
Reconheço, porém, que estou em perfeita sintonia com tudo quanto afirma na intervenção que teve ontem em S. Bento, na parte que ao Tratado da União se refere.
Também eu sou do entendimento de que um Tratado que diminua a Europa não pode passar.
Mais:
temos pela frente uma luta sem tréguas. Porque, ao deixarmos passar em claro uma enormidade destas, que nos afronta, perderemos o direito de a nós próprios considerarmos cidadãos de corpo inteiro.
Há, pois, que lutar;
há, pois, que não fugir do combate.
* * *há, pois, que não fugir do combate.
Pode ler aqui o texto da intervenção de Francisco Louçã, ontem, em S. Bento. Ou vê-lo e ouvi-lo aqui (link para o site do BE).
Sugiro-lhe que, em nome dos interesse geral do País e dos seus cidadãos, o divulgue tão amplamente quanto lhe seja possível.
Para que a Europa não deixe de ser um espaço democrático, pertença dos seus cidadãos, para se transformar num feudo de eurocratas sem senso comum e principalmente sem alma, com tendências cada vez mais acentuadamente autocráticas. De regresso talvez possível, mas de percurso com escolhos cuja transposição poderá assumir foros de esforço incomportável e custos assassinos.
Está cada vez mais nas nossas mãos - e apenas nas nossas mãos - evitar uma tal tragédia.
"Eles" não têm ponta razão. E estão em vias de, novamente, nos tramarem. Consentirmos que o façam é criminoso.
...