusão acerca de quem é a culpa. Uns dizem que é dos Democratas, outros que é dos Republicanos. Pois bem, assumo eu a responsabilidade, porque para isso sou o presidente.
Barack Obama

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Exactamente como cá, onde os chefes também são ligeiros a assumir as culpas do que corre mal.
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