Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal

sábado, 3 de março de 2007

920. Dever de cidadania

C ontestar fortemente e sem tréguas este governo constitui dever de cidadania.
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Dever de cidadania que não pode ser menosprezado, porque um tal governo, sob a capa de propaganda como nunca se viu em Portugal, está a enriquecer as "instituições" e a empobrecer cada vez mais os cidadãos.
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Acresce que está a tirar-nos a consciência de cidadãos de acções transparentes, ideias escorreitas e humanitarismo sem mácula.
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Contestá-lo com o maior vigor, sem um momento de pausa e por todos os meios disponíveis é dever de cada português ainda não alienado.

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8 comentários:

Sulista disse...

"ainda não alienada" e nunca!

Sem um momento de pausa e
por todos os meios disponíveis
É um dever de Cidadania!

Assino por baixo!!

beijinho Grande

Ruvasa disse...

Viva, João!

Beijinho e cidadania acima de tudo.

Aliás, como tens vindo a fazer, de forma mais veemente do que eu. A melhor forma de os desmascarar é essa. Mostrá-los ridículos, que outra coisa não são, além de altamente prejudiciais aos valores portugueses.

Ruben

Isabel-F. disse...

Junto-me a ti neste grito.

Bj

Ruvasa disse...

Viva, Isabel!

Temos que fazer um muro forte, onde eles esbarrem.

Beijinho

Ruben

H. Sousa disse...

Eu cá vou fazendo o que posso. Abaixo o robotismo!

Ruvasa disse...

Vamos, Henrique, vamos. Mas que a luta é difícil, lá isso é.

Eles têm todos os trunfos na mão. Esperemos que apenad por agora, pois que água mole em pedra dura...

Abraço

Ruben

Ruvasa disse...

Totalmente de acordo com o meu bom amigo Ruben.

Todos temos o dever do exercício de cidadania, a qual é fruto da tese do direito e dos direitos.

É, pois, necessário que o cidadão participe, seja activo, e faça valer os seus direitos. Construir Cidadania é, também, construir novas relações e novas consciências.

Um abraço

AAlves

Ruvasa disse...

Viva, Alves!

Sim, é isso. e ainda que a luta seja árdua e desgastante, há que não perder o sentido do rumo e, acima de tudo, a esperança.

Abraço

Ruben