Na verdade, tudo começa finalmente a fazer sentido.
* * *
“Neste momento, atacar a justiça é defender Ricardo Salgado.
Os media já começaram a defesa do homem do BES: ricardo costa (expresso), antónio costa (económico), louçã, daniel oliveira, até o secretário da UGT, carlos silva, imagine-se.
O Seguro disse alguma coisa que merecesse ser ouvida sobre o assunto?
António Costa nada disse porque afinal de contas dinheiro é uma questão de somenos importância para o candidato a candidato.
Quando a justiça nada faz é culpada de nada fazer, quando faz é culpada de ter chegado tarde…
Haja paciência!
O que me parece é que o antigo regime, o que sucedeu à ditadura, o que dura há 40 anos, está a sofrer um duro golpe.
De repente tudo começa a fazer sentido: o país (a classe política dominante, da esquerda à direita, os ditos barões) entrou em pânico com a chegada deste governo ao poder.
Manuela Ferreira Leite chegou a afirmar: este governo está a destruir tudo, alguma coisa tem de ser feita antes que tudo seja destruído…
Era este o país a que ela se referia com certeza, o da parceria público-privada a que se refere Rui Ramos, que envolve PS e muita gente da direita e do centro direita (ver entrevista de Pais do Amaral no “Dinheiro Vivo).
Daí a urgência em antecipar as eleições, daí a indecisão de Cavaco, que muito subtilmente tentou afastar este governo do poder, não fossem as circunstâncias do país tão difíceis…daí os desentendimentos de Portas.
Tal como como a família espírito santo está a perder o BES, a oligarquia política do país “panica” de saber que pode perder o país!!!!
Afinal eles julgavam-se “os donos disto tudo”!
(Até o AJjardim pede caras novas no PSD. As novas para ele serão as velhas, o regresso ao passado?)”
[comentário de Vasco Apolinário Abreu, no artigo de JMF "Sócrates, o activo tóxico do PS. E do País"]
Aqui vão sendo deixados pensamentos e comentários, impressões e sensações, alegrias e tristezas, desânimos e esperanças, vida enfim! Assim se vai confirmando que o Homem é, a jusante da circunstância que o envolve, produto de si próprio. 2004Jul23
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domingo, 3 de agosto de 2014
3173. O que Marcelo acha e a realidade...
Marcelo Rebelo de Sousa acha que Passos Coelho quer um candidato presidencial de "perfil baixo".
Estás equivocado. meu caro, está equivocado. O que ele quer é um candidato credível.
E queres saber? Concordo com ele. A Presidência da República não pode ser o circo Chen...
Estás equivocado. meu caro, está equivocado. O que ele quer é um candidato credível.
E queres saber? Concordo com ele. A Presidência da República não pode ser o circo Chen...
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
domingo, 28 de outubro de 2012
quinta-feira, 5 de maio de 2011
2792. Então, quem falava verdade?
Quem tenha estado com um mínimo de atenção ao que se tem vindo a passar, decerto já notou um facto singular.
Pedro Passos Coelho tem vindo a diagnosticar várias incongruências (isto para ser moderado) na governação de Portugal e afirmar uma série de propostas que têm de ser levadas à prática, para que o País possa sair da situação desesperada em que se encontra.
E mais:
Tem-no feito de forma desassombrada, mas sem alarmismos e gritarias. Em tom sereno e muito paciente - mesmo quando nas entrevistas é interrompido, de modo a não lhe ser permitido dar resposta ao que se lhe pergunta... O que é bem sintomático.
E aquilo a que temos assistido é a um coro orquestrado pelo Primeiro Mentiroso do País que dá o tom que, depois, os amestrados seguidores, seguem religiosamente e chegam mesmo a aumentar de forma desmesurada. Chamam-lhe tudo e tentam ridicularizar as suas afirmações.
Curiosamente, desde ontem que se verifica uma certa inflexão. Começou mansamente mas hoje, depois da conferência de imprensa da troika está a acentuar-se.
Claro que ninguém reconhece explicitamente que Passos Coelho tinha razão, mas o que é certo é que quase tudo o que ele disse saiu acertado, como veio agora a constatar-se, pelo que foi dito na conferência da troika.
Desde logo porque foi afirmado, sem margem para dúvidas, que há no acordo várias medidas que foram suavizadas por influência do PSD. O que prova que Eduardo Catroga não mentiu quando, logo a seguir à onírica declaração do vilarista, veio dizer isso mesmo e que o governo sofrera uma derrota muito grande na discussão do acordo.
E as restantes declarações dos mesmos representantes da troika provaram claramente que o governo sofreu grave derrota. Quase tudo o que vilarista e amigos diziam foi desmentido e muitas coisas que Passos Coelho afirmava foram por eles confirmadas.
Basta pensar - e são apenas 2 exemplos de tantos que podiam ser aqui apontados, mas exemplos extraordinariamente significativos pela influência que terão no desenrolar da governação após 5 de Junho - que Passos Coelho assegurava que
* o acordo não esgotava todas as possibilidades e iria permitir ajustamentos.
- quase toda a gente se riu da afirmação de PC
- agora, a troika confirmou;
* A CGD terá que ser privatizada, em parte
- quase toda a gente veio clamar por sacrilégio
- agora, a troika confirmou
E se a conferência de imprensa desmentiu formal e frontalmente todas as afirmações anteriores do Primeiro Mentiroso, isso é efectivamente uma derrota do governo e, ao mesmo tempo, o reconhecimento do que o que Pedro passos Coelho afirmou e afirma está correcto.
Os comentadores habituais estão a mudar de rumo a uma velocidade muito significativa. Preste, pois, muita atenção.
E falo apenas do conteúdo, esquecendo a forma. É que o vilarista e Pedro Passos Coelho são diametralmente opostos. Enquanto aquele fala com embustes, teatralidade e arrogância assombrosos, Passos Coelho fala serenidade, comedimento e seriedade notáveis.
Ruben Valle Santos
5 Maio 2011
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Pedro Passos Coelho tem vindo a diagnosticar várias incongruências (isto para ser moderado) na governação de Portugal e afirmar uma série de propostas que têm de ser levadas à prática, para que o País possa sair da situação desesperada em que se encontra.
E mais:
Tem-no feito de forma desassombrada, mas sem alarmismos e gritarias. Em tom sereno e muito paciente - mesmo quando nas entrevistas é interrompido, de modo a não lhe ser permitido dar resposta ao que se lhe pergunta... O que é bem sintomático.
E aquilo a que temos assistido é a um coro orquestrado pelo Primeiro Mentiroso do País que dá o tom que, depois, os amestrados seguidores, seguem religiosamente e chegam mesmo a aumentar de forma desmesurada. Chamam-lhe tudo e tentam ridicularizar as suas afirmações.
Curiosamente, desde ontem que se verifica uma certa inflexão. Começou mansamente mas hoje, depois da conferência de imprensa da troika está a acentuar-se.
Claro que ninguém reconhece explicitamente que Passos Coelho tinha razão, mas o que é certo é que quase tudo o que ele disse saiu acertado, como veio agora a constatar-se, pelo que foi dito na conferência da troika.
Desde logo porque foi afirmado, sem margem para dúvidas, que há no acordo várias medidas que foram suavizadas por influência do PSD. O que prova que Eduardo Catroga não mentiu quando, logo a seguir à onírica declaração do vilarista, veio dizer isso mesmo e que o governo sofrera uma derrota muito grande na discussão do acordo.
E as restantes declarações dos mesmos representantes da troika provaram claramente que o governo sofreu grave derrota. Quase tudo o que vilarista e amigos diziam foi desmentido e muitas coisas que Passos Coelho afirmava foram por eles confirmadas.
Basta pensar - e são apenas 2 exemplos de tantos que podiam ser aqui apontados, mas exemplos extraordinariamente significativos pela influência que terão no desenrolar da governação após 5 de Junho - que Passos Coelho assegurava que
* o acordo não esgotava todas as possibilidades e iria permitir ajustamentos.
- quase toda a gente se riu da afirmação de PC
- agora, a troika confirmou;
* A CGD terá que ser privatizada, em parte
- quase toda a gente veio clamar por sacrilégio
- agora, a troika confirmou
E se a conferência de imprensa desmentiu formal e frontalmente todas as afirmações anteriores do Primeiro Mentiroso, isso é efectivamente uma derrota do governo e, ao mesmo tempo, o reconhecimento do que o que Pedro passos Coelho afirmou e afirma está correcto.
Os comentadores habituais estão a mudar de rumo a uma velocidade muito significativa. Preste, pois, muita atenção.
E falo apenas do conteúdo, esquecendo a forma. É que o vilarista e Pedro Passos Coelho são diametralmente opostos. Enquanto aquele fala com embustes, teatralidade e arrogância assombrosos, Passos Coelho fala serenidade, comedimento e seriedade notáveis.
Ruben Valle Santos
5 Maio 2011
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sábado, 30 de abril de 2011
2787. A política rasteira do deita-abaixo
A política rasteira do deita-abaixo
A tarefa de Pedro Passos Coelho é gigantesca, mas tem de se fixar num único objectivo: criar laços de empatia com os Portugueses. E ignorar tudo o resto, que não passa de esterco.
Esses laços de empatia ganham-se falando verdade e apresentando medidas que possam, por um lado, não criar mais dificuldades a quem já sofre na carne as que foram provocadas pelo vilarista e, por outro, por evitar novas dificuldades escusadas e amenizando, tanto quanto possível, a incidência das que já estão a ser sofridas.
Mas isso tem que ser feito com os Portugueses, não com a lama política que por aí tudo emporcalha. Não apenas os apoiantes do vilarista a descoberto, como os que tudo minam, com isso beneficiando o infractor.
Entre os primeiros estão todos os socialistas cúmplices do descalabro a que se chegou e mais os boys e seus aparentados; por outro, por todos aqueles que, embora não sendo socialistas e socratistas, por vezes com eles se confundem. A começar por uma "carrada" de "social-democratas do deita-abaixo".
Preciso de citar nomes? Creio que não.
Todos sabemos quem são os "cavalheiros" que, desde que foi despoletada a crise, aparecem nos órgãos de Comunicação Social mais diversos a causar maiores males ao PSD e ao seu líder do que qualquer vilarista mais empedernido seria capaz de fazer.
Imagine-se que, agora, até Paulo Rangel, que ingenuamente apoiei há dois anos!
É preciso muito descaramento, muita polítiquice de bas-fonds! Rasteira, melhor dito!
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sexta-feira, 19 de março de 2010
2640. A sondagem em causa própria

O director de campanha da candidatura de Paulo Rangel à liderança do PSD, Mário David, desvalorizou hoje a sondagem publicada pelo semanário “Sol” que dá vantagem a Pedro Passos Coelho, com 51 por cento dos votos, pondo em causa a sua fiabilidade. “Ficámos supreendidos que se queira atribuir um mínimo de credibilidade a uma sondagem que foi feita por uma empresa cujo director e proprietário aparece na primeira página da comissão de honra da candidatura de Passos Coelho”, declarou o eurodeputado ao PÚBLICO.
“Essa mesma candidatura [de Passo Coelho] há uma semana atrás dizia que tinha 70 por cento, agora já está nos 50 por cento. Se perder 20 por cento [dos votos] por semana, ganharemos de largo”, ironizou, referindo-se às eleições directas marcadas para o próximo dia 26.
* * *
Sondagens em causa própria até agora apenas conhecíamos as do ilustradíssimo Rui Oliveira e Costa, o socialista sondador... Parece que, afinal, o homem tem concorrência... As sondagens encomendadas não param neste quintal à beira-mar plantado. Esta, a primeira constatação a referir neste domínio.
A segunda, última e mais importante, está na pergunta, para a qual se necessita de resposta urgente e cabal:
- Por que será que os vilaristas atacam tanto o Rangel e nada o Passos Coelho?
Certamente que não será por masoquismo. Ou será?
A pergunta acima devem os militantes sociais-democratas fazê-la a si próprios, intimamente. E, depois, há que agir em conformidade com a conclusão óbvia a que chegarem.
Há dois anos, alertei para o grave erro que seria a eleição de Manuela Ferreira Leite. Não fui ouvido. O que veio a passar-se deu-me razão. Mais do que aquela que eu julgava ter.
Basta de dar tiros nos pés. Enquanto o fizermos, o vilarista ri-se nas nossas barbas e vai afundando o país. Também por nossa culpa. Há um limite para que qualquer ser humano tenha direito a ser desculpado por ingenuidade. Ultrapassado esse limite...
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