Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal
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domingo, 13 de julho de 2014

3159. Discordando da maioria...

Consta que a única pessoa que não achou que Cristóvão Colombo foi um sucesso ao por o ovo de pé foi a... mulher do dito cujo.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

2863. Aldeia Global Portuguesa (15) – Magalhães, Gama, Cabral e Colombo


Aldeia Global Portuguesa (15) –
Magalhães, Gama, Cabral e Colombo


I mediatamente após Henrique, o Navegador, a cuja visão estratégica de eleição ficámos a dever a nossa projecção no mundo dos sécs XV e XVI, estes são os homens que nos deixaram – e a toda a Humanidade – um legado inigualável: o conceito e sua tradução palpável de aldeia global que desembocou, cinco séculos após, no de “globalização”, hoje em dia tão esgrimido como se de proeza só possível devido aos grandes avanços tecnológicos do séc. XX se tratasse.

De facto e por ordem de grandeza de realização, de espírito de intrepidez e missão sem igual, com repercussões em todo o planeta e para todo o sempre, Fernão de Magalhães, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral e Cristóvão Colombo podem, sem exagero, ser considerados os nomes maiores da epopeia marítimo-planetária do povo afirmativo que fomos e que não podemos deixar que tenha perecido.

Cada qual com as suas motivações pessoais, mas um desígnio nacional comum, com a sua idiossincrasia individual, mas imbuído do espírito de
procura de maior conhecimento e reconhecimento do seus país, contribuíram de forma decisiva, impossível de igualar, para que o nome de Portugal e a força e tenacidade dos Portugueses ficassem para sempre ligados a uma proeza humana só igualada pela conquista do espaço sideral e, mesmo assim, esta talvez menos arriscada e certamente menos imprevisível, em busca e derrota do Desconhecido, do que a de quinhentos.

A proeza de Fernão de Magalhães, nascido na transmontana Sabrosa, é mesmo única e jamais sequer replicada. A viagem de circum-navegação, exploratória do globo terrestre é uma epopeia ainda hoje sem par. Arrostou com o desconhecido mais desconhecido, vencendo-o, apenas se deixando derrotar, já com todo o perímetro do globo explorado, em batalha inglória e escusada.

Vasco da Gama, de Sines, o herói ocasional, venturoso como o rei que serviu, já que terá substituído o irmão mais velho, Paulo da Gama, no comando da armada saída de Belém a caminho de Calecute, trouxe, com a sua odisseia, uma prosperidade jamais sonhada a Lisboa que a fez tornar-se o burgo mais importante da Europa, apenas rivalizado por Sevilha e, por extensão, a toda a Europa.

Pedro Álvares Cabral, natural de Belmonte, chegou às que baptizou como Terras de Vera Cruz, que iriam trazer ao País riquezas que só não foram infindas porque mal geridas, desaproveitadas e muito malbaratadas, e ao mundo um novo país que está fadado para dar muitas cartas ao mundo.

Finalmente, Cristóvão Colombo, considerado natural de Génova, Polónia, Galiza e sabe-se lá de que mais, é provável e prosaicamente natural de Cuba, no Baixo Alentejo. Independentemente, porém, do local de nascimento, o que é certo é que a sua formação como marinheiro e explorador de continentes é feita em Portugal e apenas ocasionalmente se pôs ao serviço dos Reis Católicos, por não ter conseguido em Portugal recolher o apoio de que necessitava para a empresa a que pretendia meter ombros: chegar a continente americano, por alturas da Ilha de Hispaniola (Cuba, em muito possível e natural homenagem á terra que o terá visto nascer, como era hábito à data), quando procurava forma de chegar às especiarias da Índia navegando para Ocidente.
Admite-se, porém, que o mais provável é que é que Cristóvão Colombo fosse Salvador Gonçalves Zarco, filho de João Gonçalves Zarco, navegador português que, com Tristão Vaz Teixeira, foi o primeiro a chegar ao arquipélago da Madeira.


Estes, pois, os quatro grandes heróis da epopeia marítima portuguesa de quinhentos. Outros houve, de valia muito semelhante, mas realizações destes sobrepuseram-se às de todos os demais.

São eles, com a figura de Henrique, o Navegador, seu mentor e patrocinador, os mais representativos nomes do início da actual tão celebrada globalização, então apenas e somente Aldeia Global Portuguesa, inspiradora da aldeia global planetária.

sábado, 7 de maio de 2011

2793. Aldeia Global Portuguesa (13) - O mistério "Colombo”

A Lousiana entrou na posse da Espanha por direito de descoberta no ano 1492. Mais tarde foi conquistada pela França e posteriormente vendida aos Estados Unidos, em 1803.

Foi Cristóvão Colombo que, ao serviço dos Reis Católicos, Isabel e Fernando de Espanha, lá chegou primeiro.

Colombo casou em 1479 com Filipa Moniz, residente no mosteiro feminino de Santos-o-Velho da Ordem de Santiago desde a morte do pai, o também navegador Bartolomeu Perestrelo, cavaleiro da casa do Infante D. Henrique. Este Perestrelo, sim, era presumivelmente de ascendência italiana, de Placência, e um dos povoadores e primeiro capitão do donatário da ilha de Porto Santo.

Cristóvão Colombo consta oficialmente ter nascido em 1451, em Génova. A cidade, que se situa na região italiana da Ligúria, golfo de Génova, Mar da Ligúria, no Mediterrâneo, era, á data, uma república governada por mercadores e banqueiros.

Ao navegador foi concedido o privilégio de procurar uma nova rota para a Índia pela rainha Isabel, a Católica, de Espanha.

Até aqui, a história oficializada.

Existem, porém, inúmeros historiadores e investigadores que, baseados em documentação variada, concluíram que Cristóvão Colombo, nasceu em Cuba (Portugal) e não em Génova (Itália).

Christovam Colon foi o nome que Salvador Gonçalves Zarco, escolheu para, escondendo a sua verdadeira identidade, persuadir os Reis Católicos a financiarem-lhe a viagem às Índias, pela rota do Ocidente.

O pseudónimo não aparece por acaso, porque Cristóvão está associado a São Cristóvão, protector dos viajantes. Existe mesmo uma ilha baptizada de São Cristóvão.

Por outro lado, Cristóvão deriva de Cristo, que significa que propaga a fé. Acresce que Cristo está associado a Salvador (1º nome verdadeiro do navegador).

Colon, porque é abreviatura de colono e derivado do símbolo das suas assinaturas "." (duas aspas, com dois pontos no meio).

Salvador Gonçalves Zarco, está comprovado sem dúvidas, nasceu em Cuba (Baixo Alentejo, Portugal), sendo filho ilegítimo do Duque de Beja e de Isabel Gonçalves Zarco.

À época, era prática os navegadores darem às primeiras terras descobertas nomes religiosos. Além disso, no caso de Salvador Gonçalves Zarco o nome escolhido para o território a que aportou foi mesmo São Salvador (Bahamas). A seguir baptizou Cuba usando o nome da sua terra natal e finalmente Hispaniola (Haiti e S. Domingos, hoje República Dominicana) porque estava ao serviço da Coroa Espanhola.

A "paixão" pelos mares, estava no sangue da família Zarco, nomeadamente em João Gonçalves Zarco, descobridor de Porto Santo (1418) com Tristão Vaz Teixeira e da Ilha da Madeira (1419), com o sogro de "Christovam Colon", Bartolomeu Perestrelo.

Por fim, existem ilhas nas Caraíbas, com referência a Cuba. Além da própria Cuba, São Vicente. Na época existia a Capela de São Vicente, da então aldeia de Cuba, Alentejo, Portugal. Posteriormente, já no século XVI, foi edificada a actual Igreja Matriz de São Vicente.

São coincidências (pseudónimo, nome das ilhas, família nobre e ligada ao mar, habitou e casamento em Porto Santo, ilha que fica na Rota das Índias pelo Ocidente), mais do que suficientes, para estarmos em presença de Salvador Gonçalves Zarco e consequentemente do português Cristóvão Colombo, à época chamado de Christovam Colon.

Morreu em Valladolid (Espanha) em 1506, tendo os seus ossos sido trasladados para Sevilha, em 1509. Contudo, em 1544, foram para a Catedral de São Domingos, então colónia espanhola, satisfazendo a pretensão testamentária sua.

A odisseia das ossadas não ficaria por aqui, porque em 1795, os espanhóis tiveram de deixar São Domingos, tendo os ossos sido transferidos para Cuba (Havana), para em 1898, depois da independência daquela ilha, serem depositados na Catedral de Sevilha.

Em 1877, porém, ao reconstruírem a Catedral de São Domingos, os dominicanos, encontraram um pequeno túmulo, com ossos e intitulado “Almirante Christovam Colon".

Existem na Ilha da Madeira e nos Açores, pessoas da família Zarco, descendentes directos de João Gonçalves Zarco e, consequentemente da mãe (Isabel Gonçalves Zarco) de Christovam Colon, dispostos a oferecerem uma amostra do próprio cabelo aos cientistas, para análise do respectivo DNA, a fim de que possa ser comparado com o encontrado nas ossadas do navegador.

(Dados colhidos de várias fontes, entre as quais a Wikipedia e principalmente uma carta de Barack Hussein Obama II, de 1995, dirigida a um banco norte-americano, na tentativa, finalmente com êxito, de que cliente do seu escritório de advocacia, obtivesse empréstimo que lhe permitisse reconstruir a casa, destruída por um temporal e perante a exigência do banco de que fizesse prova, desde tempos imemoriais, da propriedade do terreno, situado no Estado da Lousiana, USA).

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