Aqui vão sendo deixados pensamentos e comentários, impressões e sensações, alegrias e tristezas, desânimos e esperanças, vida enfim! Assim se vai confirmando que o Homem é, a jusante da circunstância que o envolve, produto de si próprio. 2004Jul23
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
3179.
"Prontos"!
Cá vou eu a caminho de mais uma produtiva e persistente sessão do mais puro sado-masoquismo com os meus... dentistas!!!
Não tarda nada, estarei em pleno deleite dos sentidos... Não vejo o momento de começar, tanta falta me estava a fazer já!...
sábado, 25 de julho de 2009
2452. A "boca" da semana
- Se não vem depressa uma vacina para os jornalistas, isto vai ser um descalabro...
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sexta-feira, 10 de julho de 2009
2430. Gripe A e hábitos
Saúde
Cinco hábitos que a gripe vai mudar na sua vida pessoalDescontracção típica da cultura mediterrânica poderá ajudar a resistir ao pânico
É cedo para prever reacções face a uma pandemia, mas a descontracção típica da cultura mediterrânica poderá ser uma boa vacina contra o pânico. Sociólogos e psicólogos ouvidos pelo i acreditam que resistiremos a comportamentos extremados melhor do que países com culturas higienistas, mas será inevitável, pelo menos no período de aceleração de contágios, uma redução de contactos sociais.
Saídas nocturnas Bares e festas em espaços fechados serão os primeiros hábitos de lazer riscados da lista. Felismina Mendes, socióloga, sublinha que há eventos ao ar livre com ambientes igualmente "pesados em termos de risco de contaminação", como é o caso de festivais, mas não acredita que sejam afectados. Depois de "um ano terrível", infestado pelo vírus da crise, a socióloga especializada em questões de saúde espera que os portugueses não desperdicem o Verão, "período de convívio por excelência". Para a antropóloga Cristiana Bastos, haverá "previsivelmente uma redução de contactos sociais", mas é difícil prever se atingirá uma grande escala.
Contacto físico Um simples aperto de mão poderá ser um gesto perigoso. Evitar toques e partilha de objectos é, lembra Cristiana Bastos, uma recomendação sanitária. "Há uma parte dos nossos comportamentos modelada pelas autoridades sanitárias. Outra será espontânea e comportamental", explica. E como os comportamentos "não dependem só do conhecimento", a circulação de informação ajuda mas não determina tudo.
i, 2009.07.10
segunda-feira, 4 de maio de 2009
2156. Coincidências... or whatever
quarta-feira, 18 de março de 2009
2056. Esperança(s) de vida
O documento foi debatido esta semana em Bruxelas. E, no capítulo da saúde, surgem números como este: a esperança média de vida de uma criança do sexo feminino que tenha nascido em Portugal, em 2006, era de 82,3 anos - o que supera a média da União Europeia (UE). Já o tempo que este mesmo bebé português pode esperar viver sem qualquer incapacidade ou limitação por questões de saúde é de apenas 57,6 anos, segundo os cálculos do Eurostat apresentados. Menos 5,5 anos do que em 1995.
É preciso olhar para este indicador com muito cuidado porque "tem pouca fiabilidade", defende Mário Carreira, especialista em saúde pública da Direcção-Geral de Saúde. E isto porque o indicador "esperança de vida sem incapacidade" (esta será a designação mais correcta, segundo o médico) está fortemente dependente da qualidade dos inquéritos e estudos feitos nos diversos países. Ora, este tipo de informação em Portugal é "um pouco deficiente", sublinha. Basta olhar para a periodicidade dos inquéritos nacionais de saúde (o último foi feito em 2005/2006, quando o anterior era já de 1998/1999) para perceber que há "hiatos muito grandes" entre estes estudos.
O especialista admite, contudo, que poderá haver algumas razões objectivas que expliquem um agravamento do indicador, nomeadamente o aumento da prevalência da obesidade em Portugal. Seja como for, o relatório traça uma tendência: os europeus (e os portugueses) vivem hoje mais anos. As mulheres mais do que os homens. Mas são também elas que passam mais anos com alguma incapacidade.
A tendência na UE foi para a esperança de vida saudável aumentar. Portugal, tal como a Finlândia ou a Grécia, faz parte do grupo onde se passou o inverso. Mesmo entre os homens. Se não veja-se: a esperança de vida saudável para um homem português era, em 2000, de 60,2 anos; em 2006 voltava ao nível de 1995 - 59,6.
A Comissão nota que a pobreza e desigualdade de rendimentos continuam a ser "problemas estruturais graves" do país, mas elogia várias medidas que têm sido tomadas. Por exemplo: "As reformas no sector da saúde estão a produzir efeitos positivos" Fica, contudo, um desafio: são precisas "políticas globais para melhorar o estado de saúde da população".
Público
O "negrito/bold" é do Blog.
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quarta-feira, 23 de julho de 2008
1644. "Veladas pela vida"
Porque, como não podia deixar de ser, também eu defendo a preserrvação da vida humana, sempre e sem subterfúgios, com um aceno de simpatia ao António, aqui deixo a chamada para o assunto.
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
1331. Citação do dia

"It makes people wonder whether they really want to live that long".
Dr. William E. Klunk, of the
New York
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“Faz com que as pessoas se questionem sobre se realmente querem viver assim tanto”.
Dr. William E. Klunk, da Universidade de Pittsburg, acerca da circunstância e cerca de 40% dos americanos com 85 e mais anos de idade, desenvolverem a doença de Alzheimer.
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quinta-feira, 15 de novembro de 2007
1281. Perguntas ao inefável PM
Medida generosa e reveladora de grande eficiência e sabedoria atenta aos problemas da sociedade portuguesa...
Posto isto, resta fazer-lhe umas quantas perguntas, para a qual não se obterá resposta, comme d'habitude. Aí vai ela, mesmo assim:
- A vacina contra o cancro do colo do útero aplica-se efectivamente a quem, serve na verdade quem, que real eficácia tem e quanto tempo dura o respectivo efeito? 1 ano, 6 meses, mês e meio? E, terminado o efeito, se é que efectivamente o tem, que fazer?
Estas perguntas têm que ser esclarecidas sem mentiras.
Finalmente, uma simples pergunta:
- Ao lobby de que "agremiação" se está a responder com esta medida? Por outras palavras: quem é que "realmente" está sujeito a padecer de cancro do colo do útero?
A quem ler este post e que não seja o pm ou o ministro da saúde, aconselho vivamente a que se informe junto de fontes confiáveis, quais as pessoas a que efectivamente se drige sta medida. albvez venha a ter uma surpresa. Ou talvez não...
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