Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal
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terça-feira, 5 de agosto de 2014

3177. ... e a caravana passa !

Contrariando as expectativas da cambada, o desemprego continua a baixar.

No 2º trimestre de 2914, que terminou em 30 de Junho, foi de 13,9%, ou seja, do mesmo valor em que o Vilarista o deixou, em 2011, antes das bem gravosas medidas do acordo de ajustamento.

Pois é! A cambada berra e a caravana passa...

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

2988. Tsu e desemprego



O quadro anexo foi publicado anteontem pelo blog “dotecome.blogspot” – a cujo responsável cumprimento – e levado ao Facebook em alguns murais pessoais e de grupos.

Tem muito interesse. É mesmo muito elucidativo.

Através da sua leitura atenta pode constatar-se a evidência que tantos querem esconder.

Na quase generalidade dos casos em que houve transposição para o Face, porém, ela aconteceu por linkagem – o que parece muito insuficiente, porque a maioria das pessoas não se dá ao trabalho de seguir o link.

Mesmo no caso de a imagem ter sido transposta, não se mostram evidenciados os números que interessam, o que torna a leitura mais confusa e a percepção mais difícil.

Deste modo, entendi por bem publicá-lo eu também lá e agora aqui, em tamanho natural e com evidência do que deve ser evidenciado.

Para ver bem o quadro, faça click na imagem, que ela aparecerá ampliada.

O que se constata é que,

* nos países em que a TSU paga pelas empresas é muito mais alto do que a dos trabalhadores, como no caso português, o desemprego é igualmente alto;

* diferentemente se passa em situação contrária.

As excepções, por motivos diversos entre si, estão nos casos da Bélgica, Dinamarca e Finlândia.

Se, depois de apreciar bem o quadro, cujas fontes são a OCDE e o Eurostat, persistir em manter-se cego às realidades, esteja à vontade. A opção é sua. A mentalidade também.

Legenda:
. a azul, os números portugueses
. a verde, os dos países com baixa taxa de desemprego
  . a verrnelho, os outros.

28 Setembro 2012

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

2817. Por que razão?


P
or que razão o primeiro-ministro não compreende que -- para falar aos Portugueses, a começar pela Oposição, a continuar nos vários "comentadeiros-entertainers" que por aí proliferam como cogumelos, a dissertar sobre tudo e mais qualquer coisa, generalistas de tudo e especialistas de nada, e a acabar no zé-cidadão -- não pode usar linguagem de verdade, porque ninguém a quer ouvir,
preferindo continuar a viver no logro permanente?


Há tantos anos que os Portugueses são alimentados com mentiras que dela não conseguem libertar-se, sem ela já não sabem viver!

Por que razão o primeiro-ministro ainda não percebeu que não pode dizer que, em face da "infertilidade" dos portugueses e das portuguesas, cada vez há menos meninos e meninas, pelo que não há possibilidade de dar emprego a milhares de professores, por falta de alunos que lhes caibam?

Por que razão o primeiro-ministro diz aos professores sobrantes que a única solução que lhes resta consiste em "reciclarem-se", mediante formação em outros ramos de actividade e aqueles que o não quiserem fazer e persistirem numa actividade em que são excedentes na ordem das dezenas de milhar, devem procurar leccionar em outras paragens?

Por que razão persiste em não mentir a todos, fazendo-os ouvir o que querem ouvir, ainda que o que querem ouvir seja uma descabelada endrominação?

Por outro lado, porque razão, neste caso dos professores, a Frenprof e o seu líder, sempre tão assertivos, tão competentes, tão cheios de "expertize" não o são aqui, propondo soluções que realmente sirvam os seus associados sem logro? Porque têm boa consciência de que, para este problema não há solução, para além daquelas enunciadas.

E, finalmente, por que razão a Frenprof, Mário Nogueira e os descontentes professores não se "empinam" com os homens e mulheres portugueses, incapazes de se erguerem e gerarem filhos que lhes proporcionem emprego?

Porque a raiz do problema está aí. Ou isto ainda não foi percebido, por faltar o desenho?

terça-feira, 19 de abril de 2011

2779. A "solução final" aplicada aos cadernos


A "solução final" aplicada aos cadernos



Após a chuvada maluca da noite passada e a respectiva trovoada, ou seja, após uma noite de temporal, o dia, ainda que cinzento, amanheceu calmo e cheio de esperança no futuro.

Atão, porquê!? - tem você a lata de ainda perguntar.

Porque, uma vez mais como sempre, o vilarista de uma cana rachada (eu, pelo menos, não duvido que é rachado) continua placidamente a cumprir o que prometeu em 2005: a criação de 150.000 empregos.

Imagine que na 4ª feira passada, o desemprego estava em 620.000. Hoje, logo pela manhã, a coitada da pivot da RTP tem estado a esfalfar-se por anunciar que a malta nos Centros de Emprego é actualmente de 551.861.

Diz mais, a pobre Carla Trafaria:
que os 551.861 inscritos nos CE significam uma diminuição de 10.893 pessoas, relativamente a Março de 2010 e 3.686 face a Fevereiro passado.

Maravilha das maravilhas! Grande vilarista de uma figa! Continuam as vilarices atrás de vilarices!

Na semana passada desempregados eram 620.000. Ontem, inscritos nos Centros de Emprego, 551.861. Ou seja, de repentemente, houve 68.139 desempregados que apenas viram uma hipótese de se safarem: inscreverem-se no PS.

Se bem o pensarem, melhor o fizeram. E o vilarista lá conseguiu - por artes mágicas, pregando na cana rachada e com ela tocando o cucuruto de cada um - empregos para todos.

Se calhar, até mais do que um emprego para cada. A guardar-lhe o happy end e a guardar o happoy end dos que lhe guardam o happy end. E assim sucessivamente sem cessar, em sucessão sucessiva sucessivamente sucedida.

A central de intoxicação continua a laborar a todo o gás. É muito mais eficiente do que as câmaras de gás do Adolfo. E, felizmente, muito menos letais. Prelo menos a curto prazo.

Ora, se o homem, numa semanita, arranja emprego para mais de 68.000, quanto tempo levará a arranjar os restantes 82.000? Como diria o Guterres, bem... é só... é só... é só fazer as contas. Fui fazer. Não chega a semana e meia. Portanto, descansem, rapazes! No dia 30 estarão empregados os tais 150.000 prometidos.

Faltarão apenas 470.00 para os tais 620.000. Ora, ao mesmo ritmo, em 7 semanas, está resolvido o assunto. Portanto, já sabem: em 22 de Junho, dia do começo do Verão, estará toda a gente com um emprego no bolso... de papo para o ar na praia.

Estes gajos não têm vergonhita nenhuma nas fuças!

NB.-
Corre por aí outra versão, que assegura que a coisa é assim mesmo e que o abaixamento do número de pessoas inscritas nos Centros de Emprego se deve à circunstância de terem sido eliminadas, para não chatearem mais.

Disclaimer:
Uma espécie de "solução final" do Adolfo, mas administrativa, porque aplicada aos cadernos, não sei se me faço entender.
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sábado, 13 de junho de 2009

2308. Desemprego - Os números mais reais

Noticiou ontem à tarde uma emissora de rádio que, no total dos números do desemprego que oficialmente têm vindo a ser anunciados pelo INE encontram-se em falta cerca de 180.000 efectivos desempregados, que da respectiva lista foram retirados pelos mais diversos e espúrios motivos, como sejam o facto de esporadicamente fazerem um "bico" aqui outro ali ou estarem a frequentar acções de formação para reciclagem por terem perdido o emprego e outras espertezas que tais.

Ora, 180.000 assim descobertos, acrescidos aos 500.000 já oficialmente reconhecidos, dá um total mais aproximado da realidade de 680.000 desempregados em Portugal. Ou seja, o desemprego não anda pelos 8,9% mas pelos mais realistas, se bem que ainda não completamente fidedignos, 12,2%.

Significa isto que, tal como se sabia, apenas se ignorando a medida certa, os números do desemprego, principalmente de há dois anos a esta parte (muito fora, portanto, da actual crise mundial, mas muito dentro da endémica crise portuguesa), têm andado a não se conformar (eufemismo simpático, não?) à realidade. Agora, porém, são melhor conhecidos os números, a realidade.

Pois... Assim se combate o desemprego... Assim se criam centenas de milhares de postos de trabalho... E ainda há quem acredite na carochinha, contadora de historietas de engrolar criancinhas...

Isto passa-se no desemprego. Mas a "não conformidade" com a realidade não acontece apenas nesta vertente. A adulteração tem sido geral.

* * *

É verdade que, após 7 de Junho, muitos ratos se preparam para fugir do seu largo, por receio de que o estatuto que têm exibido por feiras, arraiais e quermesses se tenha desvalorizado de modo irremediável.

É, porém, igualmente verdade que outra espécie de bicharada, esta rastejante, tem vindo a perder o medo em que estava mergulhada e começa a aparecer à tona da água pútrida do charco, e, assim, a começar a contar verdade que sempre souberam mas foram escondendo, para não desagradarem ao homem do chicote, o domador de pulgas e percevejos.

No entanto, é bom que se esteja ciente da realidade. É que - diz-nos a experiência de outros carnavais - tanto foram capazes de calar verdades incómodas para o poder instalado, como o são de, agora, perdido o respeito, desatarem a propalar outras "verdades" não conformes à realidade, para agradarem - ou não desagradarem - à corrente contrária. É que quem gosta de estar sempre com o Poder é capaz das façanhas mais inimagináveis.
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quinta-feira, 4 de junho de 2009

2268. O desemprego em Portugal

Embora não haja cifras fiáveis, tendo em conta os números dos muitos e variados desempregados eufemisticamente “ocupados” e, consequentemente, retirados dos cadernos (só em Março passado foram “solucionados” 15.000…)

De Fevereiro de 2005, quando da eleição de Sócrates, a Abril de 2009, o desemprego aumentou 26%.

Di-lo o Eurostat, baseado nos tais números que o governo e os organismos dele dependentes apresentam e que, como se sabe, não são de fiar…

Desemprego

(Portugal)


Fever.....Abril.....Abril

2005.....2008.....2009

7,4 %....7,6%....9,3%


Esta é a realidade. E, infelizmente, nem sequer toda a verdade, porque as coisas estão bem piores.

Tudo o resto, que tem sido propalado pela central de intoxicação socrática é endrominação, que é como quem diz, falta de respeito pela verdade e pelos cidadãos, mentira sem vergonha para levar os portugueses ao engano.
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quarta-feira, 3 de junho de 2009

2267. O desemprego já vai nos 9,3%

Europeias
Miguel Portas diz que se está perante "progressão galopante" do desemprego

O cabeça-de-lista do BE às europeias, Miguel Portas, considerou hoje que se está perante uma progressão "galopante" do desemprego, em parte devido à ausência de uma política económica comum na Europa.

"Estamos perante uma progressão que eu diria que é galopante e uma das razões porque é galopante é porque a União Europeia não tem uma política económica comum, tem apenas uma política monetária", afirmou Miguel Portas, em declarações aos jornalistas em Cacia, perto de Aveiro, numa reacção ao novos números do desempregos hoje divulgados pelo Eurostat.

De acordo com os dados do Eurostat, a taxa de desemprego na zona euro subiu em Abril para 9,2 por cento, contra 8,9 por cento em Março.

Em Portugal a taxa de desemprego calculada pelo gabinete de estatística europeu aumentou para 9,3 por cento, mais duas décimas do que no mês anterior, mantendo a tendência de subida iniciada em Novembro último.
PÚBLICO

* * *

E não vai parar por aqui. Até porque, como é bem sabido, estes números estão grosseiramente deturpados, já que há muitos desempregados a que os gabinetes governamentais e organismos dependentes dão alcunhas absurdos e abusivos, em tentativa patética, mentirosa e de acinte de escamotear a realidade.
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quinta-feira, 21 de maio de 2009

2011. Desemprego

Número de desempregados inscritos dispara 27,3%

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego disparou 27,3 por cento em Abril, face ao mesmo mês de 2008, prolongando a subida iniciada em Outubro e representando o acréscimo mais elevado desde Julho de 2003.

De acordo com dados divulgados hoje pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), o número de desempregados inscritos no final do mês passado somava os 491.635, o que significa mais 105.294 inscrições do que em Abril de 2008.

Relativamente a Março, o número de inscritos aumentou 1,5 por cento, resultado de um acréscimo de 7.504 desempregados.

Para o aumento do número de desempregados inscritos nos centros de emprego em relação a Abril de 2008 contribuíram essencialmente as subidas do desemprego entre os homens (43,8 por cento), jovens (32 por cento) e adultos (26,5 por cento).

A procura de um novo emprego justificou o registo de 92,8 dos desempregados, um valor que teve um aumento de 29,2 por cento face ao mês homólogo de 2008, enquanto a procura de primeiro emprego aumentou 6,2 por cento.

DN 2009.05.21

Segue aqui

* * *

Felizmente que, pelas contas do "primêro", estamos melhor do que toda a Europa, onde a miséria reina... Qualquer dia temo-los aí todos a pedir-nos esmola.

Lá teremos que lhes valer...

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segunda-feira, 18 de maio de 2009

2201. Rapaziada expedita!

Numa noite, foram apagados do sistema informático do Instituto do Emprego 15.000 "felizardos".
Sic Online

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Ah, rapaziada expedita!

Se o fosse igualmente a criar emprego, Portugal seria país de sonho. Nada há que este Governo não faça ou mande fazer, em prol da felicidade dos cidadãos... Raios... benditos sejam!

Que um raio e um corisco levem a todos de uma vez... os que os maldizem.
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

1926. "Engenharias" das arábias

PLANO ANTICRISE RETIRA ATÉ 57 MIL DESEMPREGADOS DAS ESTATÍSTICAS

CATARINA ALMEIDA PEREIRA
Mercado laboral. Independentemente do êxito do Governo na inserção de pessoas à margem do mercado de trabalho, as medidas anunciadas têm o efeito imediato de reduzir o número oficial de desempregados

INE exige três condições ao conceito de desempregado

Se for aplicado integralmente, o plano de ocupação de desempregados desenhado pelo Governo vai implicar que até 57 mil pessoas sem trabalho não sejam consideradas "desempregadas". Esta é uma estimativa conservadora, tendo em conta que algumas das medidas anunciadas são apenas reforços de outras já existentes.

O que é um desempregado? Para o Instituto Nacional de Estatística (INE), responsável pelo apuramento de dados oficiais, é desempregado quem não tem trabalho remunerado, está disponível para trabalhar e procurou activamente emprego durante um período específico.
(...)
DNotícias


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Quem foi que disse que o homem não é engenheiro? Conseguir tirar das listas do Desemprego gente que continua sem emprego não é "engenharia"?
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

1868. Deus lhe perdoe, que eu não posso!

Há quatro ou cinco dias (mas é verdade, mesmo 4 ou 5 e não mais!), o Sousa ufanava-se em frente das câmaras de televisão, dizendo que o desemprego estava, como ele dizia, a desacelerar (que quereria ele com essa de o desemprego a "desacelerar"?!)

Hoje:


Click na imagem, para aceder à notícia

Ridículo, não?

A sigla indicada, de onde partem os dados, é a do Instituto do Emprego e da Formação Profissional, portanto a entidade adequada para prestar tais informações.

Não se estranhe, porém, se, daqui por uma semanita, mais coisa menos coisa, aparecer o INE (Instituto Nacional de Estatística) que tem conhecimento dos dados do desemprego através das informações que o IEFP lhe faculta, a garantir que, não senhor, o "número de desempregados desce".

É que esta disparidade de números e sentido de variação do desemprego, tem vindo a ser constatada de há uns bons tempos para cá.... Uma questão de lentes de óculos, decerto...


De qualquer modo, fica-me uma tremenda dúvida. E uma certeza. Não consigo perdoar ao fulano tantas "inverdades". Esta é a certeza. A dúvida? Aqui fica também: e Deus, será que, ainda que Omnipotente, pode mesmo?
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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

1742. Se não existisse...

... teria de ser inventado.

***

- Quem?
! Quem é que teria de ser inventado?
- O senhor aqui do lado.

- E quem é o senhor aqui do lado?
- O inefável Sousa, que se ufana de ser 1º ministro de Portugal.

- Mas, por que é que teria de ser inventado, se não existisse.
- Ora, preste atenção:


Quando tomou posse havia 376 mil desempregados. Hoje o total atinge os 412 mil, ou seja, há mais 36 mil do que então. No entanto, com aquele ar seráfico e narigueta elegante que lhe vai a matar, afirma:

- Criei já 133 mil postos de trabalho! (quer ele dizer na sua que já só lhe faltam 17.000...)

Ora, nos anos de 2006 e 2007, emigraram 220 mil portugueses, por não terem emprego em Portugal.

Sem mais considerações, porque o que interessa é "os finalmente", façamos contas:

376.000 (que havia)
-
133.000
(que ele criou)
=
243.000 (era o que, pelas contas dele, devia haver actualmente no desemprego)


Como há actualmente

412.000

+
220.000 (que tiveram que abalar, porque cá não tinham emprego)
=
632.000 (seria, afinal, o total de desempregados em Portugal e só não é porque, como disse, os tais 220.000 cavaram para a estranja).


Ou seja, de 376.000 empregos que faltavam em 2005, passou, em três anos do governo dele e mais de quem nele votou, para 632.000, pelo que o acréscimo de empregos a faltar é de 256.000 (isto é um aumento de 68,05% de gente de costas direitas, por falta de emprego).

Mas as coisas podem ser observadas ainda de outro ângulo:

Se havia 376.000 desempregados, ele criou 133.000 postos de trabalho e hoje os desempregados seriam de 632.000 (se os tais 220.000 não se tivessem posto na alheta), tal significa que o homem contribuíu decisivamente para a ruína do tecido laboral português, porque, mesmo que tenha criado 133.000 empregos, no que ninguérm acredita - nem o próprio, nem sequer o Instituto Nacional de Estatística e menos ainda o Instituto do Emprego e Formação Profissional, com toda a certeza - destruíu nada mais nada menos do que 499.000, pelo que tem um saldo muito negativo de 366.000.


Quem é que ainda entende que este Sousa nos vai levar longe e que esse longe não é a mais humilhante das penúrias?


É caso para dizer-lhe:

- P'la tua rica saúdinha, ó tiozinho Sousa, não cries mais postos de trabalho p'rá gente, carago! O pessoal assim já tá bén sastifêto! Vai mas é criar postos de trabalho p'rá raiz da... família que te gerou e amigos do pêto. Tal nã tá a porra, hã?

* * *

Não sou grande coisa em contas, pelo que, se nelas encontrar erro grosseiro, faça o favor de mo apontar, você que tem a pachorra de me ler.
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sexta-feira, 16 de maio de 2008

1565. Mais um milagre !

A economia portuguesa está a abrandar, têm-nos dito os sábios economistas que por aí vão botando falação (faladura é outra coisa e fala outra ainda) !

E nós, crédulos que somos e de boa fé que estamos, acreditamos. Até porque, por essa Europa fora, parece que está acontecer o mesmo.

Pois bem...

Então não é que a sumidade que alguém com, talvez, pouca noção das responsabilidades, alçapremou ao cargo de patrão do Banco de Portugal, que aliás já nos habituou aos acertos anuais que faz nas previsões que anuncia (Deus lhe valha, le pauvre!), lá veio mais uma vez contrariar tudo o que toda a gente com noções de Economia afirma e que toda a gente, mesmo sem noções de Economia mas de senso comum, sabe que é o que está a acontecer?


Enfim!

Nesta oportunidade, porém, não venho falar desse grande Economista de uma cana, que falha sistematicamente nas previsões que apresenta. Até porque nem vale o tempo que se perde. Quem é que ainda acredita no que o homem diz?


Portanto... adiante!

Então não é que, agora - depois de o Sousa que capitaneia o governo ter dito que hoje se iria saber... -, o Instituto Nacional de Estatística (INE) vem dizer que o desemprego está a baixar? Se o assunto não fosse sério, dava aqui uma sonora e muito prolongada gargalhada.

Ora essa!...

A economia do País está a abrandar e o desemprego a ... descer?!?!?
Eheheheh !


Já sei que a sua alma está a ficar parva. Tal como a minha, aliás. E certamente, está já a dizer de si para consigo que é mais um ludíbrio, dos habituais,mais uma desajeitada manipulação.

Mas olhe que não há razão para grandes admirações, não senhor! Há, isso, sim, mais motivos de encómio e de devoção a São Sousa e todos os santinhos da sua congregação.


Porquê?

Porque uma coisa destas, só pode ser
É que nem a Senhora de Fátima tal conseguiria, ainda que muito se esforçasse! Só o Sousa e apenas ele.

Lá vamos ter que, uma dia destes, erguer um santuário de adoração anual ao novo ícone que nos arranjaram.

Arre, macho! Quem é que ia adivinhar que tínhamos aqui, mesmo à mão de semear, tal santinho milagreiro?!

Arrium porrium catenorium est! Como devemos ser invejados por esse mundo fora!!!...

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

1387. Menos empregos no Governo Sócrates

É evidente que uma notícia destas só pode estar inserida na campanha de desestabilização de um governo inigualável, liderado por um primeiro-ministro inigualável ele também... E principalmente, claro está!

É, pois, uma reles "manobra da reacção".

O pior... o pior... é que SExa - que nos dêxa totalmente esparvoados com tamanha proficiência - agora só dispõe de dois anitos para criar os empregos que prometeu mailos que entretanto deixou que se perdessem, ou seja, 169.274. Os tais 150.000 + os mais 19.274.

É obra! Nada, contudo, que atrapalhe o excelso governante.

Quando ficarmos sem ele, como será que nos vamos desenvencilhar dos escolhos desta maledetta vita?

Taremos fêtos ao bife, tá mais do que visto!

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terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

891. Desemprego em Portugal

Mas esta terça feira de Carnaval ainda não acabou. Nem podia acabar sem uma parte humorística da parte do escol que nos governa...

Ora imagine que os vários ramos do Estado, tutelados pelo mesmo governo (não se iluda, não é por vários governos, mas sim pelo mesmo, este que nos calhou na rifa...) desataram agora a divergir substancialmente nos números do desemprego actual no País.

Imagine que veio o Instituto Nacional de Estatística (INE), aqui há não mais do que uma semana, disponibilizar números que garantem que nunca a taxa de desemprego foi tão alta em Portugal. Atinge 8,2%, percentagem com que jamais alguém sonharia. Basta relembrar que a percentagem de desempregados, à data em que cessou funções o "incompetente" governo Santana Lopes, rondava os 6%!...

Pois bem, apareceu seguidamente o Banco de Portugal (BP), do conhecidíssimo socialista Vítor Constâncio, o bombeiro de serviço, que, sempre que o socrático governo entra em aflição, desencanta números que só ele vê, através dos quais se constata que tudo está no sétimo céu cá pelo reino. Que disse ele? Que o desemnprego, ao invés de ter subido, baixou.

Outros, sem tanta importância e também sem carros tão luxuosos, foram dizendo que sim, baixou, ou não, subiu, até que, hoje, aparece o Instituto do Emprego e da Formação Profissional (IEFP) dizendo que é verdade, o desemprego baixou, em comparação com há um ano, muito embora tenha subido em Janeiro.

Não conseguem entender-se entre eles. E são tutelados, repito, pelo mesmo governo. É o desgoverno total!

Imagine que até o Secretário-Geral da UGT, o socialista João Proença, a quem os jornalistas foram a correr pedir a opinião, tendo ficado serm fala, se limitou a dizer que o melhor era esperar pelos dados oficiais referentes ao ano passado, que o INE (entidade que trata das estatísticas em Portugal... o tal dos 8,2%...) há-de fornecer. E por aqui se ficou, no que fez muito bem, digo eu, porque com gente desta, nunca se sabe.
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(não se vá já embora, que a terça-feira de carnaval ainda está a decorrer e quarta-feira de cinzas é apenas amanhã...)

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