Os portugueses têm de salvar-se de si próprios, para salvarem Portugal
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quarta-feira, 6 de maio de 2009

2159. É forte demais!

Foto RTP

O Barcelona acaba de ser qualificado para a final da Champions League, ao empatar a uma bola em Stamford Bridge, terreno do Chelsea.

Em todo o jogo, o novo finalista rematou uma única vez à baliza, aos 92 minutos. Deu golo. Que garantiu a qualificação.


Mas o Barça não se qualificou. Foi nitidamente qualificado. Pelo árbitro.

Mesmo dando de barato o quinto contra o Barcelona, esta noite, já depois do empate, por corte com o braço por parte de Piqué, de um remate de Ballack, em plena área, ficaram por assinalar ainda mais quatro-penalties-quatro, qual deles o mais evidente.

Dois na primeira parte e outros tantos na segunda. Três por derrube nítido e mais um por mão na bola, igualmente de Piqué.


É certo que não é já a primeira vez que o Chelsea é estupidamente prejudicado em jogos da Champions League contra o Barcelona. Desta vez, porém, tudo foi excedido por larga margem.

Que "apelido" se pode dar a uma arbitragem como a desta noite em Stamford Bridge? Nunca vi nada assim! Nem pensei que fosse possível...

Lição a tirar: Não se deve desconfiar da imparcialidade do árbitro, não senhor. Tem, porém, que se reconhecer que o Barça tem muita força na UEFA.

Como outros têm em outras paragens.


Como dizia Guterres:


- C'est la vie!
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segunda-feira, 23 de março de 2009

2065. "Eu não vê", ó Lucílio ?!

Lucílio Baptista, o árbitro, foi à SIC explicar-se, mas mais lhe valeria lá não ter ido.

Na verdade, cometeu um erro de palmatória ao contrapor às afirmações dos jogadores do Sporting - que terão ouvido pelo intercomunicador que José Cardinal teria dito a Lucílio Baptista que "não é" (penalty, claro!) - que o que o homem teria dito é que "não vê"!

E repetiu isto à saciedade, caramba!

De tal forma que, a cada repetição, mais deixava no espírito de quem o ouvia - e via... - a "certeza" de que José Cardinal lhe terá dito mesmo que "não é" (penalty, claro!).

É que ou José Cardinal é completamente desprovido de capacidade de falar direito ou jamais poderia ter dito "não", quando quereria dizer "não vi".

A terceira pessoa do singular utilizada com tanto empenho por Lucílio Baptista na explicação que deu na TV, parece ter surgido, como rima de pé quebrado, para caber no verso, ou seja, justificar o injustificável. Mas verso de pé quebrado e rima forçada é de poeta menor, como se sabe.


É curioso que Lucílio Baptista tenha tido tanto cuidado em aplicar, mesmo no decurso da explanação da explicação (disse bem, da explanação da explicação, tal a atrapalhação na justificação do que não tinha justificação possível...) não o pretérito perfeito simples (1ª pessoa do singular), como se justificava, mas sempre o presente do indicativo (3ª pessoa do mesmo singular), excepção feita, salvo erro, a uma ocasião - por lapso, certamente - em que referiu o seu colega "não viu". Mas foi uma única vez, talvez um lapsus linguae. De resto, referiu sempre "não vê". A lição parecia ter sido estudada à vol d'oiseau.

Em aparte: Curiosa a postura de Maria João Ruela. Estava com uma enorme vontade de rir e parece ter sido com alguma dificuldade que conseguiu sustar uma sonora gargalhada.

E por que terá sido que o Lucílio arranjou tal justificação de pé quebrado? Talvez porque "não vi" não é confundível com "não é", mas "não vê", sim, já o é. E, deste modo, os jogadores do SCP nunca poderiam ter ouvido dizer "não vi" e confundir com "não é", mas, para o efeito, já seria admissível que tivessem ouvido "não vê".

Hai capito?

Ah, futebolês luso! Cada vez mais na mesma!

* * *

Tudo isto. porém, não justifica a vergonhosa campanha que o Sporting vem fazendo de há muito tempo para cá. São, pelo que afirmam, os "coitadinhos" do futebol indígena. Ora, quantas vezes foi já o clube indecentemente beneficiado com erros escandalosos dos árbitros? Só para falar da presente época. Quantas?! Nem eles se lembram!

Se está tão incomodado com a falta de transparência no futebol, a única atitude que tem que tomar é exigir a introdução:

- de meios electrónicos para avaliação destes casos;

E, já agora,

- do controlo anti-doping em cada jornada da Liga.

Alguma vez o SCP ou alguém por ele o fez? Como, por exemplo, o SLB e dirigentes seus o têm feito? E por que será que o não fez nem faz? Tal como não o fez - nem faz nem jamais fará - o FCP?

Toda a choradeira é, assim, apenas treta para engrolar parvos. E parece que tem engrolado uns quantos, muito embora nada ganhe com isso, o clube-choramingas (entenda-se clube dos dirigentes choramingas, já que o clube é mesmo grande e não chorão).

Se o SL Benfica tivesse a mesma atitude, por certo que ainda hoje andaria a lamuriar-se da "roubalheira" de que foi alvo no jogo contra o FC Porto, nas Antas, que lhe tirou dois pontos e deu um ao adversário, o que, não tendo acontecido, faria com que, neste momento, o Benfica fosse o segundo classificado, a dois pontos dos portistas e à frente do SCP. Como aconteceu, está em terceiro, a cinco pontos do FCP e atrás do SCP. E uma coisa é estar em segundo a dois pontos do 1º lugar, nesta altura do campeonato, e outra, bem diferente, é estar a cinco e em terceiro.

É bem certo que, para se ser grande é preciso estofo... Por outro lado, não é também verdade que "é feio um homem choramingar"? Para mais em público!?...
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domingo, 22 de março de 2009

2064. Taça da Liga em "flashes"




Lucílio Baptista (- 5) esteve ao seu nível, ou seja, mal... muito mal.

- Assinalou um penalty que só ele viu e que muito influiu no resultado final;
- em consequência, expulsou Pedro Silva, sem qualquer razão;
- deixou que Derlei fizesse o que quis.

Derlei (- 4)

- Passou o jogo inteiro a agredir adversários e a simular faltas sobre si. Nunca vi tantas faltas e anti-desportivismo passarem em claro num só jogo.

Pedro Silva (- 5)

- A razão que tinha na história do penalty que não existiu e na expulsão que não se justificou, perdeu-a toda com as atitudes lamentáveis que assumiu a seguir e quando da entrega das medalhas.

Quique (- 2)

- Não acerta uma. Ontem, foi com a questão dos marcadores dos penalties. Por mero acaso teve sorte. Mas, se as coisas dessem para o torto, teria todas as responsabilidades, uma vez mais. Tirar o Nuno Gomes e o Reyes quando se aproximava a hora dos penalties só lembrava mesmo ao Quique.

Paulo Bento (- 3)

Aquela choradeira raivosa habitual é de um mau gosto atroz. E é recorrente neste tipo de atitudes. Mesmo quando é beneficiado. E tem-no sido frequentemente. Paulo Bento está bem no centro da razão dos comportamentos lamentáveis do Pedro Silva e do Derlei. Se o treinador se porta assim, como é que os treinados podem portar-se com mais dignidade?

Quim (+ 5)

Defender três penalties seguidos em cinco tentativas acontece talvez uma vez na vida e apenas a alguns afortunados. Salvou a noite do Benfica e do espectáculo, tendo dado mais uma prova de que Quique precisa de que alguém o desperte para umas quantas realidades. Se aquilo foi uma vingança, Quim está bem vingado.
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domingo, 8 de fevereiro de 2009

1934. O melhor em campo

O melhor jogador em campo, no
FCP - Sport Lisboa e Benfica

que terminou há instantes, foi

Yebda

Porquê?

Marcou o golo do Benfica e não cometeu o penalty que deu o empate.

* * *

Triste sina a do Sport Lisboa e Benfica!
Por via de regra, não joga nada e perde e empata

Quando joga...
... pois...
... empata, pois claro!

N.B.-

Uma vez mais se cumpriu a teoria que há muitos anos defendo, ou seja, o FCP tem sido a melhor equipa portuguesa de há uns bons 15 anos para cá.

E não é verdade que seja sempre beneficiado.

É mesmo muito frequente
que seja a melhor equipa em campo, pelo que não precisa de ajudas de equipas de arbitragem.

Todavia, quando necessita, tem a sorte de elas nunca falharem. Não porque haja actividades estranhas sob o tampo da mesa, não; apenas porque calha nesses dias os árbitros terem actuações infelizes, estarem em dia não. Certamente que se trata de uma coincidência. Não mais do que isso.

Mas o que é certo é que esta certeza que eles têm - da coincidência, claro! -, dá-lhes uma tranquilidade absolutamente decisiva para alcançarem triunfos. E os triunfos criam nos jogadores e em todo o conjunto uma dinâmica de vitória difícil de derrotar, como é sabido de outras equipas.

Como coincidência é o facto de, quando prejudicado, sê-lo sempre em condições que possibilitam o esbatimento do prejuízo, ou seja, na anulação de um seu golo válido, quando o resultado lhe está já a ser favorável.ou até, na validação de um golo irregular do adversário, mas apenas quando a sua vantagem é já de dois golos.

Mas igualmente a circunstância, não despicienda, aliás, de não haver memória recente de livres contra o FCP assinalados a menos de 35 metros da sua baliza. Com a subsequente exibição do cartão amarelo. Nem mesmo quando Suazo, ou outro qualquer, é atropelado pelas costas, ao iniciar fuga, isolado, ao encontro de Helton...

Essa é a grande supremacia a que o FCP se habituou de há 15 anos para cá e que lhe fez vencer 11 campeonatos num total de 15. Que começou com a história dos penalties, recorda-se? Naquela fase, ainda mais recuada, em que Fernando Gomes vencia a bola de prata com 22 golos, 13 dos quais de penalty. Saudosos tempos, esses!

Experimente-se dar estas facilidades ao Vitória de Setúbal, à Naval ou ao Trofense... a tutti quanti e veremos se eles chegam ou não a campeões.

O não-penalty de Yebda, de ontem, é algo de escandaloso. O "benfiquista" Pedro Proença estava a menos de três metros do lance e de frente, sem ninguém pelo meio. Mais claro do que isto...
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Este é, pois, o segredo da carreira vitoriosa do FCP. Não há mistérios. Nem tácticas especiais. É tão somente isto.

E há poucas ilusões. O campeonato está decidido. Vem aí o treta, perdão, o tetra. Ou lá o que é...

* * *

Para encerrar a questão:
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click, para ampliar
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sexta-feira, 22 de agosto de 2008

1747. O que disse... não disse

Vicente de Moura agora não se vai embora...

* * *

Aqui está uma falação como manda a "sapatilha":

- O que eu disse deve ter sido mal interpretado pelos senhores jornalistas, porque o que eu disse foi que não disse que disse que deveria ter dito que dissera que talvez dissesse que se não dissesse seria por ter dito que iria dizer...

Bem, patacoadamente, o costume!... Como é que querem que os pobres atletas não digam coisas apalermadas?
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sábado, 10 de maio de 2008

1549. Futebolês

Claro que não foi tudo...

Claro que há prescrições e regulamentos obnóxios, feitos à medida...

Mas foi um começo.

Em que, diga-se em abono da verdade, ninguém acreditava já.

Foi uma nova estrada que se abriu, mais limpa de detritos e menos escura pelo sombreado da ignomínia.

Agora, é preciso não parar.

Dê-se-lhe lá por onde se der, barafuste-se quanto se barafustar, ameace-se o que se ameaçar, jure-se de joelhos o que se jurar, deste ferrete não há quem se livre já.

E a ausência de recurso é extremamente sintomática!...

Foi pouco, mas o futebol...ês levou um chuto de alto lá no traseiro.

Independentemente de tudo quanto possa surgir, o que interessa agora é que não se pare, não se dê quartel. Tem que se prosseguir, sendo mais lesto e sem medos, evitando prescrições salvíficas ad hominem e regulamentos confeccionados na "Lourenço & Santos".

Que os julgadores sejam justos, corajosos e... daltónicos.

Que o dia de ontem seja apenas o início, jamais o fim.

Por uma questão de dignidade do Futebol mas, acima de tudo, de dignidade nacional.
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Nótula
O presidente do órgão julgador deveria, tanto quanto entendo, ter-se mostrado mais sóbrio, no tom usado como no sublinhado da gesticulação. Para não dar aso a interpretações malévolas. Para não criar a sensação de que aquilo era uma coisa do peito.

Do julgador esperam-se decisões vindas do cérebro, com outra frieza, portanto, de braço dado com a isenção, que são componentes fundamentais da Justiça.


Não me pareceu que o espectáculo tivesse estado à altura da gravidade e solenidade da ocasião. Aceito a exaltação do momento, que era histórico, mas há que ter cuidado, para não contaminar aquilo que, na verdade, foi um bom trabalho.

Que, queira-se ou não, ficará nos anais do futebol luso.

Para desgosto de alguns... Merecido, aliás.

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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

1440. Presidente-treinador-jogador-apanha bolas


Talvez a única saída para a embrulhada do momento [no Benfica] seja elevar o Rui Costa, nosso eterno Maestro, a presidente-treinador-jogador.
disse Jacinto Lucas Pires

* * *

... do Alverca ou, melhor, por ser bem mais longe, se bem que ainda perto demais, do Shangai Sport Club - digo eu

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

1378. Os três da vida...



* Levou anos e anos a fio a perorar... a regougar... coisas sem nexo, numa verborreia desenfreada...
* Um dia, porém, alguém ou algo o "convenceu" a calar-se.
* Lá se calou e, hoje em dia, quase não se ouve...
* Os nossos agradecimentos a quem lhe apertou o gasganete.




* Entrou cheio de gamas de perorar... regougar... coisas sem nexo, numa verborreia desenfreada...
* Logo, porém, alguém ou algo o convenceu a calar-se.
* Lá se calou e delegou noutro o encargo de babosear...
* Os nossos agradecimentos a quem lhe apertou o gasganete.





* Entrou de fininho mas, logo que seguro, vá de perorar... regougar... coisas sem nexo, numa verborreia desenfreada...
* Até hoje, porém, ninguém o convenceu a calar-se.
* E não se cala...
* Os nossos agradecimentos a quem lhe apertar o gasganete.

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sexta-feira, 6 de julho de 2007

1171. Alguém se surpreende?

Claro que, para alguns, constituirá grande engulho, muito difícil de engolir. Mas isso apenas porque têm vivido em doce engano, talvez embalados por sonhos irrealizáveis, por inatingíveis. Vão começar a acordar para as realidades. Talvez, quem sabe...

As Sads do futebol português começaram a entrar em Bolsa há já alguns anos.

Todos se recordam, certamente, do burburinho que tal facto levantou, até porque, dos chamados "grandes", só o Benfica, segundo se dizia, não tivera capacidade para tal feito.

Os anos foram passando e nada de especial se verificava. Era como se nada tivesse acontecido...


Há para aí uns dois meses, o Benfica entrou na Bolsa de Valores.


Pois bem, há 15 dias as coisas começaram a acontecer. Veio uma Opa de cidadão nacional e, agora, apresta-se para chegar outra, esta de interesses estrangeiros.

Era fatal como o destino e todos já o esperávamos.

Quem é que resiste a uma marca chamada Benfica? Quem é que fica indiferente a este emblema?

Aqui e lá por fora.


É. A diferença é essa. Ser-se ou não se ser.

Para quê acrescentar mais seja o que for?

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sexta-feira, 15 de junho de 2007

1129. A notícia do dia





Joe Berardo lança OPA sobre SAD do Benfica; empresário oferece 3,5 euros por cada acção.
Sic Online





Confesso que esperava uma notícia semelhante, desde que a Sad benfiquista entrou em Bolsa.

É que, sinceramente, não vejo outra hipótese de o SLB voltar a ser um clube ao nível do prestígio de que goza intramuros e por esse mundo fora.

Ser o maior clube do mundo em número de associados pagantes não chega... Ou se entra no profissionalismo sério e a sério ou nada feito.


Queiram os benfiquistas ou não queiram, é a única solução. Seja com Joe Berardo, seja com outro qualquer multimilionário.

Veja-se os exemplos bem elucidativos de Manchester United, ACMilan, Chelsea. Os adeptos e sócios barafustaram a princípio. E agora?...

E os outros clubes portugueses ou seguem pelo mesmo caminho ou...
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quarta-feira, 13 de junho de 2007

1124. E isto faz-se?!

in Correio da Manhã


Então, isto faz-se a pessoa tão distinta e tão benfeitora?

Mas, então, já não há respeito? Nem sequer um esboçozito de vénia?

Ao que este país chegou!...









in Record

A Comunicação Social portuguesa é, uma vez mais, "isto" que se lê.
Condenação de cinco anos em pena suspensa é asneirada grossa.
Simplesmente, não existe!
Nem sequer condenação a cinco anos de prisão, com pena suspensa por x anos,
que era como se devia ter dito, se no jornal alguém tivesse tido o cuidado de perguntar a qualquer jurista, mesmo que manhoso.
Suspensão de pena,
só quando esta sofre uma graduação
que não ultrapassa os três anos.
Além disso não é indiciados, que isso já eles estavam; agora estão acusados, coisa bem diversa.

Tanta tolice em duas simples linhitas de texto!... É demais!...
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quinta-feira, 1 de março de 2007

916. Manuel Bento, o guardião do templo

Morreu o antigo guarda-redes do Benfica Manuel Galrinho Bento. O ex-guardião morreu esta quinta-feira aos 58 anos.

TVI
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Foi dos grandes guarda-redes que o Sport Lisboa e Benfica, meu clube de sempre, já teve. Foi, sem desmerecimento para todos os restantes, a par de Michel Preud'homme, o que, entre os postes, melhor soube sempre colocar-se.

Apesar da altura - para guarda-redes, não era mesmo nada alto - saía muito bem aos cruzamentos e até o seu conhecido temperamento fez dele figura ímpar em várias equipas do Benfica, porque esse seu temperamento mexia com os companheiros, a todos galvanizando.

Considero-o, a par com o belga Michel Preud'homme, o melhor guarda-redes que o SLB teve desde sempre. Acho, no entanto, que era superior ao Michel num aspecto que, curiosamente, hoje se perdeu muito nos guarda-redes, mas que nele sempre foi uma constante e que muito contribuíu para grandes vitórias da sua equipa e da selecvção nacional, onde brilhou a grande altura também.

É que Manuel Galrinho Bento tinha uma característica inconfundível: repunha a bola em jogo, assim que esta lhe chegava, sem demoras. Fazia-o invariavelmente à mão, e na direcção do companheiro em melhor posição no terreno com tal potência e precisão que logo transformava a jogada em situação de perigo para a baliza do adversário.

Neste aspecto foi absolutamente inigualável. E pena tem sido que nenhum dos seus sucessores o tenha conseguido imitar.

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